Polícia
PM aumenta prisões de tráfico de drogas em 29,8% e de foragidos da Justiça em 23% no ano de 2025
Polícia
A Polícia Militar de Mato Grosso aumentou em 29,8% o número de prisões em flagrante pelos crimes relacionados ao tráfico e uso ilícito de drogas e em 23% na condução de foragidos da Justiça, no ano de 2025, em todo o Estado.
Somente em 2025, mais de 39,5 mil pessoas foram conduzidas durante ações de policiamento ostensivo da Polícia Militar. Deste número, 11,4 mil foram presas em flagrante, representando um aumento de 9,2% em relação ao mesmo período de 2024, quase cerca de mil pessoas a menos (10,4 mil) foram presas em flagrante.
Os dados foram divulgados pela Superintendência de Planejamento Operacional e Estatística da Polícia Militar (Spoe-PMMT) e compreendem o ano de 2025 com a realização da Operação Tolerância Zero em comparação ao mesmo período de um ano atrás, antes da implantação do Programa do Governo do Estado.
Ainda entre as 11,4 mil prisões em flagrante, 3,8 mil foram decorrentes de crimes de tráfico de drogas, sendo número superior às 2,9 mil prisões realizadas no mesmo período do ano de 2024.
Já o número de conduzidos com mandados de prisão em aberto subiu de 2,7 mil em 2024 para mais de 3,3 mil em 2025. O número abrange prisões de suspeitos foragidos da Justiça, sejam estes condenados ou com prisões preventivas deferidas pelo Poder Judiciário.
Para o comandante-geral adjunto da Polícia Militar de Mato Grosso, coronel André Wilian Dorileo, o aumento do número de prisões de foragidos tem relação direta com o aumento da produtividade operacional da instituição e do atendimento à população , por meio dos canais de denúncias oficiais.
“Para localizarmos um foragido da Justiça, muitas vezes de outros Estados, contamos uma série de fatores operacionais. Hoje temos a integração direta com outras forças de segurança, nossos setores de inteligência, câmeras de monitoramento do Vigia Mais MT, diversas ferramentas que auxiliam nosso trabalho. Mas também não podemos deixar de citar a importância da colaboração da população, por meio das denúncias pelo 190 ou disque-denúncias, que são fundamentais para encontrar esses criminosos”, destaca o coronel.
O coronel Claudio Fernando Carneiro Tinoco, comandante-geral da PMMT, também avalia que o aumento das prisões em ações de tráfico de drogas segue a operacionalidade do Programa Tolerância Zero às Facções Criminosas do Governo do Estado e os investimentos na segurança pública.
“Os investimentos em armamentos e equipamentos modernos e tecnológicos realizados pelo Governo do Estado têm dado maior poder operacional para nossos militares irem a campo para apurar denúncias de tráfico de drogas, esse fato, aliado às abordagens, buscas e checagens, e trabalho integrado entre as forças de segurança, trazem como maior resultado a prisão de infratores, maior retirada da circulação de entorpecentes das ruas e uma sociedade mato-grossense mais segura”, afirma o coronel Fernando.
Fonte: PM MT – MT
Polícia
Advogado denuncia policial por sacar arma e fazer ameaças por briga de cachorro em VG
Conteúdo/ODOC – Um advogado registrou boletim de ocorrência acusando o investigador da Polícia Civil J.P.O. de ameaça e agressão durante uma discussão relacionada a um desentendimento envolvendo cães, ocorrido na tarde de segunda-feira (1º), no bairro Centro-Sul, em Várzea Grande. O caso foi encaminhado à Corregedoria-Geral da Polícia Civil para apuração.
Conforme o registro policial, a confusão teve origem em um episódio ocorrido no dia 27 de maio, quando a esposa da vítima passeava com um cachorro da raça pit monster e teria sido surpreendida por dois cães que saíram de uma residência e avançaram contra o animal. Segundo o relato, durante a situação, houve troca de agressões verbais entre os envolvidos e uma mulher teria arremessado um tamanco contra a cabeça da esposa do advogado.
Já na tarde de segunda-feira (1), o advogado afirmou que caminhava com o cachorro quando foi abordado pelo investigador. Segundo a denúncia, o policial estava em um veículo descaracterizado de uso policial, apresentou distintivo funcional e passou a questioná-lo sobre o episódio envolvendo os animais.
A vítima relatou que, após negar que seu cachorro tivesse atacado outro animal, passou a ser ameaçada. Conforme o boletim, o investigador teria afirmado que atiraria no cachorro caso ele passasse em frente à residência dele novamente. O advogado também alegou ter sido agredido fisicamente e afirmou que o policial sacava a arma repetidamente durante a discussão, o que teria provocado intimidação.
Ainda de acordo com a ocorrência, o comunicante informou que chegou a acionar o telefone 190, mas posteriormente desistiu do atendimento e optou por registrar a denúncia por meio da Delegacia Digital. O caso foi registrado como ameaça consumada.
Em nota, a Polícia Civil confirmou o registro do boletim de ocorrência de natureza ameaça, realizado por meio da Delegacia Digital na noite de segunda-feira. A instituição informou que os fatos relatados teriam ocorrido no bairro Centro-Sul, em Várzea Grande.
“A Corregedoria Geral foi comunicada acerca das informações registradas para providências cabíveis, bem como irá apurar as circunstâncias do fato ocorrido”, diz trecho da nota.
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