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Homem mata companheira a tiros e foge com as filhas no interior de Mato Grosso

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Uma mulher de 29 anos foi assassinada a tiros na tarde de domingo (28), dentro da própria casa, no bairro Vila Operária, em Aripuanã.

O principal suspeito do feminicídio é o companheiro da vítima, de 28 anos, que fugiu após o crime levando as duas filhas do casal.

A vítima foi identificada como Valquiria Araujo Lopes da Silva. Segundo a Polícia Civil, o suspeito teria confessado o assassinato aos próprios pais por telefone.

A conversa foi ouvida pela filha mais velha de Valquiria, que avisou a avó materna sobre o ocorrido.

Após receber a informação, a família acionou as forças de segurança. Policiais militares foram até a residência do casal e encontraram Valquiria caída, já sem sinais de vida.

Uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) esteve no local e apenas constatou a morte da vítima.

Depois do homicídio, o suspeito deixou a casa dirigindo uma caminhonete Fiat Strada vermelha e levou as filhas, que estavam no imóvel quando o crime aconteceu.

A Polícia Civil investiga as circunstâncias do feminicídio e realiza diligências para localizar o autor. O caso segue sob investigação.

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Avô por afinidade é condenado a mais de 21 anos de cadeia por abusos contra criança de 5 anos

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O réu M. F. C. foi condenado a 21 anos, quatro meses e 10 dias de reclusão, em regime inicial fechado, pelos crimes de estupro de vulnerável e de facilitação de acesso de criança a material pornográfico para prática de ato libidinoso, cometidos contra uma menina em Nova Mutum (a 264 km de Cuiabá). A decisão foi proferida pela 3ª Vara da comarca. 

Conforme a denúncia do Ministério Público de Mato Grosso, os abusos ocorreram entre os anos de 2012 e 2014, período em que a vítima, então com cerca de cinco anos de idade quando os fatos começaram, morava com a avó materna e o réu, companheiro dela. A Justiça reconheceu que o homem exercia papel de autoridade familiar sobre a criança, sendo considerado seu avô por afinidade.

Segundo apurado durante a investigação e confirmado em juízo, o condenado praticou diversos atos libidinosos diversos da conjunção carnal contra a vítima. Também foi comprovado que ele exibia vídeos pornográficos à criança, afirmando que faria com ela os atos mostrados nas imagens.

Na sentença, a magistrada destacou que o relato da vítima permaneceu firme e coerente ao longo dos anos, sendo corroborado por outras provas produzidas durante a instrução processual. 

Além da pena privativa de liberdade, o réu foi condenado ao pagamento de 12 dias-multa e de indenização por danos mora

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