Judiciário
Gisela Cardoso empossa Danusa Oneda para conduzir advocacia da Subseção de Lucas do Rio Verde
Judiciário
Presidente da Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Mato Grosso, Gisela Cardoso, empossou, na noite de sexta-feira (13), a advogada Danusa Oneda, para presidir, pelo segundo mandato consecutivo, a 21ª Subseção de Lucas do Rio Verde, que alcança, além de Lucas, Itanhangá, Tapurah e Ipiranga do Norte. Última cerimônia de posse das 29 Subseções da OAB-MT, para a gestão 2025/2027 e, com emoção, a presidente Gisela falou sobre o fechamento deste ciclo.
“Por 29 vezes tive a honra de dizer: é com muita alegria que declaro aberta esta cerimônia de posse. Por 29 vezes apertei a mão da advocacia do interior. E hoje encerramos essa jornada aqui, em Lucas do Rio Verde, celebrando conquistas de mãos dadas. Então, o que posso dizer? Tudo ao seu tempo e Deus quis que estivéssemos aqui, para reafirmarmos nossos compromissos”, disse Gisela. “E, olhando no entorno, vejo que a advocacia mato-grossense está presente aqui conosco, nesta noite especial, para abraçar à presidente Danusa e sua diretoria, para aplaudi-los, para dizer que a advocacia mato-grossense é única e unida”,
reforçou Gisela, desejando sucesso aos empossados e colocando a Seccional à disposição para a caminhada na defesa da advocacia, da instituição OAB e da sociedade”.
Danusa tomou posse com o vice-presidente, Valterlei Criatiano Miquelin, a secretária-geral Michelle Cristiane Ferreira da Silva, o secretário-adjunto, Paulo Roberto Janner de Abreu, o tesoureiro Fábio do Nascimento Silva e a delegada Clarice Bagnara. E relembrou sua trajetória.
“Minha história se confunde com a história de tantos de vocês, amigos, parceiros da Ordem, e com a história de Lucas do Rio Verde”, destacou Danusa.
Em seu discurso, citou seus primeiros passos na OAB, sendo jovem advogada, sendo mulher e salientou os desafios e conquistas. Em um momento emocionante, agradeceu o pai, já falecido, seu maior incentivador para que fosse advogada, e à mãe, que estava presente, a quem Danusa pediu uma salva de palmas, reconhecendo na família, no marido e na advocacia a sua base sólida.
Participaram da cerimônia com a presidente Gisela Cardoso, o vice-presidente Geovani Santin, o secretário-geral Josemar Carmerino, o diretor-tesoureiro, Max Ferreira Mendes, o presidente do Tribunal de Defesa das Prerrogativas, Pedro Neto, a presidente da Escola Superior de Advocacia (ESA-MT), Jamille Adamczyk, o secretário-geral da Caixa de Assistência (CAA-MT), Alex Roece Onassis, o conselheiro federal Bruno Miranda, o consleheiro seccional decano Pedro Verão, os conselheiros seccionais por Lucas, Cristiano Alcides Basso e Thayane Nayara Balbino Almeida, bem como demais conselheiros seccionais, presidentes e ex-presidentes de Seccionais, demais representantes da Ordem dos Advogados, a advocacia em geral e autoridades locais.
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Judiciário
Réu é condenado por tentativa de feminicídio em Cuiabá
F.M.S. foi condenado a 14 anos e 10 meses de reclusão, além do pagamento de 30 dias-multa, pela prática de tentativa de feminicídio contra a ex-companheira e por violência psicológica continuada ao longo de anos de relacionamento. A decisão foi proferida pelo Tribunal do Júri da Comarca de Cuiabá na sessão realizada nesta segunda-feira (1º), com início de cumprimento da pena em regime fechado.
O Conselho de Sentença reconheceu que o feminicídio somente não se consumou por circunstâncias alheias à vontade do réu, bem como que o delito foi praticado em razão da condição do sexo feminino da vítima, envolvendo violência doméstica e familiar, além de desprezo à condição de mulher. Também foi reconhecida a qualificadora do motivo fútil. A acusação foi sustentada pelo promotor de Justiça Vinícius Gahyva Martins.
Conforme a denúncia oferecida pelo Ministério Público de Mato Grosso, os fatos ocorreram em abril deste ano, quando o acusado atraiu a vítima a um local isolado sob o pretexto de dialogar sobre o filho do casal. No local, F.M.S. tentou matá-la por meio de enforcamento e desferindo um golpe de faca na região do pescoço. A vítima sobreviveu porque um morador das proximidades ouviu os gritos e interveio, impedindo a consumação do crime.
As investigações apontam que o casal manteve relacionamento por seis anos e tem um filho em comum. Eles estavam separados havia dois anos, mas o réu não aceitava o término. Durante todo o período de convivência, a vítima foi submetida a episódios de violência psicológica, física e moral, caracterizados por ciúmes excessivos, comportamento controlador, agressões e manipulação emocional, inclusive com a utilização do filho como instrumento de coação.
A sentença determina que o réu permaneça preso para início imediato do cumprimento da pena.
*Sob supervisão de Daniel Costa
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