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Integrantes do governo da Paraíba conhecem gestão do Cuiabá Prev

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O secretário adjunto do Cuiabá Prev, Fernando Jorge Mendes de Oliveira, recebeu na manhã desta quinta-feira (23) o presidente da Paraíba Previdência, José Antônio Cavalcanti, e o diretor administrativo e financeiro, Frederico Cavalcanti. Ambos vieram conhecer as boas práticas de gestão do sistema previdenciário de Cuiabá, considerado uma referência nacional entre municípios e estados. Clique AQUI

O presidente da Paraíba Previdência, José Antônio Cavalcanti, explicou que o sistema previdenciário no estado do Nordeste opera em regime de autarquia. Um dos grandes desafios, segundo ele, é aprimorar o sistema de informatização para garantir mais celeridade nos atendimentos e pagamentos. Por isso, veio a Cuiabá para conhecer o modelo adotado pelo município, que considera exitoso.

“Nós viemos conhecer melhor a gestão do sistema previdenciário de Cuiabá. Na Paraíba, somos uma autarquia. Pelas conquistas e melhorias obtidas aqui nos últimos anos, queremos fazer algo semelhante na Paraíba para atender melhor a população. A nossa meta é informatizar a Paraíba Prev. Já vencemos algumas etapas e viemos buscar métodos administrativos para implantá-los em nosso estado.”

O diretor administrativo e financeiro da Paraíba Prev, Frederico Cavalcanti, elogiou a estrutura e a eficiência da gestão do sistema previdenciário de Cuiabá.

“Fizemos essa visita técnica para replicar boas práticas. Temos acompanhado à distância que a gestão do Cuiabá Prev vem sendo reconhecida pelo Ministério da Previdência pela eficiência. O que mais chama a atenção é que o órgão não se assemelha a uma repartição pública tradicional. O Cuiabá Prev funciona de forma leve, com características de iniciativa privada. É um modelo eficiente que não onera o caixa do município.”

O secretário adjunto do Cuiabá Prev, Fernando Jorge Mendes de Oliveira, afirmou que é uma honra e satisfação contribuir com a elaboração de planos previdenciários de outros municípios e estados. “É a maior prova de que estamos na linha correta de trabalho. Estamos de portas abertas para compartilhar o conhecimento e as boas práticas”, destacou.

Esta é a segunda vez, em 2025, que o Cuiabá Prev recebe representantes do Nordeste para apresentar seu modelo de gestão. Em fevereiro, o secretário adjunto Fernando Jorge Mendes de Oliveira recebeu técnicos de São Luís, capital do Maranhão.

#PraCegoVer

A foto mostra o secretário adjunto do Cuiabá Prev, Fernando Jorge Mendes de Oliveira, sentado em uma cadeira almofadada de cor preta e apoiado em uma mesa de madeira. O ambiente é um escritório. O presidente da Paraíba Previdência, José Antônio Cavalcanti, e o diretor administrativo e financeiro, Frederico Cavalcanti, também estão sentados. Ambos vestem camisas sociais azuis e prestam atenção às declarações.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Impasse entre vereadores e Abilio trava LDO; emendas seguem em negociação

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Vereadores de Cuiabá e o prefeito Abilio Brunini (PL) ainda não chegaram a um acordo sobre a inclusão de emendas que atendam reivindicações de servidores municipais na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2027. Enquanto parte dos parlamentares defende registrar as demandas das categorias no texto, o prefeito pediu que as reivindicações sobre carreiras, cargos e salários sejam negociadas diretamente com o Executivo, sem especificação na lei. O impasse mantém a Câmara à espera de uma nova versão da LDO e impede o avanço da Lei Orçamentária Anual (LOA).

A primeira proposta enviada pela Prefeitura foi rejeitada pelos vereadores em segunda votação. Agora, o Legislativo aguarda que Abilio encaminhe um novo texto para retomar a tramitação. A presidente da Câmara, Paula Calil (PL), explicou que a LOA depende da aprovação da LDO e, por isso, também está suspensa.

A divergência ficou evidente em uma reunião entre o prefeito e os parlamentares. Segundo o vereador Rafael Ranalli (PL), integrante da base de Abilio, o Executivo teme que a inclusão de emendas específicas para diferentes categorias comprometa o orçamento do próximo ano. A orientação do prefeito é que os vereadores levem as reivindicações diretamente a ele, para que sejam discutidas individualmente ao longo de 2027.

“O prefeito não quer especificar na LDO tal categoria, tal categoria, tal categoria, porque senão vai ter uma enxurrada de emendas. Vai ficar comprometido o orçamento do ano que vem”, afirmou Ranalli.

O pedido, no entanto, esbarra no interesse de vereadores em contemplar setores que já procuraram o Legislativo em busca de valorização profissional. A vereadora Michely Alencar (União), independente e ex-integrante da base do prefeito, disse que algumas categorias já tinham discutido reivindicações com o município e que os parlamentares precisam considerar essas demandas.

“Os vereadores têm os públicos para atender, têm os setores. E havia, no início do ano, já um pré-acordo feito com algumas categorias. Então, a gente realmente está nesse impasse”, declarou.

Michely afirmou que compreende a preocupação da Prefeitura com a disponibilidade de recursos, mas defende um meio-termo: nem a ausência de emendas, como pede o prefeito, nem a inclusão de todas as reivindicações sem garantia de que poderão ser executadas. “Não dá para não fazer nenhuma emenda e não dá também para nós fazermos emenda e sabermos que essas emendas não serão viabilizadas”, disse.

Eleito para assumir a presidência da Câmara no próximo biênio, Ilde Taques (Podemos) afirmou que as negociações continuam e que os vereadores também consideram a situação financeira do município para o próximo ano. Segundo ele, Abilio estima uma redução de aproximadamente R$ 300 milhões em repasses federais para Cuiabá, o que poderia limitar a capacidade de atendimento das emendas.

“Eu acredito que nós vamos chegar num consenso”, afirmou Ilde.

Enquanto a nova proposta não chega, a Câmara não tem previsão para retomar a votação. Paula Calil ressaltou que, após o recebimento da LDO, ainda será necessário cumprir os prazos para apresentação de emendas e realizar audiências públicas antes da análise da LOA. A presidente defendeu que Executivo e Legislativo cheguem a um entendimento para que a divergência não comprometa o planejamento do município para 2027.

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