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Faccionado é preso pela Polícia Militar com 122 porções de cocaína em Várzea Grande

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Um homem faccionado, de 37 anos, foi preso em flagrante pela Polícia Militar por tráfico ilícito de drogas, na noite desta terça-feira (14.10), em Várzea Grande. Com o criminoso, foram apreendidas 122 porções de substância análoga a cocaína e materiais usados no tráfico de entorpecentes.

Durante patrulhamento pelo bairro Jardim Glória 2, a equipe do Grupo de Apoio (GAP) do 4º Batalhão encontrou um homem em atitude suspeita. Ao avistar as viaturas da PM, o homem tentou esconder algum tipo de material em seus bolsos e, em seguida, correu rapidamente até um estúdio de tatuagem.

Diante da suspeita, os policiais se aproximaram e fizeram abordagem, localizando com ele 22 porções de cocaína. Questionado sobre o que fazia no endereço, ele disse ser dono do estúdio de tatuagem e que também utilizava o local para vender os entorpecentes.

O suspeito também disse que na sua casa, ao lado do estabelecimento, havia mais entorpecentes. A equipe do GAP realizou buscas nos dois locais e encontraram, ao todo, mais 100 porções de cocaína, balança de precisão, um prato com resquícios de drogas e outros materiais utilizados para o tráfico.

O homem recebeu voz de prisão e foi conduzido para a Central de Flagrantes de Várzea Grande para registro da ocorrência e demais providências. Ele possui passagens policiais pelo mesmo crime e faz uso de tornozeleira eletrônica.

Fonte: PM MT – MT

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MC Mestrão preso por envolvimento com facção é solto neste sábado

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Odanil Gonçalo Nogueira da Costa, conhecido como “MC Mestrão”,  preso no dia 31 de março, suspeito de envolvimento com uma facção criminosa e apologia ao crime em canções, durante a Operação Ruptura CPX, em Cuiabá, ganhou a liberdade neste sábado (11).

Mestrão foi solto no início da tarde e foi recebido do lado de fora do Fórum por parentes e amigos. Com o alvará de soltura na mão, o MC mostrou sorriso no rosto.

Segundo a Polícia Civil, o suspeito interpretava músicas com referências diretas à organização criminosa e citava nas letras práticas ilícitas como os “salves” e golpes de estelionato.

As investigações também apontaram que o investigado mantinha contato com membros de alto escalão da facção e frequentava locais utilizados como pontos de encontro de integrantes do grupo.

Além disso, a polícia identificou indícios de que ele também prestava apoio logístico aos integrantes, incluindo a disponibilização de locais para ocultação de veículos de origem ilícita.

Mesmo liberado, Mestrão continua sendo investigado e deverá cumprir medidas cautelares para continuar com o benefício de soltura.

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