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Abilio diz que homem armado com faca entrou na Prefeitura à procura dele: “Disse que queria resolver as coisas”

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O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL), revelou que um homem armado com uma faca entrou na sede da Prefeitura com a intenção de procurá-lo. A fala ocorreu durante entrevista coletiva, nesta quarta-feira (26), em que o gestor anunciou a ampliação do sistema de monitoramento da Capital, integrando câmeras de diversas áreas públicas para reforçar a segurança.

Segundo Abilio, o episódio aconteceu na semana passada.

“Nós tivemos um caso, em que uma pessoa tentou entrar na prefeitura na semana passada, com uma faca ou canivete. Fez de conta que iria visitar o mirante só que quando ela entrou, as câmeras da prefeitura identificou algumas passagens policias, acendeu um alerta para o nosso GSI”, disse o prefeito.

 

De acordo com o prefeito, o suspeito estava com um objeto cortante semelhante a um canivete e foi conduzido à delegacia após a chegada da Polícia Militar. Ele avaliou que o homem aparentava estar em surto ou sob efeito de drogas.

 

“Ele falou que estava vindo intencionado a resolver as coisas com o prefeito”, acrescentou.

 

Na coletiva, o prefeito defendeu que a integração das câmeras de mobilidade urbana, saúde e educação com os sistemas de segurança pode evitar situações semelhantes.

Ao invés de a gente criar uma nova central e gastar recursos com isso, vamos fazer quase que um consórcio dentro da Semob. A ideia é que, se uma pessoa procurada pela polícia entrar em qualquer órgão público, seja notificada imediatamente”, afirmou.

A reportagem entrou em contato com as polícias Militar e Civil, que informaram não haver registro da ocorrência descrita pelo prefeito.

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Projeto abre crédito orçamentário de R$ 2,3 milhões para órgãos do Poder Judiciário

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O Congresso Nacional analisa projeto (PLN 21/26) que abre crédito especial no Orçamento de 2026 no valor de R$ 2,3 milhões para atender despesas das justiças Eleitoral, e do Distrito Federal e dos Territórios.

Na Justiça Eleitoral, os recursos serão utilizados para compensação financeira entre o Regime Próprio de Previdência Social da União e os regimes próprios de estados e municípios.

Já na Justiça do Distrito Federal e dos Territórios, o dinheiro será usado para pagar magistrados com aposentadoria compulsória.

“A aposentadoria compulsória por interesse público possui natureza jurídica de medida disciplinar de afastamento definitivo do cargo de magistrado e, por consequência, não pode ser custeada com recursos de regime próprio de previdência social”, explica a mensagem que acompanha o projeto.

Os recursos serão obtidos por remanejamento de despesas dos órgãos e, por isso, não afetam a meta fiscal para o ano, que é um superávit (receitas superiores a despesas) de R$ 34,3 bilhões.

Próximos passos
O projeto será analisado pela Comissão Mista de Orçamento e, em seguida, pelo Plenário do Congresso Nacional (sessão conjunta de Câmara dos Deputados e Senado Federal).

Reportagem – Silvia Mugnatto
Edição – Marcelo Oliveira

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