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Polícia Civil prende homem suspeito de agredir e ameaçar companheira grávida de três meses

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Um homem de 38 anos foi preso pela Polícia Civil, suspeito de agredir e ameaçar de morte sua companheira, uma adolescente de 17 anos e grávida de três meses. Além disso, ele possui diversas passagens criminais por homicídio, tráfico e furto.

A prisão foi realizada nessa quarta-feira (31.7), pela Delegacia Especializada da Mulher, Criança e Idoso de Várzea Grande (DEDMCI-VG), com apoio da Delegacia Especializada de Defesa da Mulher de Cuiabá. Ele foi detido na residência do casal, situada no bairro Pedra 90, em Cuiabá.

Segundo a vítima, o relacionamento vinha sendo mantido há cinco meses, de forma conturbada, mesmo com a gravidez. Diante das atitudes agressivas reiteradas do suspeito, a adolescente procurou a delegacia, acompanhada pelo Conselho Tutelar, com o objetivo de buscar proteção.

Com a prisão, o homem foi conduzido até a DEDMCI-VG para as providências legais cabíveis.

Durante o interrogatório, ele confessou ter dado apenas um golpe no rosto da vítima após uma discussão por motivos fúteis. Contudo, há indícios de que a vítima tenha fraturado o nariz.

Diante da gravidade dos fatos apresentados, a delegada da DEDMCI-VG, Paula Gomes Araujo, representou pela prisão preventiva do suspeito, bem como ações protetivas em favor da vítima, conforme a Lei Maria da Penha.

Por fim, o suspeito foi conduzido até o Fórum de Cuiabá para realização de audiência de custódia, onde permanece à disposição da Justiça.

Ações protetivas da Lei Maria da Penha

O requerimento de medida protetiva é um pedido formal feito pela vítima de violência doméstica ou familiar (ou por seu representante legal) para que o Estado adote providências imediatas que garantam sua segurança, com base na Lei Maria da Penha (Lei nº 11.340/2006).

As medidas protetivas podem ser contra o agressor: afastamento do lar; proibição de aproximação da vítima, familiares e testemunhas; proibição de contato com a vítima (por telefone, mensagens, redes sociais etc.); suspensão do porte de arma de fogo, se tiver; obrigação de frequentar programas de reeducação ou acompanhamento psicológico.

E também em favor da vítima: encaminhamento da vítima e dos filhos a abrigo seguro; acompanhamento policial para retirada de pertences do lar e auxílio para acesso a benefícios assistenciais, transporte, saúde ou justiça.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Casal suspeito de fraude em consórcios é preso em aeroporto de MT ao tentar fugir do Brasil

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A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, na tarde desta quinta-feira (3), a Operação Carta Contemplada 2, para cumprimento de ordens judiciais relacionadas a investigação que apura uma série de crimes de estelionato praticados contra mais de 50 vítimas no município de Sinop.

Na operação, foram cumpridos sete mandados de prisão e 11 de busca e apreensão, além de ordens judiciais para o sequestro de dois veículos, bloqueio de seis contas bancárias vinculadas aos investigados e bloqueio de site e contas em redes sociais relacionados a uma empresa de assessoria. 

A ação foi coordenada pela Delegacia de Sinop, com apoio da Delegacia de Polícia de Sorriso nas diligências realizadas no município. As equipes atuaram no cumprimento dos mandados e das demais medidas determinadas pela Justiça.

As investigações apontam que o grupo atua desde 2022 nos municípios de Sinop e Sorriso, onde foram instalados escritórios utilizados para a captação de clientes.

Segundo o apurado, as vítimas eram atraídas principalmente pelas redes sociais, onde eram abordadas com a oferta de suposta liberação de crédito. Durante as negociações, os investigados exigiam o pagamento de um valor de entrada, sob a promessa de que o crédito para a aquisição de imóveis seria liberado em um prazo estimado de 90 a 120 dias. 

Entretanto, após o pagamento e o encerramento do prazo prometido, o crédito não era disponibilizado. Quando procuravam a empresa para obter esclarecimentos, as vítimas descobriam que, em vez do financiamento que acreditavam ter contratado, haviam sido inseridas em contratos relacionados a cartas de crédito, em condições diferentes daquelas apresentadas no início da negociação.

Prisão no aeroporto

A apuração identificou que o casal, apontado como líder do esquema, havia adquirido passagens aéreas para deixar o país. Diante da possibilidade de fuga, a operação teve a deflagração antecipada. 

Diante da informação e do risco de evasão, as equipes policiais foram mobilizadas para o cumprimento das ordens judiciais, sendo o casal localizado e preso no Aeroporto de Sinop, antes do embarque. 

Paralelamente, equipes da Polícia Civil cumpriram mandados nos escritórios utilizados pelo grupo em Sinop e Sorriso e em outros endereços ligados aos investigados. Ao final da operação, todos os alvos dos mandados de prisão foram localizados e presos. 

A operação decorre das apurações conduzidas pela 1ª Delegacia de Polícia de Sinop, com apoio da Delegacia de Polícia de Sorriso. 

As diligências buscam esclarecer a extensão dos prejuízos relatados pelas vítimas, individualizar a participação dos investigados e identificar a destinação dos valores envolvidos nas negociações apuradas. 

As investigações prosseguem para o completo esclarecimento dos fatos e apuração de eventuais outros crimes e vítimas relacionados ao esquema.

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