Política

Hemocentro Davi Almeida Franco marca novo capítulo na saúde de Várzea Grande – MT

Publicado em

Política

Várzea Grande vive um momento histórico com a entrega oficial do Hemocentro Davi Almeida Franco, inaugurado nesta terça-feira dia 25 de outubro de 2025 no coração do Grande Cristo Rei. O espaço, considerado um marco para a saúde pública do município, foi apresentado à população em um ato carregado de emoção e simbolismo.

O hemocentro homenageia o pequeno Davi Almeida Franco, cuja memória ressignifica a estrutura inaugurada. Seu nome, eternizado no prédio, representa amor, propósito e esperança. A escolha busca lembrar que cada doação de sangue é um gesto de solidariedade capaz de transformar histórias e salvar vidas.

A conquista do novo espaço é resultado de uma união institucional que envolveu diferentes lideranças políticas. Segundo o vereador Alessandro Moreira que classificou o momento como “marcado na história de Várzea Grande” a obra só foi possível graças ao trabalho conjunto e ao compromisso com a saúde da população.

O deputado estadual Dr. João foi um dos principais articuladores da iniciativa, atendendo prontamente ao pedido do vereador e garantindo, por meio de emenda parlamentar, os recursos necessários. A mobilização rápida e eficiente permitiu que o projeto avançasse sem entraves burocráticos.

A prefeita Flávia Moretti e a secretária de Saúde, Deisi, também foram citadas como peças fundamentais no processo. Segundo o parlamentar, ambas lideraram uma equipe comprometida, que não mediu esforços para transformar o hemocentro em realidade, desde a elaboração até a entrega da estrutura.

Com a inauguração, Várzea Grande ganha mais do que um equipamento público: conquista autonomia, dignidade e capacidade de fortalecer a rede de atendimento aos pacientes que dependem de transfusões. O município, que antes dependia de unidades externas, agora desenvolve seu próprio fluxo de coleta e processamento de sangue.

 

Para as autoridades presentes, o hemocentro representa um futuro mais humano e solidário. A doação de sangue, destacada como um ato que salva vidas, ganha novo incentivo com a estrutura própria da cidade. O vereador reforçou que o espaço é uma vitória coletiva e que a população será a maior beneficiada com esse avanço.

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Política

Famílias relatam dificuldades e cobram mais apoio a pessoas com ataxias

Publicados

em

A maior conscientização sobre as ataxias pode contribuir para reduzir o diagnóstico tardio, fortalecer a assistência aos pacientes e ampliar o acesso a novos tratamentos, segundo participantes de audiência pública realizada nesta quinta-feira (18) na Comissão de Ciência e Tecnologia (CCT). As ataxias são um grupo de distúrbios neurológicos caracterizados pela perda de coordenação motora.

A audiência foi realizada a pedido do presidente da comissão, senador Flávio Arns (PSB-PR), por meio do REQ 29/2025 – CCT. O debate tratou da criação do Dia Nacional de Conscientização sobre as Ataxias, cuja data internacional é celebrada em 25 de setembro.

Arns destacou que o tema ultrapassa a área da saúde e envolve também educação, assistência social, direitos humanos, ciência e tecnologia. Segundo ele, essa realidade exige atuação integrada do poder público.

Após ouvir relatos de pacientes e familiares, o senador defendeu a construção de uma pauta de reivindicações para orientar futuras ações. 

— Vamos transformar as intenções em realidade — declarou. 

Diagnóstico e pesquisa 

Professor da Universidade Federal do Ceará, Paulo Ribeiro Nóbrega ressaltou que o Brasil reúne condições estratégicas para pesquisas clínicas e para o desenvolvimento de novas terapias voltadas às doenças raras. Mas, segundo ele, a falta de conhecimento sobre essas condições dificulta o diagnóstico e o acesso ao tratamento. 

— A jornada hoje é uma epopeia, é um labirinto em que existe uma longa espera para o diagnóstico — disse. 

O coordenador-geral de Doenças Raras do Ministério da Saúde, Natan Monsores de Sá, citou a ampliação de projetos voltados ao sequenciamento genético para acelerar diagnósticos no Sistema Único de Saúde (SUS). Ele também informou que a pasta instituiu um grupo de trabalho para discutir doenças neurodegenerativas, incluindo as ataxias.  

De acordo com ele, a iniciativa busca estruturar uma linha de cuidado para orientar diagnósticos, atendimentos e serviços especializados. 

— O Ministério da Saúde está trabalhando em prol dessas pessoas e famílias — disse.   

Visibilidade e acesso  

Ao relatar a experiência da família, a diretora-geral do Instituto Brasileiro de Ataxias (IBrA), Fernanda Cenci Queiroz, chamou a atenção para os impactos emocionais, sociais e financeiros enfrentados por pacientes e cuidadores. Segundo ela, a busca por atendimento adequado ainda é marcada por dificuldades que vão do diagnóstico ao acesso a tratamentos e equipamentos especializados.

Fernanda defendeu maior apoio às famílias, adaptações no ambiente escolar e mais agilidade nos processos de incorporação de tecnologias.

— Nós, mães, precisamos abraçar os nossos filhos e pedir para eles terem paciência, que as coisas vão se resolver — ponderou.

A diretora-geral da Associação Brasileira de Ataxias Hereditárias e Adquiridas (Abahe), Marla Maia, ressaltou que o recente avanço de terapias para algumas formas da doença reforça a importância do diagnóstico precoce e do acesso rápido aos tratamentos. Para ela, a criação de uma data nacional pode ajudar a ampliar o conhecimento sobre a doença e fortalecer políticas públicas.  

— Estamos pedindo mais do que uma data no calendário. Estamos pedindo que as ataxias deixem de ser invisíveis — disse.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍTICA

POLÍCIA

ESPORTES

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA