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Senador nega articulação para Samantha ser vice de Pivetta e reafirma pré-candidatura

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O senador Wellington Fagundes (PL), pré-candidato ao governo de Mato Grosso em 2026, negou, nesta segunda-feira (20), qualquer articulação dentro do Partido Liberal que envolva a vereadora e primeira-dama de Cuiabá, Samantha Iris (PL), como possível vice na chapa do vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos).

Segundo o parlamentar, o assunto já foi tratado com o prefeito Abilio Brunini (PL) e com a própria Samantha. “Conversei com o Abilio e com a Samantha na semana passada. Eles deixaram muito claro que estarão com o partido e apoiarão os candidatos definidos pelo PL. Isso foi muito claro”.

O senador também refutou especulações sobre uma possível divisão interna no PL em torno de sua pré-candidatura. “Eu sou o pré-candidato ao governo. Isso já está definido pelo partido. Não há dúvida quanto a isso. Assim como o Medeiros também já está definido como pré-candidato ao Senado”, destacou.

Em relação a uma eventual composição de chapa com Samantha Iris, Fagundes ponderou que as decisões serão tomadas em conjunto com a direção partidária. “Nós temos que pensar nas coligações. Quem tem candidato ao governo e ao Senado deve buscar alianças com outros partidos — desde que não sejam de esquerda. Aí, sim, tudo é possível”, explicou.

Ainda assim, o senador fez questão de elogiar a primeira-dama. “A Samantha é um nome excelente, uma mulher sensível, trabalhadora, e foi a mais votada para a Câmara de Cuiabá. É uma liderança que tem destaque na nossa capital”, ressaltou Wellington Fagundes.

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Comissão aprova proposta que impede crédito rural a invasores de terra

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A Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara dos Deputados aprovou o substitutivo apresentado pelo deputado e membro da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), José Medeiros (PL), ao Projeto de Lei 4705/2025, que impede invasores de propriedades rurais de acessar políticas públicas da agricultura familiar, como crédito do Pronaf e programas de compra de alimentos.

Em seu parecer, Medeiros, que é relator do projeto, afirma que a proposta busca impedir que invasores de propriedades sejam tratados como agricultores familiares e tenham acesso a recursos públicos.

“Não podemos admitir que criminosos, como os do MST, além de invadir propriedades que não lhes pertencem, ainda consigam acesso a benefícios. Precisamos cuidar para que recursos públicos não sejam usados em propriedades sem legitimidade fundiária, o que acaba incentivando invasões e gerando insegurança no campo”, afirmou o deputado.

O texto aprovado, relatado por Medeiros, proíbe que pessoas envolvidas em invasão de terras sejam beneficiadas por programas governamentais voltados à agricultura familiar. Além disso, exige a comprovação da propriedade ou posse legítima do imóvel e inscrição ativa no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) para participação em programas públicos.

Para Medeiros, a medida corrige falhas que vinham permitindo o acesso irregular a recursos públicos. Segundo ele, a proposta garante que os investimentos cheguem a quem realmente trabalha no campo, evitando que ocupações ilegais sejam beneficiadas.

“Os critérios passam a ser mais rígidos para o acesso a políticas públicas. Isso garante mais segurança jurídica e evita distorções na destinação de recursos”, explicou.

O parecer teve três votos contrários de deputados do Partido dos Trabalhadores (PT). O projeto segue agora para análise da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), antes de avançar na tramitação na Câmara dos Deputados.

 

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