Polícia
Vereador é alvo de busca da Polícia Civil em investigação de assassinato de jovem em boate
Polícia
Conteúdo/ODOC – A Polícia Civil cumpriu, nesta terça-feira (2), um mandado de busca e apreensão contra o vereador de Poxoréu Tulio César (Republicanos) no âmbito das investigações sobre o assassinato de Lavignia Gabrielly Guimarães Coutinho, morta a tiros dentro de uma casa noturna da cidade em maio deste ano.
Tulio César assumiu uma cadeira na Câmara Municipal nesta semana, após o afastamento por licença de 60 dias do vereador Leônidas Barcelos (Republicanos). Em nota, ele negou qualquer envolvimento no crime investigado pela Polícia Civil.
Lavignia foi assassinada na madrugada de 10 de maio. De acordo com as investigações, ela havia acabado de chegar à casa noturna quando foi surpreendida por um homem que se aproximou por trás e efetuou disparos contra sua cabeça.
Mesmo após a vítima cair no chão, o criminoso teria feito um novo disparo e fugido logo em seguida. O autor dos tiros ainda não foi oficialmente identificado pela polícia.
No dia seguinte ao homicídio, um homem conhecido pelo apelido de “Bin Laden” foi preso em Rondonópolis, suspeito de participação no crime.
Ele foi localizado em uma residência no bairro Parque São Jorge após denúncias. Aos policiais, afirmou que deixou Poxoréu depois de tomar conhecimento do assassinato por meio de familiares, mas negou qualquer envolvimento no caso.
A Polícia Civil não divulgou detalhes sobre o conteúdo apreendido durante a operação nem sobre o possível vínculo do vereador com a investigação. Segundo a corporação, as informações estão sob sigilo para não comprometer o andamento das diligências.

Leia a nota na íntegra:
Diante das notícias veiculadas recentemente envolvendo meu nome, realizadas de forma irresponsável por veículo de mídia, venho a público esclarecer que recebi com surpresa as informações divulgadas e afirmo que não tenho qualquer participação no fato investigado pelas autoridades.
Respeito integralmente o trabalho da Polícia Civil e coloco-me à disposição para colaborar com todos os esclarecimentos que se fizerem necessários, confiando que a verdade será devidamente apurada no decorrer das investigações.
Reitero meu compromisso com a legalidade, a transparência e o exercício responsável da função pública que me foi confiada e que exerço há mais de 8 anos.
Neste momento, peço respeito ao devido processo legal e ao princípio da presunção de inocência, princípios fundamentais garantidos pela Constituição Federal. Tenho plena confiança de que os fatos serão esclarecidos. Ainda informo que todas as medidas judiciais estão sendo tomadas pelos meus advogados para os esclarecimentos dos fatos o mais breve possível.
Túlio César
Poxoréu, 03 de junho de 2026.
Polícia
Prefeito é agredido durante evento e policial penal com sinais de embriaguez acaba detido
Conteúdo/ODOC – Um policial penal foi detido na noite de quinta-feira (3) após se envolver em uma confusão com o prefeito em exercício de Água Boa (730 km a leste de Cuiabá), Ari Zandoná, durante um evento político no município. O gestor foi atingido na cabeça por um copo e sofreu um corte.
Segundo informações da Polícia Militar, o caso ocorreu durante um adesivaço. A confusão teria começado depois que o policial penal reclamou que o veículo do prefeito estava estacionado em frente à entrada de sua garagem.
Em depoimento à PM, Ari relatou que foi avisado de que um homem estaria riscando seu veículo. Ao se aproximar, constatou que se tratava do policial penal e afirmou que o empurrou para impedir que ele continuasse danificando o carro.
Na sequência, conforme o relato do prefeito, o policial penal arremessou um copo em sua direção. O objeto atingiu Ari na cabeça e provocou um corte. Ele recebeu atendimento médico e passa bem.
De acordo com o boletim de ocorrência, o policial penal apresentava sinais visíveis de embriaguez. Após a confusão, a Polícia Militar entrou em contato com ele e tentou convencê-lo a comparecer à delegacia para prestar esclarecimentos, mas o servidor encerrou a ligação.
Pouco depois, os militares ouviram um disparo de arma de fogo vindo do interior da residência do policial penal. Diante da situação, a equipe iniciou uma negociação para que ele deixasse o imóvel.
Após alguns minutos, o policial abriu o portão da casa e foi contido pela equipe.
Durante buscas no imóvel, os militares apreenderam uma pistola Glock G19, calibre 9 mm, pertencente à Polícia Penal de Mato Grosso, além de dois carregadores. Um deles continha 14 munições e o outro, 15, totalizando 29.
O policial penal foi encaminhado à delegacia, juntamente com a arma e as munições apreendidas, para as providências cabíveis.
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