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Abilio Brunini sanciona reconhecimento da Marcha para Jesus no patrimônio cultural cuiabano

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O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini, sancionou a lei que reconhece a Marcha para Jesus como Patrimônio Cultural Material e Imaterial do município. A medida foi publicada oficialmente nesta semana e consolida a inclusão do evento religioso no calendário cultural da capital mato-grossense.

Com a nova legislação, a administração municipal passa a ter respaldo para promover ações de valorização, preservação e incentivo à continuidade da Marcha para Jesus. O texto também autoriza a Prefeitura a divulgar o evento em seus canais institucionais e a apoiar sua realização por meio de iniciativas compatíveis com a legislação vigente.

A norma, entretanto, não estabelece repasse obrigatório de recursos públicos para a organização da marcha. Eventuais investimentos ou apoios financeiros dependerão da disponibilidade orçamentária do município e da observância das regras legais aplicáveis.

A sanção ocorre às vésperas da 29ª edição da Marcha para Jesus em Cuiabá, programada para o dia 20 de junho. A expectativa dos organizadores é reunir aproximadamente 50 mil participantes, entre fiéis, líderes religiosos e visitantes.

Entre os convidados anunciados para o evento estão o senador Flávio Bolsonaro e o apóstolo Estevam Hernandes, um dos principais responsáveis pela criação e expansão da manifestação religiosa no país.

Ao defender a proposta, Abilio Brunini afirmou que a Marcha para Jesus possui caráter religioso e cultural, destacando sua relevância para milhares de participantes e rejeitando interpretações de que o evento tenha finalidade político-partidária.

O reconhecimento da Marcha para Jesus como patrimônio cultural reforça o papel do evento na vida religiosa e social de Cuiabá, garantindo instrumentos legais para sua preservação e continuidade nos próximos anos.

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Assembleia prevê contratar banca ainda em 2026 e realizar concurso em 2027, diz Max

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O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), Max Russi (Podemos), informou que a contratação da empresa responsável pela organização do próximo concurso público do Legislativo estadual poderá ser efetivada ainda em 2026. Apesar disso, a expectativa é de que a aplicação das provas aconteça somente em 2027.

Segundo o parlamentar, a futura banca terá a atribuição de conduzir todas as etapas do certame, desde o levantamento das vagas disponíveis até a elaboração e aplicação das provas. Russi ressaltou que já existe previsão orçamentária para a realização do concurso por meio dos recursos do duodécimo destinados à Assembleia.

Em entrevista ao SBT Cuiabá, o presidente explicou que a definição do quantitativo de vagas ainda está em fase de estudo.

“Vamos concluir o levantamento das vagas e, possivelmente, contratar a empresa organizadora ainda este ano. A realização do concurso deve ocorrer em meados do próximo ano”, declarou.

De acordo com Max, o planejamento considera não apenas a demanda atual da Assembleia, mas também as necessidades dos gabinetes parlamentares e dos setores administrativos para os próximos seis anos. O estudo inclui ainda a análise dos impactos financeiros decorrentes das futuras contratações, como despesas com remuneração, aposentadorias e estrutura administrativa.

O presidente destacou que a administração está realizando reuniões com as diversas secretarias da Casa para identificar quais cargos efetivos deverão integrar o concurso público.

“Estamos conversando com cada secretaria para mapear as funções de natureza efetiva que poderão ser contempladas no certame”, explicou.

A realização do concurso faz parte de um conjunto de ações voltadas à modernização da estrutura administrativa da Assembleia Legislativa. Entre as iniciativas em andamento está a elaboração de um novo Plano de Cargos, Carreiras e Subsídios (PCCS), desenvolvido por uma comissão composta por representantes da gestão e dos servidores.

A proposta também prevê a substituição gradual de cargos comissionados por servidores aprovados em concurso público, além da revisão de distorções nas carreiras e da implementação de critérios de progressão funcional baseados no mérito.

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