Cuiabá
Prefeito e primeira-dama de Cuiabá lamentam morte de Odílio Balbinotti aos 84 anos
Cuiabá
O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini, e a primeira-dama, Samantha Iris, manifestam profundo pesar pelo falecimento do empresário e político Odílio Balbinotti, ocorrido nesta quarta-feira (4), aos 84 anos, em Rondonópolis (MT).
Empreendedor visionário, Odílio Balbinotti foi responsável pela consolidação da Atto Sementes, com sede administrativa em Rondonópolis, tornando a empresa uma das principais referências do mercado de sementes do Brasil e contribuindo de forma significativa para o desenvolvimento econômico do município. Na vida pública, exerceu os cargos de vereador e presidente da Câmara Municipal de Barbosa Ferraz (PR), foi prefeito do município por dois mandatos e deputado federal pelo Paraná por quatro mandatos consecutivos, entre 1995 e 2015.
Pai do empresário Odílio Balbinotti Filho, deixa um legado marcado pelo trabalho, liderança e compromisso com o desenvolvimento regional e nacional.
“Com profundo pesar, nos solidarizamos com a família Balbinotti neste momento de dor e despedida, reconhecendo a importância de sua trajetória empresarial e pública, que deixa contribuições relevantes para a sociedade”, afirmaram o prefeito e a primeira-dama.
Neste momento de luto, Abilio Brunini e Samantha Iris expressam solidariedade aos filhos, familiares e amigos, desejando conforto, força e consolo a todos.
O velório será realizado a partir das 6h, e o sepultamento ocorrerá às 16h, no Cemitério da Vila Aurora, em Rondonópolis (MT).
Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT
Cuiabá
Dra. Mara cobra soluções para pontos finais precários do transporte coletivo em Cuiabá
Fiscalizações realizadas pela vereadora revelaram problemas estruturais, falta de manutenção e condições precárias enfrentadas por motoristas e usuários; audiência buscou identificar responsáveis e cobrar soluções
A situação dos pontos finais do transporte coletivo de Cuiabá esteve no centro de uma audiência pública realizada nesta quarta-feira (3), na Câmara Municipal.
Convocado pela vereadora Dra. Mara, o debate reuniu representantes da Prefeitura, órgãos de fiscalização, concessionárias, trabalhadores e usuários do sistema para discutir problemas que, segundo a parlamentar, se arrastam há anos sem solução definitiva.
A audiência teve como ponto de partida fiscalizações realizadas pela própria vereadora em diferentes regiões da Capital. Durante as visitas, foram constatadas estruturas deterioradas, banheiros em condições inadequadas de uso e ausência de espaços apropriados para descanso e alimentação dos motoristas.
Ao apresentar os relatos, Dra. Mara questionou quem responde pela manutenção dos pontos finais e quais medidas efetivas estão sendo adotadas para corrigir as irregularidades encontradas.
“O que vimos em campo demonstra uma realidade que não pode ser ignorada. Existem trabalhadores cumprindo jornadas extensas sem a estrutura mínima necessária, enquanto a população também enfrenta dificuldades diariamente. Precisamos identificar responsabilidades e cobrar providências”, afirmou.
Durante o debate, uma das principais questões levantadas foi justamente a divisão de atribuições entre o município, as empresas concessionárias e os órgãos responsáveis pela fiscalização do sistema.
Representantes da administração pública e da agência reguladora apresentaram esclarecimentos sobre as competências de cada setor, mas a discussão evidenciou a necessidade de maior integração e fiscalização permanente.
Dados apresentados pela Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana apontam que o transporte coletivo de Cuiabá movimenta mais de 156 mil passageiros por dia e opera com 91 linhas. Apesar dos investimentos anunciados pela gestão municipal e da renovação da frota, usuários e trabalhadores relataram que problemas estruturais continuam presentes em diversos pontos da cidade.
Outro tema que chamou atenção foi o volume de recursos públicos destinados ao sistema. Segundo informações apresentadas pelo prefeito Abilio Brunini, o custo operacional da tarifa ultrapassa R$ 11 por passageiro, enquanto o usuário paga R$ 4,95, sendo a diferença subsidiada pelo município. O dado reforçou questionamentos sobre a qualidade dos serviços oferecidos diante dos investimentos realizados.
Ao final da audiência, Dra. Mara defendeu que os encaminhamentos não fiquem apenas no campo das discussões e resultem em medidas concretas.
Para a parlamentar, o primeiro passo é garantir transparência sobre as responsabilidades de cada ente envolvido e estabelecer um cronograma de ações para corrigir as deficiências identificadas nas fiscalizações.
“O cidadão paga a tarifa, o município investe recursos públicos e os trabalhadores mantêm o sistema funcionando. O mínimo que se espera é respeito e condições adequadas para todos. Nossa função agora é acompanhar os desdobramentos e cobrar que as soluções saiam do papel”, concluiu.
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