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Polícia Civil deflagra “Operação Carta Contemplada” em Sinop

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A Polícia Civil deflagrou a Operação “Carta Contemplada”, nesta sexta-feira (14.11), com o objetivo de desarticular um grupo criminoso especializado em aplicar golpes envolvendo falsas contemplações de cotas de consórcio. A ação resultou na prisão de cinco pessoas, todas vinculadas a uma empresa que atuava de forma irregular no ramo de atividade.

As investigações identificaram que os suspeitos operavam inicialmente sob uma determinada razão social que, posteriormente, foi alterada para outra. A mudança teria sido usada como estratégia para dificultar o rastreamento e a responsabilização pelas atividades ilícitas.

O grupo abordava as vítimas oferecendo supostas cartas de crédito contempladas ou promessas de contemplação facilitada mediante pagamento antecipado, porém as vantagens anunciadas jamais eram entregues.

Durante o cumprimento dos mandados judiciais, foram apreendidos diversos documentos e materiais que comprovam o esquema fraudulento.

Os conduzidos deverão responder pelos crimes de estelionato, associação criminosa e outras infrações que surgirem ao longo do procedimento investigativo.

Polícia Civil reforça seu compromisso no combate às fraudes financeiras e orienta a população a verificar a idoneidade de empresas que oferecem serviços de consórcio, sempre consultando registros oficiais e desconfiando de promessas de contemplação imediata ou facilidades incompatíveis com as regras do sistema.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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MC Mestrão preso por envolvimento com facção é solto neste sábado

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Odanil Gonçalo Nogueira da Costa, conhecido como “MC Mestrão”,  preso no dia 31 de março, suspeito de envolvimento com uma facção criminosa e apologia ao crime em canções, durante a Operação Ruptura CPX, em Cuiabá, ganhou a liberdade neste sábado (11).

Mestrão foi solto no início da tarde e foi recebido do lado de fora do Fórum por parentes e amigos. Com o alvará de soltura na mão, o MC mostrou sorriso no rosto.

Segundo a Polícia Civil, o suspeito interpretava músicas com referências diretas à organização criminosa e citava nas letras práticas ilícitas como os “salves” e golpes de estelionato.

As investigações também apontaram que o investigado mantinha contato com membros de alto escalão da facção e frequentava locais utilizados como pontos de encontro de integrantes do grupo.

Além disso, a polícia identificou indícios de que ele também prestava apoio logístico aos integrantes, incluindo a disponibilização de locais para ocultação de veículos de origem ilícita.

Mesmo liberado, Mestrão continua sendo investigado e deverá cumprir medidas cautelares para continuar com o benefício de soltura.

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