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Seduc realiza Podcast “Gabaritando” para preparar estudantes para as provas do ENEM 2025

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A Secretaria de Estado de Educação de Mato Grosso (Seduc-MT) realiza, nos dias 6 e 8 de outubro, dois episódios do Podcast ”Gabaritando’, parte do Projeto Pré-Enem Digit@l MT. Os episódios serão disponibilizados no canal oficial da Seduc no YouTube.

Objetivo é democratizar o acesso a informação de qualidade, além de motivar e auxiliar os estudantes que farão o Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM) a conquistar uma vaga no ensino superior.

Apresentada pela professora Miriã Ferreira, com supervisão geral do professor Mohamad Fares, a série reúne docentes especialistas para discutir conteúdos, estratégias e dicas práticas aos estudantes.

Dividido em duas partes, o Gabaritando percorre as áreas mais cobradas nas provas. O episódio do dia 6 abordará Linguagens e suas Tecnologias, incluindo gramática, interpretação de textos e análises de acontecimentos históricos, políticos e sociais.

Já no episódio do dia 8, serão discutidos conteúdos do segundo dia de provas, com foco em Matemática e Ciências da Natureza, contemplando raciocínio lógico, interpretação de gráficos e tabelas, além de temas recorrentes, como estatística, porcentagem e funções.

“Esse podcast reforça que, mais do que memorizar conteúdos, o ENEM avalia a capacidade de interpretação, articulação de saberes e aplicação prática do conhecimento na compreensão da realidade”, avalia o secretário de Educação, Alan Porto.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Trecho de rodovia mostra desgaste precoce após investimento de R$ 130 milhões

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O presidente do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT), conselheiro Sérgio Ricardo, deu início, nesta segunda-feira (1), à inspeção na MT-170 após denúncias de que trechos da rodovia, que consumiram milhões de reais em recursos públicos, já estão destruídos menos de um ano após a entrega. A vistoria vai subsidiar uma auditoria para apurar a qualidade da pavimentação, a aplicação dos recursos e a responsabilidade das empresas contratadas.

“As informações que nós temos é que tem um trecho entre Castanheira e Juruena que está totalmente destruído. Só que, como é tudo o mesmo projeto, daqui a pouco toda a rodovia vai estar destruída. A MT 170 virou farelo e ela custou milhões”, afirmou o presidente.

Ao longo dos próximos dias, o presidente e a equipe técnica seguirão por Campo Novo do Parecis, Brasnorte, Juína, Castanheira e Juruena. Além do registro dos pontos críticos de cada lote dos contratos, também serão realizadas reuniões com prefeituras e entidades locais para colher relatos da população.

“Temos recebido muita reclamação de toda essa região para onde estamos indo. Então, queremos ouvir as pessoas. Todo mundo pode acompanhar nossa caravana, é o Tribunal de Contas com o pé na estrada”, reforçou Sérgio Ricardo.

O presidente explicou ainda que um dos pontos da auditoria é a regularidade do seguro das obras, já que a falta de cobertura pode inviabilizar a garantia para refazer os trechos danificados. “O artigo 618 do Código Civil diz que a empresa tem que garantir a manutenção por cinco anos. Mas, se não tem seguro, não tem como cobrir o estrago.”

A rodovia MT-170, antiga BR-174, foi estadualizada em junho de 2022 para acelerar a pavimentação. A obra se divide em duas frentes: uma de pavimentação nova, entre Castanheira e Colniza, e outra de recuperação, do entroncamento com a BR-364 até Castanheira, passando por Brasnorte e Juína.

Em um dos trechos mais críticos, executados pela empresa MT-Sul, foram pagos cerca de R$ 130 milhões, conforme levantamento preliminar do Tribunal. “É um trecho em que a MT-Sul já recebeu R$ 130 milhões e a estrada está totalmente destruída em um ano”, ressaltou Sérgio Ricardo.

Na última semana, lideranças da Região Noroeste denunciaram ao presidente que a má qualidade da via tem gerado prejuízos ao escoamento da produção, ao transporte de pacientes e à segurança dos motoristas.

Diante do cenário, foram convocadas para prestar esclarecimentos no TCE-MT as quatro empresas responsáveis pela execução (MT-Sul, Guache, Cavalca e Agrimat), além da Consol, que foi contratada pelo Governo do Estado para fiscalizar as demais.

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