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Polícia Civil prende condenado por estupro de vulnerável contra a própria filha

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A Polícia Civil prendeu, nesta terça-feira (17.2), em Colniza, um homem, de 41 anos, condenado por abusar sexualmente da própria filha, à época com 12 anos.

O preso foi condenado a 23 anos, um mês e três dias de prisão, em regime fechado. O mandado foi expedido pela Vara Única de Colniza, após condenação transitada em julgado, e cumprido por uma equipe da Delegacia de Colniza.

À época do fato, a própria criança ligou para a polícia e denunciou o pai. O Conselho Tutelar foi acionado e equipes dos dois órgãos foram até a casa da família.

Ao chegar na casa, os policiais e as conselheiras encontraram os pais da vítima e, em seguida, chamaram a criança, que relatou novamente como aconteciam os abusos frequentes. Os crimes ocorriam dentro da casa da família.

Diante disso, o pai foi preso e levado para a delegacia, mas respondeu pelo crime em liberdade. Após o indiciamento da Polícia Civil, ele foi julgado, condenado e, nesta terça-feira (17), com o mandado de prisão definitiva, preso.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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MC Mestrão preso por envolvimento com facção é solto neste sábado

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Odanil Gonçalo Nogueira da Costa, conhecido como “MC Mestrão”,  preso no dia 31 de março, suspeito de envolvimento com uma facção criminosa e apologia ao crime em canções, durante a Operação Ruptura CPX, em Cuiabá, ganhou a liberdade neste sábado (11).

Mestrão foi solto no início da tarde e foi recebido do lado de fora do Fórum por parentes e amigos. Com o alvará de soltura na mão, o MC mostrou sorriso no rosto.

Segundo a Polícia Civil, o suspeito interpretava músicas com referências diretas à organização criminosa e citava nas letras práticas ilícitas como os “salves” e golpes de estelionato.

As investigações também apontaram que o investigado mantinha contato com membros de alto escalão da facção e frequentava locais utilizados como pontos de encontro de integrantes do grupo.

Além disso, a polícia identificou indícios de que ele também prestava apoio logístico aos integrantes, incluindo a disponibilização de locais para ocultação de veículos de origem ilícita.

Mesmo liberado, Mestrão continua sendo investigado e deverá cumprir medidas cautelares para continuar com o benefício de soltura.

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