Cultura
Prêmio Literário da Biblioteca Nacional recebe inscrições até agosto
Cultura
Autores brasileiros que lançaram a 1ª edição de suas obras inéditas em língua portuguesa e foram publicados por editoras nacionais no período de 1º de maio de 2024 a 30 de abril de 2025 já podem inscrever seus trabalhos para concorrer ao Prêmio Literário Biblioteca Nacional de 2025, concedido pela Fundação Biblioteca Nacional, um órgão vinculado ao Ministério da Cultura. As inscrições são gratuitas e podem ser realizadas até às 17h do dia 22 de agosto.

O concurso é aberto também a autores independentes, desde que a obra esteja em Depósito Legal e traga impresso o número do ISBN, que é o número de identificação atribuído a cada livro e suas diferentes edições e funciona como uma espécie de “RG” do livro.
As obras concorrem em 12 categorias. Cada uma vai ser avaliada por três especialistas ligados ao meio cultural, com notório saber e reconhecimento em suas áreas. Serão considerados critérios como qualidade literária, originalidade e contribuição à cultura. O edital com todas as informações está disponível no site da Biblioteca Nacional.
Os 12 troféus homenageiam diferentes referências da literatura brasileira. Por exemplo, a obra vencedora da categoria “Romance” receberá o Prêmio Machado de Assis; já o autor reconhecido na categoria “Conto”, receberá o Prêmio Clarice Lispector. Os vencedores também vão receber um prêmio no valor de R$ 30 mil, que será pago em 27 de novembro de 2025.
O resultado final será divulgado até o dia 18 de novembro, também no portal da Fundação Biblioteca Nacional.
Cultura
Fecham desfiles no RJ: Tuiuti, Vila Isabel, Grande Rio e Salgueiro
Que outra forma melhor de começar o último dia de desfiles na Marquês de Sapucaí senão com a Pequena Valente de São de Cristóvão, a Paraíso do Tuiuti, que traz o enredo “Lonã Ifá Lukumi”. A amarelo-e-azul redescobre a conexão espiritual entre Brasil e Cuba, ao reverenciar a cultura dos Iorubás escravizados no país caribenho. Chamados pelos colonizadores de Lucumís, sua vertente religiosa também é praticada no nosso país.

Após a passagem da Tuiuti, vamos entender que a religiosidade se encontra com a música na Avenida, pois “macumba desde sempre se misturou com o samba”. Pelo menos, é o que diz um dos pais do samba, e é homenageado pela Unidos de Vila Isabel. “Macumbebê, Samborembá. Sonhei que um Sambista Sonhou a África” homenageia um dos maiores multiartista da história do Brasil, Heitor dos Prazeres participou da criação de duas das maiores agremiações do carnaval, a Estação Primeira de Mangueira e Portela. O carnavalesco Leonardo Bora explica que a Vila Isabel vai representar a vida de Heitor de forma inédita.
“Heitor foi um fundador, foi um inventor, grande mediador cultural, um aglutinador, um líder. É um enredo que exalta toda uma história da arte brasileira que, infelizmente, até pouco tempo a gente não estudou no colégio”.
Prepare-se! As arquibancadas do Sambódromo vão tremer com a Acadêmicos do Grande Rio, que ergue seu estandarte tricolor ao som dos manguezais. O enredo “Nação do Mangue”, inspirado no Manguebeat, movimento musical transformador liderado, entre outros, por Chico Science e Nação Zumbi e Mundo Livre S.A. Caracterizado pela fusão de ritmos regionais como o maracatu, frevo, coco, com outros mundiais como o rock, hip hop, funk e música eletrônica, ele reverenciava os manguezais, que na visão deles eram berço de movimentos de transformação social. Na avenida, a Grande Rio vai exaltar a fauna, flora, o maracatu e a identidade do povo que vive nas margens dos rios e mangues.
Por falar em transformação, vamos encerrar o dia com aquela que tornou o carnaval uma paixão para milhões de brasileiros ao mostrar o país na avenida. Somando sete conquistas, a professora Rosa Magalhães acumulou passagens por agremiações tradicionais, mas foi no Salgueiro onde ela começou sua trajetória.
A ideia da escola é resgatar o universo criativo deixado ao longo dos seus 50 anos de carnaval. O carnavalesco do Salgueiro, Jorge Silveira, explica que cada setor do enredo é como a ala de uma biblioteca, um acervo cultural e estético.
“A professora Rosa Magalhães é sem dúvida a maior artista que a passarela do samba já produziu. Ela é filha da revolução salgueirense encabeçada por Fernando Pamplona e Arlindo Rodrigues e ela herda as características estéticas desses profissionais e vai construir seu próprio legado”.
Mesmo após sua morte em 2024, o legado de Rosa segue reverenciado por todos que transformaram o carnaval em uma paixão.
*Supervisão de Vitória Elizabeth
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