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Quatro faccionados são presos por porte ilegal de arma de fogo e ameaça em Cuiabá

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Policiais militares do 24º Batalhão prenderam em flagrante, quatro integrantes de uma facção criminosa, neste domingo (21.12), suspeitos por porte ilegal de arma de fogo e ameaça, em Cuiabá. Os militares recolheram um revólver calibre .38 com seis munições.

Durante patrulhamento tático e ostensivo na Operação Tolerância Zero, as equipes foram informadas de que os suspeitos teriam invadido uma residência, no bairro Jardim Passaredo, e ameaçado um homem, de 52 anos, de morte.

Conforme o relato da vítima, sua irmã estava no imóvel, flagrou os envolvidos e acionou a polícia. Ao perceberem que o homem não estava sozinho, os suspeitos fugiram da casa em duas motocicletas, em alta velocidade.

Com as características dos denunciados, os policiais militares reforçaram o policiamento na região e localizaram dois homens em uma moto Honda Biz, no bairro Tijucal. Durante abordagem, um homem foi flagrado com uma arma de fogo e diversas munições.

Em seguida, os militares abordaram outros dois suspeitos, também em uma moto Honda Biz. Todos envolvidos confessaram participação na ação criminosa. A quadrilha foi conduzida à delegacia para registro do boletim de ocorrência.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: PM MT – MT

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MC Mestrão preso por envolvimento com facção é solto neste sábado

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Odanil Gonçalo Nogueira da Costa, conhecido como “MC Mestrão”,  preso no dia 31 de março, suspeito de envolvimento com uma facção criminosa e apologia ao crime em canções, durante a Operação Ruptura CPX, em Cuiabá, ganhou a liberdade neste sábado (11).

Mestrão foi solto no início da tarde e foi recebido do lado de fora do Fórum por parentes e amigos. Com o alvará de soltura na mão, o MC mostrou sorriso no rosto.

Segundo a Polícia Civil, o suspeito interpretava músicas com referências diretas à organização criminosa e citava nas letras práticas ilícitas como os “salves” e golpes de estelionato.

As investigações também apontaram que o investigado mantinha contato com membros de alto escalão da facção e frequentava locais utilizados como pontos de encontro de integrantes do grupo.

Além disso, a polícia identificou indícios de que ele também prestava apoio logístico aos integrantes, incluindo a disponibilização de locais para ocultação de veículos de origem ilícita.

Mesmo liberado, Mestrão continua sendo investigado e deverá cumprir medidas cautelares para continuar com o benefício de soltura.

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