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Exposição “Cuiabá em Cores” celebra diversidade cultural da capital com mostra de artistas locais

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A arte como expressão da identidade cuiabana ganha destaque a partir do dia 2 de abril com a abertura da exposição “Cuiabá em Cores – Onde o Calor Vira Arte”, no Museu do Morro da Caixa D’Água Velha, no Centro-Sul da capital. A mostra segue aberta para visitação gratuita até o dia 25 de maio de 2026.

Reunindo 24 artistas cuiabanos e mato-grossenses, a exposição apresenta diferentes estilos e técnicas, como acrílica sobre tela e madeira, além de aquarela, em obras que traduzem múltiplos olhares sobre a cidade, suas paisagens, cultura e memória.

A proposta, segundo a curadora e artista plástica Ellém Pellicciari, é proporcionar uma experiência sensível e afetiva ao público. “O público terá uma experiência de muita sensibilidade, onde, através das pinturas, estará em contato com os lugares, a cultura cuiabana e a sua história. É um convite a mergulhar em uma leitura poética das imagens”, afirma.

A abertura oficial ocorre no dia 2 de abril, às 15h30, com coquetel que reúne artistas, autoridades e convidados. A visitação segue de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h.

Para o secretário municipal de Desenvolvimento Econômico, Trabalho, Turismo e Agricultura, Fernando Medeiros, a exposição reforça a riqueza cultural da capital. “Esta exposição é uma homenagem a Cuiabá, uma cidade multicultural e diversificada, formada por várias vertentes culturais. Nada mais apropriado do que o tema ‘Cuiabá em Cores’, que traz diferentes visões e técnicas para retratar a mesma cidade, que se revela única para cada um de seus habitantes”, destaca.

Além de celebrar o aniversário da cidade, a mostra também fortalece a valorização dos artistas locais. “Vai além de apresentar talentos. É uma forma de fortalecer a nossa cultura, reunindo diferentes olhares que traduzem o que há de especial em Cuiabá. Cada obra ajuda a preservar a memória dessa terra”, completa a curadora.

A exposição integra a política cultural da Prefeitura de Cuiabá para o Museu do Morro da Caixa D’Água Velha, que tem se consolidado como um dos principais espaços de promoção artística da capital. Sob gestão municipal, o local vive um período de intensa programação, com diversas mostras e um fluxo crescente de visitantes, chegando a abrigar múltiplas exposições simultaneamente.

A iniciativa reforça o compromisso de democratizar o acesso à arte e ampliar a visibilidade da produção contemporânea local, transformando o museu em um espaço vivo, plural e acessível à população.

SERVIÇO
O quê: Exposição “Cuiabá em Cores – Onde o Calor Vira Arte”
Quando: Abertura em 02 de abril de 2026, às 15h30 | Visitação até 25 de maio de 2026
Onde: Museu do Morro da Caixa D’Água Velha – Rua Nossa Senhora de Santana, esquina com a Rua Comandante Costa, Centro-Sul, em frente à Contaud – Cuiabá
Entrada: Gratuita
Visitação: De segunda a sexta-feira, das 8h às 17h

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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José Riva chama Mauro de “falso moralista” e defende denúncia de Janaina sobre caso da Oi

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O ex-presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, José Geraldo Riva, elevou o tom contra o ex-governador Mauro Mendes (União) em meio à disputa eleitoral de 2026. Em declaração divulgada pela Gazeta Digital, Riva classificou Mauro como “falso moralista” ao comentar a Operação Heritage, que investiga um suposto esquema envolvendo um acordo firmado entre o Governo de Mato Grosso e a empresa de telefonia Oi.

A investigação apura possíveis irregularidades em um acordo judicial e administrativo que envolveu aproximadamente R$ 308 milhões. A operação foi deflagrada pela Polícia Federal por determinação do Supremo Tribunal Federal (STF) e teve entre as medidas cumpridas a apreensão do passaporte de Mauro Mendes.

Riva saiu em defesa da denúncia apresentada por sua filha, a deputada estadual Janaina Riva (MDB), que atualmente disputa uma vaga ao Senado e tem Mauro como um de seus principais adversários na corrida eleitoral. Segundo o ex-deputado, a denúncia não foi vazia e teria elementos suficientes para justificar a abertura da investigação.

“Quando o STF determina essa operação, é lógico que eles viram fundamento. Não é porque a Janaina fez uma denúncia vazia. Ela existe: são R$ 308 milhões que, comprovadamente, parte foi desviada”, afirmou.

Ao atacar Mauro, Riva também fez referência ao discurso de cobrança moral adotado pelo ex-governador contra adversários políticos. Para ele, antes de apontar erros de outras pessoas, Mauro deveria observar também a própria trajetória e as acusações que agora estão sob investigação.

“Antes de você falar dos outros, você tem que olhar para si. É muito fácil chegar aqui e atacar todo mundo, mas a gente tem que olhar também para nossas práticas”, disparou.

O ex-presidente da Assembleia ainda recorreu ao conhecido ditado “faça o que eu falo, mas não o que eu faço” para reforçar a crítica e afirmou que qualquer pessoa que cometer irregularidades deve responder perante a Justiça, independentemente de posição política.

“A gente erra, a gente paga. Eu paguei, ele vai pagar, e todo mundo que errar está sujeito a pagar perante a Justiça. Não é o Mauro, é o Mauro, é o Lula, é todo mundo que errar”, declarou.

Riva também mencionou os ataques que, segundo ele, sua família sofreu ao longo dos anos e citou nominalmente sua esposa, Janete Riva, afirmando que ela teria sido alvo de críticas de Mauro.

A manifestação ocorre em um momento de forte acirramento entre Mauro Mendes e Janaina Riva. A deputada é uma das principais adversárias do ex-governador na disputa pelo Senado, e o caso envolvendo a Oi se tornou mais um ponto de confronto entre os dois grupos políticos.

Mauro, por sua vez, nega ter obtido qualquer vantagem indevida no acordo e classifica as acusações como uma “armação política” e uma tentativa de desgastá-lo eleitoralmente. Segundo a versão do ex-governador, o entendimento com a Oi teria encerrado um litígio considerado vantajoso para os cofres públicos.

A Operação Heritage investiga justamente se o acordo foi utilizado para mascarar repasses e eventual lavagem de dinheiro público. As apurações apontam que cerca de R$ 308,1 milhões foram movimentados por meio de fundos de investimento e empresas interpostas. Até o momento, as suspeitas são objeto de investigação e não representam condenação dos envolvidos.

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