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Prefeitura de Várzea Grande inicia manutenção emergencial na Avenida Leôncio Lopes para garantir segurança viária

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A Prefeitura de Várzea Grande, por meio da Secretaria Municipal de Viação e Obras, iniciou nesta sexta-feira (17) uma manutenção paliativa e emergencial na Avenida Leôncio Lopes de Miranda, localizada na região do bairro Primavera.

Os reparos serão executados com recursos próprios e têm caráter exclusivamente emergencial, com o objetivo de restabelecer as condições de trafegabilidade e garantir a segurança dos motoristas.

De acordo com o secretário interino de Viação e Obras, Juliano Machado, a intervenção também busca evitar o agravamento dos problemas existentes na via.

“Essa intervenção tem o objetivo de preservar a segurança viária e proporcionar melhores condições de tráfego a quem utiliza a Avenida Leôncio Lopes, além de evitar a evolução dos danos existentes”, destacou.

Durante a semana, o Município emitiu uma nova notificação extrajudicial à empresa Terraplanagem Centro-Oeste (TCO), responsável pela execução da obra na Avenida Leôncio Lopes de Miranda, comunicando que realizaria intervenções emergenciais na via.

Na notificação, a Prefeitura esclarece que a execução dos reparos não representa a aceitação definitiva da obra nem isenta a empresa de suas responsabilidades contratuais. Como a obra ainda está no período de garantia, conforme previsto em contrato, a TCO poderá ser obrigada a ressarcir os cofres públicos pelos custos da intervenção.

Em 2025, durante vistorias realizadas pela equipe de engenharia da Secretaria Municipal de Viação e Obras, foram identificadas manifestações patológicas na pavimentação, com destaque para deformações plásticas, conhecidas como “borrachudos”, além da formação de buracos na pista de rolamento, comprometendo as condições de trafegabilidade e a segurança dos usuários da via.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Janaina diz que Várzea Grande “não é extensão de Cuiabá” e cobra serviços públicos de qualidade

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A candidata ao Senado Janaina Riva (MDB) defendeu mais investimentos e estrutura própria de serviços públicos para Várzea Grande e afirmou que o município não pode ser tratado como uma extensão de Cuiabá. A declaração ocorreu durante agenda política nos bairros Mapim e Chapéu do Sol, na segunda-feira (1º).

Para Janaina, a população várzea-grandense precisa ter acesso aos mesmos padrões de atendimento encontrados na Capital, especialmente em áreas consideradas essenciais.

“Várzea Grande não pode ser auxiliar de Cuiabá, porque não é extensão de Cuiabá. Os serviços ofertados em Cuiabá têm que ser ofertados na mesma qualidade aqui, porque aqui é a segunda maior cidade do estado e nós vamos lutar por isso”, afirmou.

A saúde foi apontada pela candidata como um dos principais problemas enfrentados atualmente pela população. Janaina também criticou a falta de creches e de escolas em período integral e afirmou que existe uma contradição entre a riqueza produzida por Mato Grosso e a desigualdade vivida por parte da população.

“Não é justo tantos ganhando tanto, usufruindo das benesses do poder e não ter creche pros nossos filhos, não ter escola em período integral… Ter uma saúde como é a saúde de Várzea Grande, uma das piores do estado de Mato Grosso”, disse.

Outro ponto levantado durante a agenda foi a falta de água na Baixada Cuiabana. Janaina defendeu a ampliação da utilização de poços artesianos e melhorias na distribuição, além de destacar o déficit habitacional de Cuiabá e Várzea Grande.

Segundo ela, a região também enfrenta dificuldades diante da ausência de programas habitacionais capazes de atender famílias que vivem em situação de vulnerabilidade, enquanto os preços dos aluguéis pressionam ainda mais o orçamento da população.

Segurança e proteção às mulheres

Na área da segurança pública, Janaina lembrou ações que, segundo ela, foram articuladas durante sua passagem pela Assembleia Legislativa, como a implantação da Delegacia da Mulher 24 horas e a chegada do Instituto Médico Legal (IML) a Várzea Grande.

A candidata afirmou que ainda existem dificuldades no atendimento a vítimas de violência, especialmente crianças, e criticou a necessidade de deslocamento de profissionais para a realização de perícias.

“Até hoje, uma criança violentada aqui em Várzea Grande, às vezes tem que esperar 12 horas para vir um perito para Várzea Grande para poder fazer um laudo com uma criança violentada. É uma vergonha”, declarou.

 

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