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Servidor morre após manter enteada refém e apontar arma para policiais em Cuiabá; vídeo

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Conteúdo/ODOC – Valdivino Almeida Fidelis, servidor da Escola Estadual Liceu Cuiabano, morreu durante uma intervenção da Polícia Militar na noite de segunda-feira (11), no bairro Goiabeiras, em Cuiabá. Ele era suspeito de manter a própria enteada em cárcere privado e ameaçá-la com uma arma de fogo dentro da residência da família.

Antes da ação policial, a jovem gravou vídeos em que Valdivino aparece armado e faz desabafos sobre o fim do casamento. Em uma das gravações, ele afirma: “Hoje eu vou morrer” e diz que estava “enganado há 28 anos”, em referência ao relacionamento com a ex-companheira.

Conforme informações da Polícia Militar, equipes da RAIO 02 aguardavam atendimento de outra ocorrência no Cisc quando receberam, via rádio, a denúncia de que um homem mantinha uma mulher refém em uma casa da região.

Policiais fizeram o cerco do imóvel e aguardavam apoio da Rotam, Força Tática e Bope. Durante o acompanhamento da ocorrência, os militares ouviram barulhos vindos do interior da residência e decidiram entrar no local diante da gravidade da situação e da confirmação de que o suspeito estava armado.

Os policiais acessaram a casa pelos fundos e visualizaram, por uma janela, Valdivino apontando a arma para a cabeça da vítima enquanto ela falava ao telefone.

Ainda segundo o boletim de ocorrência, após alguns minutos, o servidor abriu a porta dos fundos e se deparou com os militares. Foi dada ordem para que soltasse a arma e se deitasse no chão, porém ele teria apontado o revólver em direção à equipe.

Diante da ameaça iminente, os policiais efetuaram disparos contra o suspeito. Valdivino caiu ainda com a arma em mãos.

A enteada foi retirada da residência em segurança. Equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foram acionadas, mas apenas constataram a morte do homem no local.

A área foi isolada para os trabalhos da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) e da Polícia Civil. O caso será investigado.

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Gefron apreende 12,9 toneladas de drogas e provoca prejuízo de R$ 222 milhões ao crime em MT

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As operações integradas do Grupo Especial de Fronteira (Gefron) com outras forças de segurança de Mato Grosso e de estados da Amazônia Legal resultaram na apreensão histórica de 12,9 toneladas de drogas no primeiro quadrimestre de 2026. 

A quantidade representa um prejuízo estimado em R$ 222 milhões às facções criminosas que atuam com o tráfico de drogas produzidas na Colômbia e Bolívia, e que utilizam Mato Grosso como rota de transporte com destino às grandes cidades brasileiras e outros continentes.

O volume de drogas apreendido é 55% maior em comparação com o mesmo período do ano passado, quando o Gefron apreendeu 8,3 toneladas em operações dentro e fora do estado. Além do entorpecente, as ações também resultaram na apreensão de nove aeronaves e 20 veículos e embarcações usados para o transporte das drogas, além da prisão de 39 suspeitos.

Conforme o levantamento do Gefron, a maior parte dos entorpecentes apreendidos é de Skunk, conhecido como supermaconha: 4,9 toneladas. Também foram apreendidas 4,1 toneladas de cloridrato de cocaína, 3,2 toneladas de pasta base e 748 quilos de maconha.

Desse volume, 3,6 toneladas de drogas foram retiradas de circulação em Mato Grosso e 9,3 toneladas em ações conjuntas nos estados de Rondônia, Amazonas, Pará e Tocantins, além do Peru.

O coordenador do Gefron, tenente-coronel PM Airton Feitosa, destaca que a integração entre as forças de segurança tem sido fundamental para ampliar os resultados no combate ao tráfico internacional de drogas, principalmente para os estados localizados na região de fronteira.

“O tráfico de drogas não possui fronteira e interliga todos os estados brasileiros que estão na rota percorrida pelo entorpecente até chegar a outros continentes. Isso exige que nós trabalhemos de forma integrada, na colaboração ou troca de informações de inteligência. Nosso foco central é apreender a maior quantidade de drogas possível, retirando esses entorpecentes de circulação, e pela primeira vez chegamos a essa quantidade histórica”, observa.  

As apreensões contabilizadas fazem parte da Operação Protetor da Fronteira, do Ministério da Justiça e Segurança Pública, em conjunto com o programa Tolerância Zero Contra Facções Criminosas, do Governo de Mato Grosso, que fortalece a atuação integrada das forças de segurança estaduais e federais. 

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