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Maysa Leão defende a criação de “Casa do Autista” em Cuiabá com apoio federal

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Maysa Leão defende a criação de “Casa do Autista” em Cuiabá com apoio federal

Nesta terça-feira (11), a vereadora Maysa Leão (Republicanos) destacou a importância de garantir o funcionamento da “Casa do Autista” no município, iniciativa que ela considera fundamental para o atendimento a crianças e jovens com transtorno do espectro autista. Maysa reforçou a necessidade de habilitar a “Casa do Autista” como CER (Centro Especializado de Reabilitação), reconhecido pelo Ministério da Saúde, o que permitiria ao município acessar recursos federais essenciais para a manutenção e expansão do serviço.

“Temos trabalhado muito para que esse sonho se torne realidade, e agora, com o apoio da vereadora Samantha Iris e do prefeito Abílio Brunini, estamos mais perto de concretizar essa ação. No entanto, é fundamental que a Casa do Autista seja habilitada como centro de reabilitação dentro da jornada do Ministério da Saúde, para que possamos garantir os recursos necessários para o seu funcionamento”, afirmou vereadora.

Maysa alertou para a importância de garantir o subsídio federal, que pode chegar a R$ 200 mil mensais, o que totalizaria mais de R$ 2 milhões por ano. Com esses recursos, a Casa do Autista teria a estabilidade necessária para atender a uma demanda crescente e, possivelmente, expandir para outras regiões de Cuiabá.

Ela ressaltou também a ausência de políticas públicas adequadas para atender pessoas autistas e com múltiplas deficiências aa capital.&nbsp

“Nos últimos dois anos e meio, foi evidente a falta de políticas públicas para o autista, para o neurodiverso e para o pessoa com deficiência (PCD) em Cuiabá. O atendimento oferecido nunca atingiu a totalidade da demanda, com mais de 1.400 alunos com laudo nas escolas municipais e mais de 5 mil aguardando o laudo”, explicou a vereadora.

Maysa enfatizou ainda a necessidade de separar o atendimento de reabilitação do autismo do sistema de saúde mental oferecido pelo CAPS.&nbsp

“O autista só deve ser atendido no CAPS caso tenha comorbidade ou esteja em sofrimento psíquico. Nosso objetivo é criar um atendimento especializado, que funcione de forma contínua e que consiga atingir toda a população que necessita”, afirmou.

Por fim, Maysa Leão afirmou que seu sonho é que Cuiabá tenha, no futuro, várias Casas do Autista nas quatro regiões da cidade.&nbsp



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Ilde Taques intensifica articulação para disputar presidência da Câmara de Cuiabá

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O vereador Ilde Taques (Podemos) afirmou nesta quinta-feira (16) que continua em articulação para viabilizar sua candidatura à Mesa Diretora da Câmara de Cuiabá. Segundo ele, o momento é de intensificar o diálogo com os demais vereadores, independentemente de posicionamento político, com o objetivo de consolidar apoios até a votação.

Taques ressaltou que o processo depende de construção coletiva e que a definição passa, necessariamente, pela capacidade de articulação dentro da Casa.

“É um processo eleitoral, como todos os outros. Até o dia da eleição, a gente tem que trabalhar o voto. São 27 vereadores; independentemente de base ou posição independente, todos votam. E a gente, até o dia 25, vai continuar trabalhando esse voto dos pares”, afirmou.

Ilde também detalhou a composição da chapa que vem sendo construída, reunindo parlamentares de diferentes partidos. A vereadora Paula Calil (PL) foi convidada para assumir a primeira secretaria, enquanto Eduardo Magalhães (Republicanos) deve ficar com a vice-presidência e Michelly Alencar (União) com a segunda vice-presidência.

“Nós estamos definindo apenas uma vaga de segundo secretário. Hoje nós temos a cabeça de chapa com Ilde, presidente. A vereadora Paula foi convidada para ser primeira secretária. O vereador Eduardo Magalhães, como vice-presidente. E a vereadora Michelly como segunda vice-presidente”, explicou

Ao comentar a possibilidade de mudança no regimento interno que permitiria reeleições consecutivas, o vereador demonstrou preocupação com os impactos para a democracia.

“Isso seria um retrocesso para a Câmara Municipal de Cuiabá. Se isso acontecer, o presidente pode ficar seis anos no poder, se perpetuando. Isso é muito ruim para a democracia e para o cidadão cuiabano. Imaginem só seis anos com o mesmo presidente. Eu não acredito que isso vá acontecer”, concluiu.

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