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Documentário mostra a força e resiliência do Filhas de Gandhy

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Neste mês da consciência negra, um símbolo da negritude feminina e da ancestralidade africana da Bahia, o Bloco Filhas de Gandhy, lançou o primeiro documentário sobre sua trajetória de mais de 45 anos. 

O trabalho é fruto do projeto Sons da Independência e traz depoimentos das fundadoras, lideranças atuais e jovens integrantes do primeiro afoxé feminino do Brasil, fundado em 1979, em Salvador. 

Silvana Magda, diretora executiva e artística do grupo de afoxé, reforça que o documentário vem mostrar que as mulheres das Filhas de Gandhy são o alicerce da instituição, que vai muito além do Carnaval.

“Nós podemos sim ter voz mesmo que seja através de um tambor. Sons da Independência para nós é um motivo de profundo senso de justiça histórica e admiração por ver a força e a resiliência dessas mulheres que desde 1979 se ousaram a desfilar como bloco feminino. Então, as Filhas de Gandhy é um símbolo vivo do matriarcado negro e da ancestralidade e que exige visibilidade e respeito no cenário cultural brasileiro”.

 A produção audiovisual destaca como foi a criação, em plena ditadura militar, do afoxé feminino em um cenário hegemonicamente masculino no cenário cultural e carnavalesco da época. 

Após uma exibição para convidados, no Museu Eugênio Teixeira Leal, em Salvador, a direção do Filhas de Gandhy tenta agora construir oportunidades que viabilizem a veiculação do documentário em escolas e comunidades. Também estão previstas a digitalização e catalogação do acervo do bloco. 

Com produção de Luciene Cruz e sonoplastia de Jailton Sodré.

 


Fonte: EBC Cultura

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Sesc SP tem programação especial para celebrar a Copa de 2026

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Neste dia de abertura oficial da Copa do Mundo de 2026, também teve início a programação especial que o Sesc traz ao estado de São Paulo para celebrar o Mundial.  São atividades gratuitas como vivências esportivas, debates e exposições, além de transmissões de partidas em mais de 40 unidades do Sesc de São Paulo até o dia 19 de julho

No Sesc Pompeia, na capital paulista, além das transmissões das partidas, o público também pode ver de perto uma exposição que reúne cerca de 300 itens relacionados à história do Mundial que pertencem a colecionadores, como o álbum de figurinhas da Copa de 1950 e um agasalho usado por Nilton Santos na Copa de 58.


11/06/2026 - São Paulo - Unidades do Sesc em SP fazem programação especial para a Copa do Mundo. Foto: Elaine Patricia Cruz/Agência Brasil
11/06/2026 - São Paulo - Unidades do Sesc em SP fazem programação especial para a Copa do Mundo. Foto: Elaine Patricia Cruz/Agência Brasil

11/06/2026 – São Paulo – Unidades do Sesc em SP fazem programação especial para a Copa do Mundo. – Elaine Patricia Cruz/Agência Brasil

Mario Augusto Silveira, assessor técnico da Gerência de Esportes do Sesc de São Paulo, comenta que o projeto é voltado para três grandes áreas: cultura, memória e arquibancada. 

“Quando a gente fala de memória, de cultura esportiva, a gente tem muitos personagens importantes que passaram pelas copas, que precisam ter visibilidade também. Também fala de novos modos de construir públicos para assistir os jogos, cultura de arquibancada. A gente também fala de questões ligadas à diversidade e trabalha para que o esporte que a gente acredita chegue a mais pessoas; que a gente consiga contribuir para que nós tenhamos um esporte efetivamente democrático e acessível.”

Sandra Regina Monteiro pratica atividades físicas no Sesc e foi assistir ao jogo de abertura da Copa nesta quinta-feira (11). Ela fala o que espera da estreia do Brasil no campeonato. 

“Vou assistir, já entrei no bolão. A esperança tem que ter, né? São 24 anos sem ganhar, tem que ganhar. Eu tô botando fé no Endrick.”


11/06/2026 - São Paulo - Unidades do Sesc em SP fazem programação especial para a Copa do Mundo. Foto: Elaine Patricia Cruz/Agência Brasil
11/06/2026 - São Paulo - Unidades do Sesc em SP fazem programação especial para a Copa do Mundo. Foto: Elaine Patricia Cruz/Agência Brasil

11/06/2026 – São Paulo – Unidades do Sesc em SP fazem programação especial para a Copa do Mundo.- Elaine Patricia Cruz/Agência Brasil

No próximo sábado (13), o Sesc Consolação traz um bate papo que destaca a força e o protagonismo das mulheres no futebol com a jogadora Cacau Fernandes e a jornalista Milly Lacombe. 

Na mesma unidade, aos sábados, uma oficina ensina aos participantes como criar o próprio álbum artesanal de figurinhas. E tem ainda exibição de filmes sobre a história dos campeonatos e seus personagens, como o documentário Pelé: O Rei Desconhecido, e As Primeiras, sobre a primeira seleção brasileira feminina de futebol. 

A programação completa do Sesc na Copa está disponível na internet.

* Com colaboração de Elaine Patrícia Cruz.
 


Fonte: EBC Cultura

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