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Polícia Militar fecha ponto de venda de drogas e prende faccionado em Confresa

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A Polícia Militar fechou um ponto de venda de entorpecentes e prendeu um homem faccionado, de 19 anos, por tráfico ilícito de drogas, na tarde desta quinta-feira (27.11), em Confresa. No local, a PM apreendeu tabletes e porções de substâncias análogas à maconha e à cocaína, além de outros materiais utilizados no tráfico.

Conforme o boletim de ocorrência, a equipe da Companhia de Confresa recebeu informações sobre uma grande movimentação de usuários de entorpecentes em uma residência da cidade. Ainda segundo as denúncias, o dono da casa seria um ex-presidiário com passagens por tráfico de drogas.

Com as informações repassadas, os militares da unidade seguiram até o endereço e viram o suspeito na frente da casa. O homem tentou fugir para o interior do imóvel, ao visualizar as viaturas policiais, e foi detido rapidamente.

Na revista pessoal ao suspeito, foram encontradas algumas porções de maconha em seu bolso.

Em seguida, os militares entraram na casa do abordado e fizeram buscas, localizando mais porções de maconha e cocaína e tabletes grandes e pequenos das mesmas drogas, além de balanças de precisão e outros materiais utilizados no tráfico de entorpecentes.

Diante do flagrante, o suspeito recebeu voz de prisão e foi conduzido para a delegacia da cidade para registro da ocorrência e demais providências.

Fonte: PM MT – MT

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MC Mestrão preso por envolvimento com facção é solto neste sábado

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Odanil Gonçalo Nogueira da Costa, conhecido como “MC Mestrão”,  preso no dia 31 de março, suspeito de envolvimento com uma facção criminosa e apologia ao crime em canções, durante a Operação Ruptura CPX, em Cuiabá, ganhou a liberdade neste sábado (11).

Mestrão foi solto no início da tarde e foi recebido do lado de fora do Fórum por parentes e amigos. Com o alvará de soltura na mão, o MC mostrou sorriso no rosto.

Segundo a Polícia Civil, o suspeito interpretava músicas com referências diretas à organização criminosa e citava nas letras práticas ilícitas como os “salves” e golpes de estelionato.

As investigações também apontaram que o investigado mantinha contato com membros de alto escalão da facção e frequentava locais utilizados como pontos de encontro de integrantes do grupo.

Além disso, a polícia identificou indícios de que ele também prestava apoio logístico aos integrantes, incluindo a disponibilização de locais para ocultação de veículos de origem ilícita.

Mesmo liberado, Mestrão continua sendo investigado e deverá cumprir medidas cautelares para continuar com o benefício de soltura.

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