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Investigação da Polícia Civil leva a condenação de suspeito a 16 anos de prisão por tentativa de homicídio

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Um homem de 26 anos, indiciado pela Polícia Civil por participar de uma tentativa de homicídio contra uma jovem no dia 11 de janeiro de 2024, em Nova Xavantina, foi condenado pela Justiça a 16 anos, três meses e 20 dias de reclusão.

O crime ocorreu em frente a um ginásio de esportes, na área central de Nova Xavantina, por volta das 15 horas. A vítima, na época com 24 anos, era reeducanda e estava no local trabalhando para uma empresa que presta serviços para a prefeitura.

Dois homens chegaram em uma motocicleta sem placas. Um desceu, foi até a jovem e a chamou pelo apelido. Após ela responder, o suspeito atirou diversas vezes, atingindo-a com quatro disparos. A jovem foi levada ao hospital municipal por testemunhas, e o atirador e o comparsa na moto fugiram.

Investigações

Assim que acionada, a Polícia Civil deu início às investigações do caso, identificando a participação de cinco pessoas no crime. Uma delas, menor de idade, seria quem apertou o gatilho. Todos teriam ligação com uma facção criminosa.

As investigações mostraram que a causa da tentativa de homicídio foi o fato de que a vítima queria sair da facção criminosa e, dias antes, teria se recusado a falar por telefone com um integrante do grupo.

O homem, condenado a 16 anos de prisão, é apontado como o piloto da motocicleta utilizada no cometimento do crime. A esposa dele também foi indiciada como participante do crime, por ter ajudado a esconder a motocicleta e contratar um veículo para retirar o marido de casa.

O mandado de prisão dele foi expedido no dia 29 de outubro deste ano e, desde então, a Polícia Civil está em busca do foragido.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia bloqueia R$ 2 milhões durante operação e prende 10 membros de facção criminosa em MT

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A Polícia Civil deflagrou, nesta quarta-feira (22), a Operação Hórus, com o objetivo de desarticular um núcleo de facção criminosa envolvido com o tráfico de drogas, a prática de tortura, a movimentação financeira ilícita e outros crimes graves em Guarantã do Norte.

São cumpridos em Guarantã do Norte, Novo Mundo e Paranaíta, 10 mandados de prisão preventiva, 12 mandados de busca e apreensão, além de medidas de bloqueio de contas bancárias e de sequestro de valores e bens pertencentes aos investigados.

As decisões judiciais autorizaram o bloqueio patrimonial de mais de R$ 2 milhões, com o objetivo de atingir a estrutura financeira do grupo criminoso e impedir que recursos provenientes de atividades ilícitas continuem sendo utilizados para financiar a facção.

Durante o cumprimento das ordens judiciais, também foram realizadas duas prisões em flagrante, sendo uma pelo crime de tráfico de drogas e outra por posse irregular de arma de fogo de uso permitido.

As investigações apontaram que os alvos integravam uma estrutura organizada, com divisão de funções, atuação coordenada e vínculos com uma facção criminosa. O grupo seria responsável pela comercialização de drogas, arrecadação de valores, apoio logístico e execução de outras atividades destinadas ao fortalecimento da organização criminosa no Guarantã do Norte e na região.

A Polícia Civil representou pela adoção das medidas cautelares, que foram deferidas pelo Poder Judiciário após manifestação favorável do Ministério Público, por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) de Sinop.

A operação mobilizou aproximadamente 50 policiais, entre delegados, investigadores e escrivães.

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