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Advogados Elton Vieira Santos e Murilo Souza Guimarães da 27ª Subseção de Vila Rica são nomeados para cargos na gestão da OAB-MT

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imgOs advogados Elton Vieira Santos e Murilo Souza Guimarães da 27ª Subseção da Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Mato Grosso (OAB-MT), em Vila Rica, foram nomeados para cargos na Seccional, ampliando ainda mais a participação do interior na gestão 2025/2027.

 

As nomeações foram aprovadas na Primeira Sessão Ordinária de 2026 do Conselho Pleno da OAB-MT, realizada em 27/2, no auditório da instituição, em Cuiabá.

 

Elton Vieira Santos passa a exercer o cargo de vice-presidente do Tribunal de Defesa das Prerrogativas (TDP) e Murilo Souza Guimarães integra o Conselho Curador da Escola Superior de Advocacia (ESA).

 

A presidente da OAB-MT, Gisela Cardoso, deseja êxito aos nomeados e que sejam bem-vindos à missão de fortalecer a advocacia mato-grossense.

 

“Com essas duas nomeações, de advogados de Vila Rica, alcançamos a nossa subseção mais distante, a 27ª Subseção, ampliando ainda mais a participação do interior na gestão da OAB-MT, com dois nomes que passam a contribuir diretamente com os trabalhos da instituição”, ressaltou Gisela.

 

imgAo ser nomeado, Elton Vieira Santos disse que recebe a indicação com muito senso de responsabilidade e se colocou à disposição de todos.

 

“Assumo com muita honra a missão de defender prerrogativas, pilares indispensáveis para o pleno exercício da advocacia e para a defesa do Estado Democrático de Direito. Quero colaborar com todas as subseções e colegas advogados, buscando fortalecer cada vez mais nossa classe”, declarou.

 

Já Murilo Souza Guimarães agradeceu pela confiança depositada.

 

“Recebo essa nomeação com alegria e satisfação, pois ela reforça a representação de todo Mato Grosso em nível estadual, promovendo maior integração e encurtando distâncias entre o interior e a Capital”, ressaltou.

 

As resoluções entraram em vigor na data de publicação, conforme deliberação do Conselho Seccional da OAB-MT.

 

 

Keka Werneck

Assessoria de Imprensa OAB-MT

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Gisela Cardoso cobra investigação “a fundo” sobre fatos envolvendo Alexandre de Moraes e Daniel Vorcaro

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imgA presidente da Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Mato Grosso (OAB-MT), Gisela Cardoso, defendeu uma investigação independente, rigorosa e transparente sobre os fatos que vieram a público envolvendo o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, e o banqueiro Daniel Vorcaro.

 

Gisela aponta que a gravidade das informações exige mais do que uma apuração protocolar, sendo necessário que todos os fatos sejam efetivamente esclarecidos. “É preciso investigar, e investigar a fundo. Os fatos que vieram a público envolvendo o ministro Alexandre de Moraes e Daniel Vorcaro exigem uma investigação independente, rigorosa e transparente. Não basta uma investigação formal”, afirmou.

 

A presidente da OAB-MT destacou que uma investigação legítima precisa ter autonomia, não podendo existir qualquer relação de subordinação, influência ou conflito de interesses capaz de comprometer a apuração.

 

“Quem investiga precisa ter autonomia real, liberdade para seguir todas as linhas de investigação e nenhuma relação de subordinação, influência ou conflito de interesses com os envolvidos. Não pode haver investigação conduzida para proteger pessoas, preservar reputações ou atender a interesses políticos. A investigação deve buscar exclusivamente os fatos e a verdade”, defendeu.

 

Gisela também estabelece uma distinção entre investigar e condenar, e avalia que cobrar esclarecimentos não significa fazer um julgamento antecipado, mas assegurar que os mesmos critérios de responsabilização e transparência sejam aplicados a todos, independentemente do cargo ou da posição que ocupem. “Não se trata de condenar previamente ninguém. Trata-se de assegurar que ninguém seja blindado e que ninguém seja perseguido. Se houver fatos relevantes a esclarecer, que sejam examinados até o fim”, afirmou.

 

Na avaliação da presidente da OAB-MT, a sociedade brasileira tem direito a uma apuração independente, sem interferência e sem privilégios. “Impedir ou limitar uma investigação independente também não pode ser aceitável em uma democracia. Que se investigue tudo com independência, com transparência e com coragem. Se houver responsabilidades, que sejam identificadas e tratadas rigorosamente dentro da lei. OAB-MT espera e requer aquilo que toda a sociedade clama, que é a apuração rigorosa dos fatos, pois a verdade não pode ter dono, lado ou proteção”.

 

 

Assessoria de Imprensa OAB-MT

Foto: Tatiane Nunes

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