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Prefeitura de Cuiabá mobiliza unidades de saúde para ações do Janeiro Branco e reforça cuidado com a saúde mental

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A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), está mobilizando toda a rede de Atenção Primária para a realização de ações alusivas ao Janeiro Branco, campanha nacional dedicada à conscientização sobre a saúde mental e o cuidado emocional da população.

Durante todo o mês de janeiro, as Unidades de Saúde da Família (USFs), o Projeto Amor, o Consultório na Rua e as equipes e-Multi’s irão desenvolver atividades educativas e de acolhimento voltadas à promoção do bem-estar psicológico, à prevenção de adoecimentos psíquicos e à redução do estigma relacionado ao sofrimento mental.

A secretária municipal de Saúde, Danielle Carmona, destaca que cuidar da saúde mental é tão importante quanto cuidar da saúde física. “A Atenção Primária é a principal porta de entrada do cidadão no SUS, e é nela que conseguimos acolher, ouvir e identificar precocemente quem precisa de apoio. O Janeiro Branco reforça esse compromisso da gestão em olhar para as pessoas de forma integral, com sensibilidade e responsabilidade”, afirmou.

Entre as ações programadas estão rodas de conversa com usuários, atividades educativas em salas de espera, orientações individuais durante consultas, além de dinâmicas coletivas com grupos já existentes, como gestantes, idosos, hipertensos, diabéticos, adolescentes, homens e mulheres.

A secretária-adjunta de Atenção Primária, Cinara Brito, explica que as atividades serão adaptadas à realidade de cada território. “Cada unidade conhece de perto a sua comunidade. Por isso, as equipes vão organizar ações que façam sentido para o seu público, sempre com foco na escuta qualificada, no acolhimento e na prevenção do sofrimento mental”, pontuou.

Também estão previstas atividades de escuta qualificada e acolhimento ampliado, com foco na identificação precoce de sinais de sofrimento mental, bem como práticas integrativas e comunitárias, como alongamento, relaxamento e meditação guiada, sempre respeitando a organização de cada equipe.

Outro ponto importante da campanha é o cuidado com quem cuida. As unidades também irão desenvolver ações voltadas à saúde mental dos próprios trabalhadores da rede, reforçando a importância do equilíbrio emocional no ambiente de trabalho.

Além disso, o tema será abordado durante visitas domiciliares, e os Agentes Comunitários de Saúde terão papel fundamental na sensibilização da comunidade e no fortalecimento das ações educativas.

A Secretaria Municipal de Saúde reforça que todas as atividades priorizam a promoção da saúde, a prevenção de agravos e o fortalecimento do cuidado contínuo em saúde mental, seguindo os princípios do SUS e as diretrizes da Atenção Primária.

Com o Janeiro Branco, a Prefeitura de Cuiabá reafirma o compromisso de cuidar não apenas do corpo, mas também da mente, promovendo mais qualidade de vida e bem-estar para a população.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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José Riva chama Mauro de “falso moralista” e defende denúncia de Janaina sobre caso da Oi

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O ex-presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, José Geraldo Riva, elevou o tom contra o ex-governador Mauro Mendes (União) em meio à disputa eleitoral de 2026. Em declaração divulgada pela Gazeta Digital, Riva classificou Mauro como “falso moralista” ao comentar a Operação Heritage, que investiga um suposto esquema envolvendo um acordo firmado entre o Governo de Mato Grosso e a empresa de telefonia Oi.

A investigação apura possíveis irregularidades em um acordo judicial e administrativo que envolveu aproximadamente R$ 308 milhões. A operação foi deflagrada pela Polícia Federal por determinação do Supremo Tribunal Federal (STF) e teve entre as medidas cumpridas a apreensão do passaporte de Mauro Mendes.

Riva saiu em defesa da denúncia apresentada por sua filha, a deputada estadual Janaina Riva (MDB), que atualmente disputa uma vaga ao Senado e tem Mauro como um de seus principais adversários na corrida eleitoral. Segundo o ex-deputado, a denúncia não foi vazia e teria elementos suficientes para justificar a abertura da investigação.

“Quando o STF determina essa operação, é lógico que eles viram fundamento. Não é porque a Janaina fez uma denúncia vazia. Ela existe: são R$ 308 milhões que, comprovadamente, parte foi desviada”, afirmou.

Ao atacar Mauro, Riva também fez referência ao discurso de cobrança moral adotado pelo ex-governador contra adversários políticos. Para ele, antes de apontar erros de outras pessoas, Mauro deveria observar também a própria trajetória e as acusações que agora estão sob investigação.

“Antes de você falar dos outros, você tem que olhar para si. É muito fácil chegar aqui e atacar todo mundo, mas a gente tem que olhar também para nossas práticas”, disparou.

O ex-presidente da Assembleia ainda recorreu ao conhecido ditado “faça o que eu falo, mas não o que eu faço” para reforçar a crítica e afirmou que qualquer pessoa que cometer irregularidades deve responder perante a Justiça, independentemente de posição política.

“A gente erra, a gente paga. Eu paguei, ele vai pagar, e todo mundo que errar está sujeito a pagar perante a Justiça. Não é o Mauro, é o Mauro, é o Lula, é todo mundo que errar”, declarou.

Riva também mencionou os ataques que, segundo ele, sua família sofreu ao longo dos anos e citou nominalmente sua esposa, Janete Riva, afirmando que ela teria sido alvo de críticas de Mauro.

A manifestação ocorre em um momento de forte acirramento entre Mauro Mendes e Janaina Riva. A deputada é uma das principais adversárias do ex-governador na disputa pelo Senado, e o caso envolvendo a Oi se tornou mais um ponto de confronto entre os dois grupos políticos.

Mauro, por sua vez, nega ter obtido qualquer vantagem indevida no acordo e classifica as acusações como uma “armação política” e uma tentativa de desgastá-lo eleitoralmente. Segundo a versão do ex-governador, o entendimento com a Oi teria encerrado um litígio considerado vantajoso para os cofres públicos.

A Operação Heritage investiga justamente se o acordo foi utilizado para mascarar repasses e eventual lavagem de dinheiro público. As apurações apontam que cerca de R$ 308,1 milhões foram movimentados por meio de fundos de investimento e empresas interpostas. Até o momento, as suspeitas são objeto de investigação e não representam condenação dos envolvidos.

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