Várzea Grande

NOTA DE REPÚDIO

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Várzea Grande

O Consórcio da Imprensa de Mato Grosso vem a público expressar seu veemente repúdio aos ataques direcionados à Secretaria de Comunicação de Várzea Grande, Paola Carlini, e à Secom do município. Nos últimos dias, a secretaria e sua equipe têm sido alvo de críticas e investidas injustas por parte de colegas da imprensa e parlamentares.

É notório que, em apenas oito meses de gestão, a Secom implementou mudanças significativas na forma como a administração pública se comunica com a população de Várzea Grande. A nomeação de assessores de imprensa e a presença de profissionais capacitados para divulgar as ações do governo têm contribuído para uma comunicação mais transparente e eficiente.

Além disso, o secretariado tem se mostrado acessível para entrevistas, um avanço considerável em comparação com mandatos anteriores, quando tal prática era praticamente inexistente. Essa abertura é fundamental para o exercício pleno do jornalismo e para a manutenção da democracia.

O Consórcio da Imprensa de Mato Grosso defende o direito à liberdade de imprensa e ao exercício profissional do jornalismo. Nesse sentido, repudia qualquer forma de intimidação ou pressão que vise cercear o trabalho dos profissionais de comunicação.

Acreditamos que a crítica construtiva é essencial para o aprimoramento da gestão pública, mas os ataques pessoais e infundados não contribuem para o debate democrático. Exigimos respeito ao trabalho da Secretaria de Comunicação e de seus profissionais, que têm trabalhado arduamente para melhorar a comunicação entre o poder público e a população.

Reafirmamos nosso compromisso com a ética jornalística e com a defesa da democracia, e nos colocamos à disposição para contribuir com o debate público de forma responsável e apartidária.

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Mato Grosso

Flávia Moretti denuncia possível espionagem no Paço Couto Magalhães

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Um possível caso de escuta clandestina no gabinete da prefeita de Várzea Grande, Flávia Moretti (PL), passou a ser apurado após a identificação de sinais eletromagnéticos considerados atípicos em pontos de energia do local.

A suspeita surgiu durante uma varredura técnica, realizada em 19 de março, e foi formalizada por meio de boletim de ocorrência registrado na Delegacia Especializada de Combate à Corrupção (Deccor), da Polícia Judiciária Civil de Mato Grosso.

Durante a inspeção no gabinete, um detector portátil de radiofrequência indicou atividade incomum em três tomadas instaladas no gabinete. Os pontos analisados, originalmente destinados ao sistema de campainha, estavam inoperantes e sem função identificada no momento da vistoria.

Ainda assim, apresentaram resposta ao equipamento, sugerindo a emissão de sinal eletromagnético compatível com possíveis transmissores ocultos. Até o momento, não há confirmação técnica sobre a natureza de eventual transmissão, seja de áudio, vídeo ou dados.

Diante dos indícios, dois dos pontos considerados suspeitos foram isolados, retirados e encaminhados para perícia técnica especializada. A análise deverá apontar a funcionalidade dos dispositivos, sua origem e eventual capacidade de captação de informações. O documento também recomenda a realização de uma varredura completa no ambiente por órgão oficial.

O caso foi classificado, preliminarmente, como “violação de lugar ou objeto”, conforme a Lei das Contravenções Penais. A confirmação da existência de eventual escuta clandestina dependerá do resultado da perícia.

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