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Câmara na ALMT trabalha em prol da saúde indígena e ampliação do atendimento

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Mato Grosso conta com cerca de 60 mil indígenas e ainda enfrenta dificuldades no acesso à saúde, como falta de transporte, barreiras culturais e escassez de atendimento especializado. Para tratar desses problemas, a Assembleia Legislativa criou, em 2025, uma Câmara Setorial Temática (CST) voltada à saúde indígena.

A iniciativa foi proposta pelo presidente da ALMT, deputado estadual Max Russi (Podemos). O grupo reúne representantes de órgãos públicos, especialistas e lideranças indígenas, com foco em levantar demandas e propor melhorias no atendimento.

Entre as ações já realizadas estão visitas aos Distritos Sanitários Especiais Indígenas (DSEIs) e a articulação entre instituições federais, estaduais e municipais. Em março de 2026, também foi promovido um curso de capacitação com 35 profissionais de saúde, abordando temas como tratamento de feridas, responsabilidade técnica na enfermagem e legislação aplicada à área.

Outra ação em andamento é o “Abril Indígena”, que inclui arrecadação de roupas, brinquedos e materiais para a Casa de Saúde Indígena (Casai) de Cuiabá, unidade que recebe pacientes vindos de aldeias e do interior do estado.

Também estão em discussão medidas voltadas à saúde mental, diante do aumento de casos de ansiedade, depressão e suicídio entre jovens indígenas. As propostas envolvem parcerias com órgãos como Sesai, Funai, Governo do Estado, universidades e prefeituras.

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Mauro Mendes elogia Manciolli para Casa Civil e diz que Pivetta deve ter liberdade para trocar secretários

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O senador eleito Mauro Mendes (União) elogiou a escolha do governador eleito Otaviano Pivetta (Republicanos) para o comando da Casa Civil de Mato Grosso. O empresário Eduardo Manciolli foi anunciado para a função na última terça-feira (13) e, na avaliação do ex-governador, poderá contribuir com uma das principais atribuições da pasta: a articulação política do Executivo estadual.

Mauro afirmou que conhece Manciolli e avaliou positivamente a indicação. “Eu conheço o Manciolli, com certeza é um bom nome, e vai ajudá-lo na articulação, que é o papel importante da Casa Civil”, declarou.

 

 

 

Além de comentar a escolha para a secretaria, o ex-governador defendeu que Pivetta tenha autonomia para montar a própria equipe de governo. Para Mauro, a decisão sobre a permanência de secretários e a eventual substituição de integrantes do primeiro escalão deve caber ao novo chefe do Executivo, sem interferências que limitem sua capacidade de definir os rumos da gestão.

Mauro compara escolha de equipe à própria gestão

Ao defender a liberdade de Pivetta para reorganizar o secretariado, Mauro recorreu à experiência que teve à frente do Palácio Paiaguás. Segundo ele, durante sua gestão, teve autonomia para escolher os integrantes da equipe e considera que o sucessor deve contar com a mesma prerrogativa.

“Eu defendo que o governador tenha autonomia, como eu tive para escolher o seu secretariado. Eu tive essa autonomia, escolhi quem eu quis, ele tem o direito de escolher quem ele quer para ficar, para continuar, para mudar”, afirmou.

Mauro acrescentou que exerceu esse direito durante o mandato e que Pivetta deve ter liberdade para promover as mudanças que considerar necessárias. A declaração reforça a posição do ex-governador de que cabe ao novo chefe do Executivo definir a composição administrativa de acordo com as prioridades de sua gestão.

 

“Eu exerci esse direito e ele tem toda a liberdade para fazer as escolhas que ele julgar melhor para mudar a equipe dele”, completou.

Manciolli assume função de articulação política

À frente da Casa Civil, Eduardo Manciolli terá entre as principais responsabilidades a articulação do governo estadual com os demais Poderes e instituições, além da coordenação do diálogo entre as secretarias. A pasta ocupa uma posição estratégica na interlocução política e administrativa do Executivo.

Antes do anúncio, a Casa Civil era comandada por Adjaime Ramos, que retorna à função de secretário adjunto de Relações Políticas. A mudança faz parte da reorganização da equipe de Pivetta, que assumiu o governo estadual após a saída de Mauro Mendes para disputar uma vaga no Senado.

Fonte Olhar Direto

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