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A importância das mulheres rurais e o compromisso com a agricultura familiar

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Neste 15 de outubro, Dia Internacional das Mulheres Rurais, o deputado Juca do Guaraná (MDB) presta homenagem às trabalhadoras do campo, destacando o papel fundamental que exercem no sustento das famílias e no desenvolvimento da agricultura familiar em Mato Grosso. Filho de lavradores, Juca cresceu vendo a força e a dedicação da mãe nas atividades da roça, experiência que moldou sua trajetória pessoal e política.

“Tenho muito orgulho das minhas origens. Sou filho de lavradores e acompanhei de perto a luta diária da minha mãe, uma mulher guerreira, que com muito esforço ajudava a garantir o sustento da nossa família. Por isso, neste dia especial, minha homenagem vai a todas as mulheres rurais, que enfrentam desafios diários com coragem e determinação”, afirmou o deputado.

Juca do Guaraná tem na agricultura familiar uma de suas principais bandeiras de atuação parlamentar. Ao longo do mandato, o deputado tem defendido políticas públicas que fortaleçam os pequenos produtores, ampliem o acesso ao crédito rural, incentivem a comercialização da produção e garantam melhores condições de trabalho para as mulheres no campo.

“Essas mulheres são muitas vezes o alicerce das propriedades familiares. Elas plantam, colhem, cuidam da casa, dos filhos e ainda são responsáveis por grande parte da produção de alimentos que chega à mesa dos brasileiros. Valorizar a mulher rural é também fortalecer a agricultura familiar, que é base da segurança alimentar do nosso país”, destacou.

Juca também tem atuado em defesa da ampliação de programas de assistência técnica, acesso à terra e capacitação para as mulheres agricultoras.

“Seguiremos trabalhando firmes para que essas mulheres tenham mais oportunidades, respeito e reconhecimento. Elas merecem políticas públicas efetivas e investimentos que façam diferença na vida no campo”, concluiu.

O parlamentar reafirma o compromisso de continuar lutando por um campo mais justo, produtivo e igualitário, onde mulheres e homens tenham voz, vez e condições dignas para viver e produzir.

*Juca do Guaraná é deputado estadual por Mato Grosso.

Fonte: ALMT – MT

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Dia Nacional da MPB resgata história de resistência e inovação da música brasileira

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O Brasil celebra, neste sábado, o Dia Nacional da Música Popular Brasileira, instituído por meio da lei federal 12.624, de 2012. A data escolhida, 17 de outubro, é em alusão ao nascimento da compositora e Chiquinha Gonzaga, mulher vanguardista que, em 1899 compôs a canção que conhecemos como primeira marchinha: Ô, Abre Alas.

A MPB, que conhecemos como gênero musical, não é filha diretamente da produção de marchinhas ou choros, grandes composições de Chiquinha Gonzaga. Nasceu em meados da década de 1960, como evolução da bossa nova. O grande marco é a música Arrastão, com letra de Vinicius de Moraes e música de Edu Lobo, composta em 1965 e vencedora do 1º Festival da Música Popular Brasileira da TV Excelsior, na voz de Elis Regina.

Quem conta à Rádio Assembleia o contexto do surgimento da MPB é a professora Doutora do curso de Música da UFMT, Teresinha Prada.

E o diferencial desse gênero que surge pós bossa nova era propor experimentações de misturas de sonoridade que demonstram a pluralidade cultural brasileira. Buscava também o pertencimento nacional, privilegiando o violão, em detrimento da guitarra elétrica. Que também não ficou fora da MPB por muito tempo, pois foi incorporada ao gênero musical pelos tropicalistas, como Gilberto Gil e Caetano Veloso.

O surgimento da MPB, durante a ditadura militar brasileira, também é uma resposta poética e de contestação ao regime.

Dessa maneira, a sigla MPB passa a incorporar literalmente toda produção musical popular no Brasil, sendo reconhecida por artistas como Chico Buarque, Nara Leão e Geraldo Vandré, que privilegiam o violão, incorpora o choro e o samba, que são gêneros musicais anteriores à MPB, agrega mais instrumentos sonoros e abraça nomes como Rita Lee, Clara Nunes, Alceu Valença, Djavan, Tim Maia, Belchior e tantos outros, que experimentam o rock, o samba de terreiro, o baião, o soul e toda a riqueza cultural brasileira.

Para Karola Nunes, fazer MPB em Mato Grosso também é um ato de resistência

Para Karola Nunes, fazer MPB em Mato Grosso também é um ato de resistência

Foto: Helder Faria

Mato Grosso também contribui para a produção da Música Popular Brasileira, trazendo as identidades próprias do Estado, adicionando regionalismos e compondo a grande diversidade sonora do país, que chamamos de brasilidades.

Amor e Casa é um dos lançamentos mais recentes da cantora e compositora mato-grossense Lorena Ly, que também conversou com a Rádio Assembleia e destaca elementos regionais na composição de sua música.

Karola Nunes é também um dos grandes nomes da MPB produzida em Mato Grosso, seja na carreira solo, seja em grupos e bandas, como o grupo de samba Sasminina e a banda Calorosa.

Ao som de Malemá Tentiano, da Banda Calorosa, convidamos você, ouvinte da Rádio Assembleia, para continuar sintonizado, que aqui você vai ouvir a grande diversidade da MPB e o melhor da música mato-grossense.

Priscila Mendes, para a Rádio Assembleia

Fonte: ALMT – MT

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