Cuiabá

Dra. Mara reforça combate à violência durante inauguração da Procuradoria da Mulher em Cuiabá

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Cuiabá

Marcely Alves | Assessoria da vereadora Dra. Mara 

A Câmara Municipal de Cuiabá inaugurou a Procuradoria da Mulher, um novo órgão voltado ao acolhimento, orientação e encaminhamento de demandas relacionadas aos direitos das mulheres. A iniciativa marca um avanço institucional e reforça a atuação do Legislativo na proteção feminina.

A Procuradoria terá como foco a escuta qualificada, o apoio institucional e o encaminhamento de casos aos órgãos competentes, atuando de forma integrada à rede de proteção do município.

Durante o evento, a procuradora Maria Avalone destacou a importância da estrutura. “A Procuradoria nasce com o propósito de acolher, orientar e dar suporte às mulheres que necessitam de apoio”, afirmou.

A vereadora Dra. Mara (Podemos) ressaltou o papel do órgão no enfrentamento à violência contra a mulher.

“Estamos ampliando os mecanismos de proteção e garantindo um espaço seguro para que as mulheres possam buscar ajuda. É um instrumento efetivo no combate à violência”, declarou.

A estrutura da Procuradoria da Mulher é composta pela procuradora Maria Avalone, pela procuradora-adjunta Maysa, pela segunda adjunta Michely e pelo subprocurador Eustáquio.

A criação do órgão fortalece a rede de atendimento e amplia o acesso das mulheres cuiabanas a suporte, orientação e proteção.

Fonte: Câmara de Cuiabá – MT

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Fávaro pede remoção de reportagens e direito de resposta após ação movida por pesquisadora

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O senador Carlos Fávaro (PSD) informou, nesta segunda-feira (20), que ingressou com uma representação na Justiça Eleitoral para solicitar a retirada de reportagens que relacionam seu nome a uma ação de indenização proposta por uma pesquisadora em Cuiabá. Além da remoção das publicações, o parlamentar requer a concessão de direito de resposta nos mesmos veículos de comunicação.

Em nota, Fávaro afirma que as matérias fazem parte de uma campanha de desinformação com objetivo de prejudicar sua imagem durante o período eleitoral.

“O que assistimos nos últimos dias foi uma tentativa deliberada e orquestrada de associar o meu nome a uma denúncia com o nítido objetivo de gerar prejuízo político em pleno período eleitoral”, declarou.

Segundo a defesa do senador, o contrato para a realização da pesquisa foi firmado entre o Diretório Estadual do PSD de Mato Grosso e a empresa Rumo Serviços Publicitários Ltda., responsável pela execução do trabalho e pela contratação das equipes de campo. Os advogados sustentam que Fávaro não participou da contratação nem da gestão dos pesquisadores envolvidos.

Na representação, a defesa também questiona aspectos formais da ação de indenização apresentada pela pesquisadora, argumentando que documentos como a procuração e a declaração de hipossuficiência teriam sido protocolados sem assinatura.

Entenda o caso

A manifestação do senador ocorre após uma pesquisadora ajuizar uma ação na Justiça em que pede indenização de R$ 65,6 mil. No processo, ela afirma ter sido contratada para atuar em uma pesquisa de opinião pública com remuneração mensal de R$ 1,8 mil, mas alega que, posteriormente, o modelo de pagamento foi alterado para diárias de R$ 75 condicionadas ao cumprimento de metas.

A autora da ação também sustenta que passou a receber apenas pelas entrevistas consideradas válidas, sem que houvesse critérios claros para a aprovação dos questionários, e afirma ter realizado 499 entrevistas durante o período em que trabalhou.

Entre as alegações apresentadas à Justiça, a pesquisadora afirma ainda que os entrevistadores eram orientados, por meio de um grupo de WhatsApp, a enviar fotografias para comprovar a realização das entrevistas, situação que, segundo ela, os expunha a riscos durante o trabalho. Ela também relata que não havia fornecimento de água potável para a equipe durante a jornada.

O processo segue em tramitação. A juíza Ana Cristina Silva Mendes determinou o encaminhamento do caso ao Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc), onde as partes poderão buscar uma solução consensual antes do prosseguimento da ação.

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