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Prefeitura de Cuiabá paga aposentados, pensionistas e movimenta R$ 27,4 milhões

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A Prefeitura de Cuiabá efetua nesta segunda-feira (25) o pagamento de R$ 27,4 milhões que favorecem aposentados e pensionistas.

No total, 5.300 receberão os pagamentos, realizados dentro do cronograma traçado pela Prefeitura de Cuiabá.

O prefeito Abilio Brunini ressalta que o pagamento dos aposentados e pensionistas sempre no dia 25 de cada mês é desdobramento do compromisso de sua gestão com aqueles que têm histórico de serviço prestado ao município.

“Sempre estaremos empenhados em pagar no prazo os aposentados e pensionistas e a folha salarial. Isso preserva a integridade e estimula a economia, o que se reflete em uma melhor movimentação de renda na cidade”, destaca.

O secretário de Economia, Marcelo Bussiki, afirma que desde o período de calamidade financeira houve a preocupação total de pagar o funcionalismo. “A ordem sempre foi organizar o caixa para pagar aposentados e pensionistas dia 25 e a folha dos servidores ativos no dia 30, o que está sendo cumprido”.

O secretário adjunto do Cuiabá Prev, Fernando Jorge Mendes de Oliveira, ressalta que a previdência tem priorizado a estabilidade financeira para manter organizado o pagamento aos aposentados e pensionistas. “A gestão tem sido austera e investido de acordo com as regras legais para obter saldo positivo e pagar mensalmente no prazo correto”, conclui.

#PraCegoVer

A foto ilustra o Palácio Alencastro, sede da Prefeitura de Cuiabá, cuja fachada tem predominância de cores verdes e brancas. O prédio está localizado ao fundo da fotografia. Há destaque para trechos da Praça Alencastro, onde veículos de taxi estão estacionados.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Cuiabá

Comerciantes impulsionam economia no Festival da Pamonha na Comunidade Rio dos Peixes

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Com foco nos comerciantes da região, o 7º Festival da Pamonha da Comunidade Rio dos Peixes segue movimentando a economia local e fortalecendo a agricultura familiar. Realizado às margens da MT-251, o evento reúne produtores e trabalhadores que encontram na tradição do milho uma importante fonte de renda e visibilidade.

Presidente da Associação dos Pamonheiros e à frente da organização desde a primeira edição, Katia Maraiki Schroeder destaca o crescimento contínuo do festival e o impacto direto para quem vive da produção. “Esse evento é muito importante para nós. A cada ano o sucesso é maior. Aumentou a quantidade de milho e de produtores. Começamos com nove e hoje já são 14, e só cresce”, informou.

A diversidade de produtos também chama atenção e amplia as oportunidades de venda ao longo dos dias de evento.

“Hoje tem uma variedade muito grande: licor de milho, bolinho frito, picolé de pamonha, cural, milho cozido e bolo. A cada ano aumenta mais. E os preços são acessíveis, entre R$ 10 e R$ 15, para todo mundo poder consumir”, disse Katia.

Além das tradicionais pamonhas doces, salgadas e recheadas, o público encontra variedade de produtos derivados do milho ao longo do festival. Entre eles estão cural, milho cozido, bolos, doces e até licor de milho, reforçando a diversidade gastronômica e a identidade cultural da região.

A expectativa de público também reforça o potencial econômico para os comerciantes. “A gente calcula entre 4 mil e 5 mil pessoas por dia, porque aqui é rota de passagem. Muita gente para, consome e segue viagem. Isso movimenta bastante.”

Na ponta da venda, quem também sente esse impacto é o comerciante Léo Rodriguez, que trabalha em uma das pamonharias participantes e destaca os produtos mais procurados.

“A nossa especialidade é o caldo de quenga, que é um prato típico, mas também temos pamonha doce e salgada, cural, bolo de milho e sopa paraguaia. O que mais sai é a pamonha e o caldo”, contou.

Com opções variadas, os preços seguem uma média acessível, o que ajuda a atrair consumidores. Para além das vendas, Léo reforça o papel social do festival na geração de renda para trabalhadores da comunidade.

“Ajuda muito, principalmente quem trabalha de forma informal. É uma renda extra, um complemento. Além disso, o pessoal divulga o próprio trabalho, que já é tradição. Isso aqui alimenta muitas famílias”, comentou.

Com apoio institucional da Prefeitura de Cuiabá e presença do prefeito Abilio Brunini na abertura, o festival segue até o dia 21 de abril, consolidando-se como um dos principais eventos gastronômicos e culturais da região.

Segundo o secretário municipal de Agricultura e Trabalho, Vicente Falcão, o festival vai além da valorização cultural e tem impacto direto na economia, ao envolver centenas de trabalhadores e movimentar toda a cadeia produtiva do milho, da produção à comercialização.

“Isso impacta diretamente na economia. São cerca de 300 pessoas trabalhando no evento, desde a produção até as barracas. É um ciclo completo, da terra ao balcão, que gera renda, fortalece a agricultura familiar, garante alimento de qualidade e ainda fecha com sustentabilidade, reaproveitando os resíduos na própria produção”, pontuou.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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