Mato Grosso

PM prende quatro faccionados por tráfico de drogas e apreende 10 tabletes de maconha

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Mato Grosso

Policiais militares do 13º Batalhão prenderam uma mulher e três homens, entre 18 e 40 anos, por tráfico ilícito de drogas, na noite desta quarta-feira (5.11), em Lucas do Rio Verde. Com os suspeitos, foram encontradas três porções e dez tabletes de maconha.

Durante patrulhamento tático em uma região conhecida por diversas denúncias de tráfico de drogas, a equipe policial flagrou um homem em atitude suspeita em frente a um residencial, no bairro Veneza. O suspeito tentou fugir para o interior de uma das residências ao ver a viatura e foi abordado.

Durante a abordagem, os policiais localizaram um homem e uma mulher escondidos no quarto. Em buscas no interior do imóvel, a equipe encontrou dez tabletes de maconha, além de material de preparo e um celular que os suspeitos danificaram.

Questionados sobre os entorpecentes, o trio não se pronunciou. Em seguida, os policiais flagraram outro homem escondido. Ao ser abordado foi encontrado mais três porções de maconha. A quadrilha faz parte de uma facção criminosa na cidade.

Diante do flagrante, os suspeitos foram encaminhados para a delegacia, com o material apreendido, para as providências que o caso requer.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

*Sob supervisão Wellyngton Souza

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Max Russi: composição da Federação sacramenta apoio a Pivetta e inviabiliza outras candidaturas

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 Presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, deputado Max Russi (Podemos), questionado sobre a definição da nova executiva da Federação União Progressista em Mato Grosso, disse que da forma como foi montada pelas direções partidárias (leia-se União Brasil e Progressistas) sacramentou o alinhamento em torno do projeto de reeleição do governador Otaviano Pivetta (Republicanos).

Sobre os desdobramentos, Max Russi ressaltou que a escolha dos membros da executiva — agora sob a liderança do ex-governador Mauro Mendes (União), presidente do União Brasil no Estado, inviabiliza teses de candidaturas alternativas dentro da própria federação.

“Praticamente definiu o apoio da federação ao Pivetta. A maioria dos membros foi definida agora. Se a direção nacional tivesse algum entendimento diferente sobre essa situação, não tomaria essa decisão neste momento ou faria de outra forma”, disse Max Russi.

Para Max Russi, a ausência e a exclusão de parlamentares mais independentes na montagem final da federação União Progressista. Para ele, isso enfraquece o poder de barganha de quem tentava construir uma via paralela à de Pivetta.

“Temos dois bons companheiros no União Brasil. O Júlio Campos ficou como suplente dessa comissão e o deputado Sebastião Rezende sequer entrou entre os sete membros. Não sei qual foi o critério utilizado, mas poderia ter sido um grupo de nove integrantes para contemplar esses parlamentares”, destacou.

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