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Diversidade de espécies e práticas sustentáveis dão tom na Vitrine Tecnológica da Expoagro

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A Vitrine Tecnológica será uma das atrações centrais da 57ª Feira Industrial, Comercial e Agropecuária de Mato Grosso (Expoagro), que ocorre de 11 a 20 de julho no Centro de Eventos Senador Jonas Pinheiro, em Cuiabá. A ideia é dar a oportunidade ao público de conhecer e manusear mudas de banana, mandioca, hortaliças, gramíneas e leguminosas usadas na alimentação animal, além de culturas com potencial comercial ainda pouco explorado.

Neste ano, a Vitrine Tecnológica da Expoagro está sendo realizada pelo Sindicato Rural de Cuiabá com apoio do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural de Mato Grosso (Senar-MT), Prefeitura Municipal de Cuiabá e Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT). Entre as novidades, está o campo agrostológico, uma área destinada exclusivamente à demonstração de espécies forrageiras.

“Vamos acompanhar o desenvolvimento das forrageiras e entender como elas se adaptam aos sistemas de produção animal em Mato Grosso”, antecipou João Costa Júnior, professor Dr. do Departamento de Zootecnia e Extensão Rural da UFMT – Campus Cuiabá.

A Vitrine Tecnológica permitirá que o público veja de perto o ciclo de cada cultura, entendendo suas aplicações no sistema produtivo e conferindo a importância da diversificação agrícola. A ação conjunta entre sindicato rural, Senar MT, Prefeitura e UFMT reflete o compromisso da Expoagro 2025 com o desenvolvimento rural sustentável, a inovação no campo e a valorização da ciência aplicada à produção.

A 57ª Expoagro é realizada pelo Sindicato Rural de Cuiabá em parceria com a Ditado Produções. O evento recebe apoio do Governo do Estado de Mato Grosso, da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) e das federações do setor produtivo: Famato, Fiemt e Fecomércio.

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Levantamento indica que a produção deve somar 332,7 milhões de toneladas

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O Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA), divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE), indica que a produção nacional de grãos, cereais e leguminosas deve somar 332,7 milhões de toneladas, queda de 3,7% em relação à safra de 2025, que alcançou 345,6 milhões de toneladas.

A retração prevista está concentrada em culturas com forte impacto sobre a logística agrícola, como milho, trigo, arroz, sorgo e algodão. A soja, principal commodity do país, aparece como exceção, com projeção de crescimento de 1,1%, o que ajuda a atenuar os efeitos da redução total sobre o escoamento da produção.

Mesmo com o recuo, o volume projetado mantém o Brasil em um patamar historicamente elevado de produção, o que preserva a relevância do Transporte Rodoviário de Cargas (TRC) no escoamento da safra. A avaliação do setor é que a comparação com 2025, um ano atípico, distorce a leitura isolada dos números e exige análise mais estrutural do comportamento logístico.

Além do volume transportado, o impacto da safra sobre o TRC está relacionado à dinâmica de armazenagem, redistribuição de estoques e exportação. Em alguns casos, uma produção menor pode exigir maior eficiência operacional, com reorganização de rotas, melhor uso da frota e integração mais intensa entre produtores, cooperativas e transportadoras.

No Norte do Paraná, região estratégica para o fluxo de grãos, a expectativa é de adaptação, e não de retração logística. A área, que tem Londrina como um de seus principais polos, conecta zonas produtoras a corredores rodoviários relevantes e aos principais mercados consumidores e portos do país. Essa posição geográfica tende a amortecer oscilações pontuais da produção.

A logística regional já opera com planejamento sazonal, o que permite ajustes de frota e redistribuição de cargas conforme a variação da safra. Além disso, a diversificação da matriz transportada reduz a dependência exclusiva dos grãos, contribuindo para maior estabilidade do setor ao longo do ano.

A avaliação do setor é que o desempenho logístico em 2026 dependerá menos do volume absoluto da safra e mais da capacidade de antecipação e coordenação entre os agentes da cadeia. Planejamento, troca de informações e investimentos em infraestrutura seguem como fatores determinantes para manter a eficiência do escoamento agrícola, mesmo em um cenário de leve retração produtiva.

Fonte: Pensar Agro

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