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CCS debate educação midiática e letramento digital nesta segunda

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O Conselho de Comunicação Social (CCS) promove audiência pública na segunda-feira (9), às 9h30, para debater educação midiática e letramento digital. A presidente do Conselho, Patrícia , propôs a audiência para aproveitar a 4ª Semana Brasileira de Educação Midiática, que vai de 4 a 11 de novembro e é organizada pela Secretaria de Comunicação da Presidência da República e pelo Ministério da Educação.

Na reunião que aprovou o requerimento, Patrícia Blanco destacou a importância do tema para a proteção de crianças e adolescentes, a melhoria do ambiente informacional e o combate à desinformação. Segundo ela, a audiência será uma oportunidade para discutir como preparar os cidadãos para os desafios do ambiente digital.

Confirmaram a presença o professor da Universidade de Brasília (UnB), Fernando Oliveira Paulino; a representante da Diretoria de Inovação e Tecnologia do Instituto Anísio Teixeira, Carla Azevedo de Aragão; e a sócia-fundadora da Associação Brasileira de Pesquisadores e Profissionais em Educomunicação (ABPEducom), Cristiane Parente de Sá Barreto. 

Reunião deliberativa

Na segunda-feira, às 14h, o CCS também discutirá temas relacionados à comunicação e ao setor audiovisual. Estará em debate o projeto de lei (PL) 3.283/2025, que inclui o Conselho entre os órgãos destinatários de comunicações sobre indisponibilização de conteúdo sem ordem judicial.

Também estão previstos relatórios sobre a implementação da Norma Regulamentadora nº1, do Ministério do Trabalho, no setor audiovisual; sobre as regras para a comunicação pública em período eleitoral; e sobre a remuneração de conteúdo jornalístico. A reunião inclui ainda informes das comissões temáticas e comunicações dos conselheiros.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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Bolsonaristas de Mato Grosso apoiam candidatura de Rogério Marinho a presidente do Senado

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enadores eleitos e em mandato por Mato Grosso apoiam a candidatura do Rogério Marinho (PL-RN) para presidente do Senado, a partir de 2027. Wellington Fagundes, José Medeiros e o suplente eleito Odílio Balbinotti participaram ontem (4) da reunião do Partido Liberal (PL) de lançamento de candidatura de Marinho. 

Eles defendem a escolha de Marinho para presidente da Mesa Diretora como parte sequencial da estratégia que iniciou com as campanhas eleitorais e sucesso na montagem da maior bancada bolsonarista no Senado. 

José Medeiros afirmou em suas redes sociais que a eleição de Marinho “passa obrigatoriamente pelo resgate da democracia, por um parlamento que faça cumprir a Constituição e que não assista passivamente ela [a democracia] ser destruída”. 

Ele faz referência aos pedidos de impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) por atos considerados por parte dos congressistas como inconstitucionais. Medeiros mesmo é autor de alguns pedidos, principalmente do ministro Alexandre de Moraes. 

Porém, o mais recente, na semana seguinte ao segundo turno da eleição presidencial, foi contra o ministro Cristiano Zanin, que autorizou a extensão do horário de votação, sem, segundo o parlamentar, justificar o motivo da ordem. 

A articulação para a eleição da Mesa Diretora do Senado inicia com três candidaturas. Além de Rogério Marinho, o atual presidente Davi Alcolumbre (União Brasil-AP) tenta permanecer no cargo, e a senadora Tereza Cristina (PP-MS), ex-ministra da Agricultura de Jair Bolsonaro, quer ser a primeira mulher eleita ao cargo. 

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