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Cristo Rei passa por mutirão e mais de 120 toneladas de entulho já foram removidas

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Trabalhos começaram na semana passada e utilizam caminhões que transportam o dobro da capacidade de veículos comuns, ao invés de 12 toneladas, esse maquinário comporta de 24t a 30t por viagem, o dá celeridade à ação

A Prefeitura de Várzea Grande intensificou os serviços de limpeza no Grande Cristo Rei, que vinha sendo alvo de frequentes reclamações de moradores e motoristas devido ao acúmulo de lixo, entulho e mato nas ruas. O trabalho foi na semana passada e deve ser concluído nos próximos dias.

A ação é coordenada pela Subprefeitura do Cristo Rei e acompanhada de perto pela responsável pela infraestrutura local, Ana Paula, que faz questão de estar em campo ao lado das equipes de servidores e colaboradores. “Estamos trabalhando firmes aqui na região. Já retiramos cerca de 120 toneladas de entulho com o apoio de caminhão e trator próprios, além de uma retroescavadeira. Enquanto veículos comuns transportam até 12 toneladas, o caminhão da Subprefeitura comporta de 24 a 30 toneladas por viagem. Ainda não concluímos toda a limpeza, mas na próxima semana o mutirão será retomado e intensificado”.

O secretário municipal de Serviços Públicos e Mobilidade Urbana, Lucas Ribeiro Ductievicz, destacou que a operação faz parte de um calendário permanente de manutenção em diversos bairros da cidade.

“Essa é uma determinação da prefeita Flávia Moretti: manter as frentes de trabalho ativas em todas as regiões. O Cristo Rei é um ponto estratégico de Várzea Grande e, por isso, recebe atenção especial. Seguiremos com os mutirões para garantir um ambiente mais limpo, organizado e seguro para moradores e para quem circula pela região”, afirmou o secretário.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Agentes comunitários de Várzea Grande reforçam atuação no combate à hanseníase

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Os agentes comunitários de saúde de Várzea Grande estão no centro de uma estratégia que busca transformar a realidade de uma das doenças mais antigas ainda presentes no Brasil: a hanseníase. Mais de 80 profissionais participaram, nesta semana, de dois dias de capacitação realizados na Assembleia Legislativa de Mato Grosso, dentro de um projeto piloto idealizado pela Frente Parlamentar de Enfrentamento à Hanseníase.

A iniciativa, presidida pelo deputado estadual Dr. João (MDB), marca o início de uma mobilização que pretende alcançar os 142 municípios de Mato Grosso. Durante o encontro, os participantes receberam treinamento para fortalecer a identificação precoce da doença, ampliar a busca ativa de casos e contribuir para a redução da transmissão.

Segundo o parlamentar, a proposta é estruturar uma rede de profissionais preparados para atuar diretamente nos territórios. “Este é o pontapé inicial para colocarmos em prática a capacitação de todos os profissionais de saúde. Vamos percorrer os municípios, qualificar as equipes, intensificar a busca ativa, realizar diagnósticos e garantir o tratamento, com o objetivo de tirar Mato Grosso dessa triste liderança em casos de hanseníase”, afirmou.

Para quem atua diretamente nas comunidades, o conhecimento adquirido representa mais segurança no atendimento. A agente comunitária Mariazinha da Silva, da unidade do bairro Vila Arthur, destacou a importância da qualificação. “A capacitação é essencial para quem está na ponta, em contato direto com a população. Ela amplia o conhecimento, melhora a identificação precoce dos casos, qualifica a orientação aos pacientes e ajuda a reduzir o preconceito que ainda existe sobre a doença”, relatou.

De acordo com ela, momentos como esse também fortalecem o trabalho em equipe e ampliam a capacidade de acolhimento e acompanhamento dos pacientes.

A enfermeira responsável técnica pela linha de cuidado em hanseníase no município, Adriana Matos, reforçou o papel estratégico dos agentes comunitários. “Essa capacitação é um divisor de águas. O agente está dentro das casas, conhece o território e a rotina das famílias. Ao identificar uma mancha suspeita ou perda de sensibilidade, ganhamos tempo precioso. O diagnóstico precoce não é apenas sobre curar, mas sobre evitar sequelas irreversíveis e interromper a cadeia de transmissão”, destacou.

A coordenadora da Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Estado de Saúde (SES), Janaína Pauli, ressaltou que o enfrentamento da doença depende da atuação integrada entre instituições e do vínculo com a população. “Mato Grosso é considerado endêmico porque realiza busca ativa dos casos. Além do estigma, um dos grandes desafios é o abandono do tratamento. Por isso, é fundamental que os agentes de saúde sejam essa ponte, sensibilizando pacientes que muitas vezes permanecem em casa por vergonha de procurar atendimento”, explicou.

TRATAMENTO PELO SUS – A hanseníase tem tratamento gratuito e cura, disponíveis pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A qualificação dos agentes comunitários reforça a importância do diagnóstico precoce e do acompanhamento adequado, fundamentais para interromper a cadeia de transmissão e garantir mais qualidade de vida aos pacientes.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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