Cultura

Decreto reconhece a cultura gospel como manifestação cultural nacional

Publicado em

Cultura

O presidente Lula assinou nesta terça-feira (23) um decreto que reconhece a cultura gospel como manifestação cultural nacional. O objetivo é valorizar a expressão artística e promover o respeito à diversidade religiosa. O decreto amplia o reconhecimento institucional dessas manifestações e fortalece a visibilidade no cenário cultural nacional. Segundo o governo a iniciativa também ajuda ampliar e fortalecer políticas públicas ligadas à cultura gospel no país. 

Durante a assinatura, o presidente Lula destacou a importância da medida.

“Representa mais um passo importante de acolhimento e respeito à comunidade ao povo evangélico do Brasil. É um ato simples, mas com força simbólica muito profunda. Com esse decreto, o Estado brasileiro confirma que a fé também se expressa como cultura, como identidade, como história viva do nosso povo”.

O presidente também reforçou que o decreto faz parte de uma série de medidas do governo federal voltadas para a promoção da liberdade religiosa.

“Esse decreto se soma a outros gestos que reafirmam o compromisso do Estado brasileiro com a liberdade religiosa, com diálogo e com respeito. Foi com esse espírito que sancionei a lei da criação do Dia Nacional da Música Gospel em 2024. Foi com esse mesmo espírito que em 2009 criei o Dia Nacional da Marcha para Jesus”.

Já a ministra da Cultura Margareth Menezes ressaltou que a iniciativa está comprometida com o exercício dos direitos culturais pelos brasileiros.

“Reconhecemos a cultura gospel como manifestação da cultura nacional, ampliando e qualificando nossas políticas públicas de cultura. Estamos cumprindo o dever constitucional que determina que o Estado deve garantir a todos e a todas o pleno exercício dos direitos culturais”.

O Dia Nacional da Música Gospel é celebrado em 9 de junho, para marcar a presença do gênero na cultura e na religiosidade de milhões de brasileiros. A data faz referência ao nascimento da missionária sueca Frida Vingren. Ela também foi cantora e compositora, além de responsável pela criação de diversos hinos religiosos.

 


Fonte: EBC Cultura

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Cultura

No Pará, Festival Afro Maré abre espaço para culturas afro-amazônicas

Publicados

em

Uma mistura de ritmos e tradições afro-amazônicas vai ocupar o Caramanchão do Chapéu Virado em Mosqueiro (PA). O Festival Afro Maré reúne neste domingo (6), a partir do meio-dia, artistas de diferentes linguagens e culturas. Segundo o criador do projeto, Daniel ADR, busca valorizar as conexões entre território, ancestralidade e música.

“Quando a gente fala de cultura afro, muitas vezes o imaginário vai imediatamente para as manifestações tradicionais ou para as religiões de matriz africana, que são fundamentais, mas a nossa cultura negra também está no hip hop,  na rima, no break,  no tecnobrega, no caribó e em tantas outras expressões que foram construídas e ressignificadas pelo nosso povo.  Então o Afro Maré nasce desse encontro entre a ancestralidade e a contemporaneidade”.

O festival amplia o conceito de cultura afro para além das manifestações religiosas.

Mosqueiro tem população, tem artista, tem juventude, tem terreiros, tem cultura e tem uma produção cultural que acontece o ano inteiro. Quando a gente leva uma programação gratuita desse porte lá para Mosqueiro, a gente também está falando sobre direito à cultura e sobre a descentralização.  A população não pode precisar sempre se deslocar para o centro de Belém para ter acesso a grandes programações.

A programação gratuita no canal Manchão do Chapéu Virado em Mosqueiro conta com shows, DJs, batalhas de rima, apresentações de break e concursos de tecnobrega. 


Fonte: EBC Cultura

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍTICA

POLÍCIA

ESPORTES

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA