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Traficantes são presas com 128 porções de drogas e R$ 2 mil durante patrulhamento

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Policiais militares do 6º Comando Regional apreenderam, nesta quinta-feira (7), 128 porções de entorpecentes diversos, R$ 1.990 e prenderam três mulheres suspeitas por tráfico ilícito de drogas, em Cáceres (220 km de Cuiabá). 

Durante o patrulhamento tático no município, os policiais flagraram quando uma das mulheres entregou uma mochila preta para a outra suspeita, na Avenida dos Bandeirantes, contendo entorpecentes. 

No momento da abordagem, umas das suspeitas foi detida com R$ 1.761 escondidos nas partes íntimas. Já dentro da mochila foram encontrados 107 papelotes de pasta base de cocaína, 15 porções de maconha, uma porção maior de pasta base, uma balança de precisão, embalagens do tipo ziplock usadas para fracionar drogas e R$ 169 em dinheiro trocado.

Questionadas sobre os ilícitos, uma das suspeitas confessou que havia mais entorpecentes em sua residência, localizada no bairro Jardim Universitário. No imóvel, os policiais encontraram uma grande porção de maconha, R$ 60 em dinheiro, além de materiais utilizados para embalar e preparar os entorpecentes para venda.

As suspeitas foram encaminhadas à delegacia para registro do boletim de ocorrência. 

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Justiça decreta prisão de policial civil acusado de agredir idoso dentro de elevador em condomínio

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A pedido da 27ª Promotoria de Justiça Criminal de Cuiabá, a Justiça decretou na terça-feira (23) a prisão preventiva de Luciano Testa, policial civil aposentado acusado de agredir um idoso dentro do elevador de um condomínio residencial na capital.

A medida foi determinada para garantir a ordem pública, assegurar a aplicação da lei penal e preservar a instrução criminal. A decisão, proferida pela 14ª Vara Criminal de Cuiabá, manteve integralmente as medidas cautelares anteriormente impostas durante o Plantão Criminal, que continuarão vigentes de forma complementar após o cumprimento do mandado de prisão.

Segundo o Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), a agressão ocorreu em 11 de junho de 2026 e foi precedida por uma escalada de violência.

Conforme o promotor de Justiça Rinaldo Ribeiro de Almeida Segundo, ameaças registradas em boletim de ocorrência em agosto de 2025 teriam se concretizado cerca de dez meses depois, quando o investigado teria agredido com socos e chutes um idoso de 62 anos, inclusive após a vítima cair ao chão.

A esposa do idoso, que tentou intervir, também teria sido agredida e vítima de importunação sexual.

Na manifestação, o MPMT argumentou que o acusado deixou o local antes da chegada da Polícia Militar e não foi encontrado em duas tentativas de intimação judicial, circunstâncias que reforçam o risco de evasão e de descumprimento de determinações judiciais.

Para o Ministério Público, a sequência dos fatos evidencia a periculosidade do investigado, que é policial civil aposentado, possui treinamento em operações táticas especiais e acesso facilitado a armamentos. O órgão também sustenta que, em razão de sua condição funcional e rede de contatos, ele teria potencial para interferir na produção de provas e no depoimento de vítimas e testemunhas.

O MPMT defendeu ainda que as medidas cautelares anteriormente impostas se mostraram insuficientes para neutralizar os riscos do caso, especialmente porque acusado e vítimas residem no mesmo condomínio, compartilhando áreas comuns como elevadores, hall de entrada e garagem, o que mantém a possibilidade de novos confrontos.

A Justiça reconheceu que a prisão preventiva é necessária. Na decisão, o juiz João Bosco Soares da Silva destacou a gravidade das agressões, a escalada de violência registrada desde 2025, o risco de novas investidas contra as vítimas e a insuficiência das medidas cautelares anteriormente impostas, especialmente porque acusado e vítimas residem no mesmo condomínio.

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