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Viva Maria traz histórias e lendas no Dia do Folclore brasileiro

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Oi, oi, gente amiga deste nosso programa que nesta edição se antecipa ao dia da infância, (comemorado a cada 24 de agosto), para festejar uma data que habita o imaginário das nossas crianças e que, ao mesmo tempo, influencia muito a formação delas! Estamos falando do folclore, patrimônio cultural que celebra a força da nossa identidade social a partir dos símbolos de nossas festas, danças, ritmos, jogos, lendas e crendices tradicionais.

E justo quando estamos, praticamente, às vésperas da COP 30 em Belém,(PA) que escolheu como mascote um símbolo da defesa da natureza e da floresta amazônica, nada mais justo do que colocarmos no ar a lenda desse ser que com seus cabelos vermelhos e pés virados para trás, consegue confundir e afugentar os caçadores.

Bem, e na carona da lenda do Curupira a gente já pode começar a se preparar para o aniversário de 48 anos da Rádio Nacional da Amazônia que é daqui a  10 dias! E como hoje é  dia do folclore,  deixa eu contar uma coisa pra vocês, reza a lenda que quando essa emissora foi ao ar pela primeira vez na região uma verdadeira piracema agitou as águas dos rios ,  até o pirarucu colocou a cabeça pra fora d´água para poder ouvir a rádio que fala ao coração  da floresta. E de lá pra cá , quem perde a sintonia com essa emissora se sente um peixe fora d’água; Isso porque a Nacional da Amazônia pra muito além do Negro e Solimões continua sendo o principal Ponto de Encontro de toda gente! Parabéns, portanto, a você que é a parte mais importante dessa história.

Nossa rádio é  única, é som , magia é imaginação. Nacional é Lenda Viva e através dela  queremos saudar os  personagens que fazem parte do imaginário de nossa gente desde a infância ao som de cantos, encantos e lendas como a do Boto!

Coisa boa poder comemorar o dia do folclores ao som de cantos , encantos e lendas que são a expressão da cultura do nosso povo Lendas como a de Iara , mãe das águas .

 Iara é personagem do folclore brasileiro. Na   lenda, de origem indígena, Iara é uma sereia (corpo de mulher da cintura para cima e de peixe da cintura para baixo) morena de cabelos negros e olhos castanhos. Diz a lenda que Iara adora os rios da nossa Amazônia  e costuma atrair com seu belo e irresistível canto os homens da região// Viva Iara , índia guerreira!

Viva o conhecimento popular que hoje inspira o nosso programa na semana do folclore   que se traduz na   linguagem, no artesanato , na religiosidade e até na alimentação ! Sabia que  Pé de Moleque,  Sopa de Girimum e até pão de queijo são consideras comidas do nosso folclore?

Agora , do fruto  fruta impossível  esquecer do  açaizeiro que também é Jussara .  Macho e fêmea.

Do cacho dela  se faz , adubo ,vassoura de quintal e até  repelente se ele for queimado como se fosse incenso.

Do caroço quando seco , a gente  faz colores e pulseiras . Pra quem gosta de artesanato , açai é prato cheio ; Da palha , a gente faz casa, cesto , tapete , abanador , adubo e ração para os animais!

Por tudo isso,  vale a pena conhecer a lenda.

Os ribeirinhos acreditam que faz mal comer açaí  com leite , cachaça e frutas como cupuaçu , manga , cacau e melancias . E a ciência comprova essa teoria : realmente as frutas ácidas não combinam muito bem com o açaí. No mais quem quiser  fazer  e abuso do açaí , tem mais é que saber que do fruto a gente faz vinho , polpa congelada , sorvete, chopp, picolé , geléia , bolo , mingau  , corante e bombom. Hum! Comemore a semana do folclore de boca cheia, Maria, viva você!

 


Fonte: EBC Cultura

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Exposição em São Luís celebra vida e obra de Arthur Azevedo

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Dramaturgo, jornalista, poeta, contista, além de ser um dos fundadores da Academia Brasileira de Letras, Arthur Azevedo está sendo homenageado com uma exposição inédita no teatro que leva o seu nome em São Luís, Maranhão.

A mostra “Vida e Obra de Arthur Azevedo” apresenta livros raros, fotografias, cartazes, objetos históricos e itens relacionados à vida pessoal e à produção artística do escritor maranhense, ocupando espaços nos três andares do centenário teatro inaugurado em 1817 e o segundo mais antigo do Brasil em atividade.

A exposição também traz obras de outros autores de sua época, fotografias históricas, poemas e elementos relacionados à cenografia e à indumentária, com objetos de época e figurinos assinados por Armando Veras, mestre em história da indumentária maranhense do século XIX.

Frases célebres e uma cronologia com momentos marcantes da vida e carreira de Azevedo também ganham espaço na mostra.

“Vida e Obra de Arthur Azevedo”, em cartaz no Teatro Arthur Azevedo, que fica na Rua do Sol, no centro histórico da capital maranhense, fica aberta ao público até o dia 22 de novembro.

O jornalista e teatrólogo maranhense Arthur Azevedo nasceu em São Luís, em 1855.

Ele passou a viver no Rio de Janeiro a partir dos anos 1870, onde construiu uma carreira no impresso, na literatura e também no teatro.

É autor de mais de 70 peças teatrais, e seu trabalho é considerado um dos principais pontos de partida da dramaturgia nacional.

Ele também é um dos membros fundadores da Academia Brasileira de Letras, junto com o irmão, o escritor Aluísio Azevedo, ocupando a cadeira de número 29, que tem como patrono Martins Pena.

Parte de sua produção pode ser conhecida no site dominiopublico.gov.br.


Fonte: EBC Cultura

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