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Festival Kinoforum, em SP, apresenta mais de 250 curtas até dia 31

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Mais uma edição do tradicional Festival Internacional de Curtas de São Paulo chega aos cinemas da capital paulista.

O festival Kinoforum, como é mais conhecido, é gratuito e acontece até o dia 31 de agosto. 

Nesta 36ª edição, o festival apresenta mais de 250 curtas-metragens de 60 países. Entre os destaques, está o filme Que Bom Que Você Morreu, ganhador da Palma de Ouro do Festival de Cannes.

A seleção deste ano apresenta um panorama vibrante do cinema atual. Os filmes, alguns inéditos, trazem narrativas urgentes e experimentações estéticas de todo o mundo, como explica Marcio Perez, coordenador de programação do festival.

“O festival conta com diferentes recortes. Sempre seguindo uma ideia de representatividade, de diversidade e de busca por olhares e visões únicas. São muitas as formas de se contar uma história e a gente sempre busca as narrativas mais interessantes e estimulantes para nos contar sobre o estado do mundo hoje em dia”.   

Além de conflitos políticos, choques culturais e crise climática, Márcio Perez destaca que temáticas específicas da nossa realidade também inspiram os curtas-metragens exibidos no festival.

“A gente viu também muitos filmes sobre a memória do cinema nacional, sobre os desafios de ser mulher na sociedade brasileira. Temos uma janela caipira, focada na produção do interior de São Paulo. Enfim, são vários os temas que a gente poderia destacar nesse recorte da produção atual de curta-metragem”.

Outros destaques da edição deste ano são mostras dedicadas ao cinema de animação realizado por mulheres do Leste Europeu, além de curtas realizados na África e uma mostra toda dedicada ao cinema fantástico e de horror.

A programação completa do 36º KINOFORUM pode ser conferida pelo site 2025.kinoforum.org.


Fonte: EBC Cultura

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Artistas comentam desafios e oportunidades na carreira

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O Dia do Artista, comemorado em 24 de agosto, chama atenção para a importância daqueles que transformam criatividade e talento em trabalho. Marcele Catarini, desde os três anos, é bailarina e hoje é professora de dança. Ela comenta como se profissionalizar na área.

“Trabalhar com a arte tem suas dificuldades, porém ser artista é mais uma necessidade íntima e inevitável de expressão do que algo como trabalho. Mas, claro, somos artistas profissionais que persistem em meio a muita desvalorização e descaso ainda. Mas sabemos que um dia melhorará.”

A dedicação e a formação são importantes para quem deseja seguir carreira artística, mostrando que o desenvolvimento de habilidades e a busca por conhecimento são fundamentais para conquistar espaço no mercado. Alcivã Moraes, do município de Guarapé-Miri, é pintor e desenhista há 19 anos e fala sobre as oportunidades de trabalhar com a arte.

“A partir dos três, eu comecei a me interessar muito pela pintura. Por conta própria, eu pintava em tecidos, comprava algumas tintas de tecido que não eram tintas adequadas, mas era só mesmo para seguir a paixão, o amor à arte. Daí, então, fui fazendo alguns trabalhos. Tudo começou na escola, sendo fundamental: trabalhos que eu fazia muito para os colegas de ciências, inclusive alguns concursos também de que a escola participava, intermunicipais, a respeito de desenho artístico e outros tipos de concursos. E eles me colocavam.”

O mercado de trabalho artístico oferece diversas possibilidades, mas viver da própria produção exige planejamento, persistência e criatividade. Além dos artistas que criam e apresentam suas obras, a produção cultural também envolve professores, críticos, diretores e outros profissionais que contribuem para fortalecer a arte na sociedade.

Para quem sonha em viver de criatividade, o caminho envolve experiência, dedicação e busca constante por novas oportunidades.


Fonte: EBC Cultura

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