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Polícia Civil captura mais dois alvos foragidos da Operação Doce Amargo em ações em MT e AM

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Mais dois integrantes de uma facção criminosa envolvida com tráfico de drogas interestadual foram presos pela Polícia Civil em continuidade aos trabalhos da Operação Doce Amargo – Acorde Final, deflagrada no último dia 30 de outubro pela Delegacia Especializada de Repressão a Entorpecentes (Denarc).

Com a prisão dos dois suspeitos que estavam foragidos, o número de capturados na operação sobe para 22 presos até o momento.

Uma das prisões ocorreu no sábado (2.11), quando as equipes policiais localizaram um dos foragidos na cidade de Coari, no estado do Amazonas. A captura foi realizada com apoio de policiais locais, demonstrando a efetiva articulação interestadual no combate ao tráfico de drogas.

Nesta segunda-feira (4), outro foragido foi capturado na cidade de Novo São Joaquim, em Mato Grosso, dando continuidade ao trabalho de localização e prisão dos investigados pela facção criminosa desarticulada.

A Operação Doce Amargo – Acorde Final tem como foco a desarticulação de um grupo criminoso atuante no tráfico de drogas com ramificações nos estados do Amazonas, Rio de Janeiro e Rio Grande do Norte. Ao todo, foram expedidos 25 mandados de prisão preventiva pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juiz de Garantias da Capital, restando apenas três foragidos.

A ação faz parte do planejamento estratégico da Polícia Civil, dentro da operação Inter Partes que integra o programa Tolerância Zero contra as Facções Criminosas do Governo de Mato Grosso, voltado ao enfrentamento e à repressão aos grupos criminosos no Estado.

Continuidade das Investigações

As diligências para localização e prisão dos demais investigados foragidos continuam sendo realizadas pelas equipes da Denarc, em parceria com outras unidades da Polícia Civil de Mato Grosso e de outros estados.

O delegado responsável pelas investigações, Marcelo Miranda Muniz, destacou que o trabalho policial não se encerra com a deflagração da operação. “Seguimos empenhados na localização de todos os investigados, demonstrando que não haverá impunidade para aqueles que afrontam a lei com atividades criminosas voltadas ao tráfico de drogas”, disse.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Vídeo mostra moradora agredindo e xingado síndica de condomínio em VG: “Preta incompetente”

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Conteúdo/ODOC – A síndica de um condomínio residencial em Várzea Grande denunciou ter sido vítima de agressões físicas, ameaças e injúria racial praticadas por uma moradora durante uma discussão ocorrida no fim de maio. O caso foi registrado nesta terça-feira (2) na Polícia Civil.

O episódio aconteceu no Condomínio Chapada dos Buritis, no Bairro Ponte Nova, e teve como vítima Selma Guimarães Souza. A suspeita foi identificada como Maisa de Paula Pereira.

Segundo o boletim de ocorrência, o desentendimento teve início após a moradora questionar a responsabilidade do condomínio por uma infiltração em seu apartamento.

No entanto, laudos técnicos apontaram que o problema teria sido causado por um vazamento em uma unidade localizada no andar superior, afastando a responsabilidade da administração condominial.

Conforme o relato da síndica, a moradora passou a perseguir e hostilizar funcionários e integrantes da administração, cobrando providências consideradas indevidas.

A situação culminou em uma discussão no pátio do condomínio, onde a suspeita teria seguido a vítima enquanto fazia ameaças e proferia ofensas.

As cenas foram registradas por câmeras de segurança. Nas imagens, a moradora aparece discutindo de forma exaltada com a síndica e, em determinados momentos, parte para agressões físicas.

Ainda de acordo com a denúncia, durante a perseguição a vítima foi chamada de “sua preta incompetente” e “verme”, além de ouvir a ameaça: “você me paga”.

A discussão prosseguiu até o salão de festas do condomínio, onde ocorria uma reunião com representantes de uma empresa terceirizada. Na frente dos presentes, a suspeita teria continuado as ofensas, chamando a síndica de “preta nojenta”, “incompetente” e “jumenta”, além de apontar o dedo em seu rosto.

Em seguida, a mulher teria empurrado a vítima, sendo contida por funcionários que participavam da reunião. Mesmo após ser afastada, ela ainda tentou arremessar uma cadeira contra a síndica, segundo o registro policial.

A Polícia Militar foi acionada para atender a ocorrência.

O caso foi registrado como injúria racial, perseguição e vias de fato e será investigado pela Polícia Civil.

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