Política
Deputado descarta aproximação do PL com MDB e aponta para dobradinha com Mauro em 2026
Política
O deputado federal José Medeiros (PL) afirmou nesta semana que considera improvável uma aliança entre seu partido e o MDB nas eleições de 2026 em Mato Grosso. Para ele, a ligação da sigla com o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) torna difícil que esse cenário seja aceito pelo eleitorado.
“Isso ainda vai ser discutido no ano que vem, mas hoje o MDB está totalmente ligado ao governo Lula. Não vejo como o público poderia aceitar uma composição nessas condições”, declarou Medeiros à imprensa.
Atualmente, o MDB ocupa três ministérios na gestão petista: Simone Tebet (Planejamento e Orçamento), Renan Filho (Transportes) e Jader Filho (Cidades). Apesar disso, o partido já compôs alianças eleitorais com o PL em outras regiões. Em São Paulo, nas eleições municipais de 2024, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) indicou o vice de Ricardo Nunes (MDB). Já no Distrito Federal, é esperado que o governador Ibaneis Rocha (MDB) dispute o Senado em chapa com Michelle Bolsonaro (PL).
Em Mato Grosso, o nome da deputada estadual Janaina Riva (MDB) chegou a ser citado em especulações sobre uma possível composição com Medeiros. No entanto, o parlamentar afirmou que não existe qualquer conversa nesse sentido. “Não vi o senador Wellington [Fagundes], nem o presidente Ananias e muito menos o presidente Valdemar [Costa Neto] falando sobre isso. Às vezes, isso é só fruto do burburinho político”, disse.
Segundo o deputado, até o momento a única hipótese concreta de aliança envolvendo o PL em Mato Grosso seria uma dobradinha entre ele e o governador Mauro Mendes (União Brasil) em uma disputa para o Senado. “O que ouvi foi o presidente Valdemar, junto com o presidente Bolsonaro, falando da possibilidade de não lançar chapa pura e de ter parceria com Mauro Mendes. Mas nada está definido, já que o governador tem seu projeto ao Governo e o PL também avalia outras opções”, completou.
Política
Projeto abre crédito orçamentário de R$ 2,3 milhões para órgãos do Poder Judiciário
O Congresso Nacional analisa projeto (PLN 21/26) que abre crédito especial no Orçamento de 2026 no valor de R$ 2,3 milhões para atender despesas das justiças Eleitoral, e do Distrito Federal e dos Territórios.
Na Justiça Eleitoral, os recursos serão utilizados para compensação financeira entre o Regime Próprio de Previdência Social da União e os regimes próprios de estados e municípios.
Já na Justiça do Distrito Federal e dos Territórios, o dinheiro será usado para pagar magistrados com aposentadoria compulsória.
“A aposentadoria compulsória por interesse público possui natureza jurídica de medida disciplinar de afastamento definitivo do cargo de magistrado e, por consequência, não pode ser custeada com recursos de regime próprio de previdência social”, explica a mensagem que acompanha o projeto.
Os recursos serão obtidos por remanejamento de despesas dos órgãos e, por isso, não afetam a meta fiscal para o ano, que é um superávit (receitas superiores a despesas) de R$ 34,3 bilhões.
Próximos passos
O projeto será analisado pela Comissão Mista de Orçamento e, em seguida, pelo Plenário do Congresso Nacional (sessão conjunta de Câmara dos Deputados e Senado Federal).
Reportagem – Silvia Mugnatto
Edição – Marcelo Oliveira
-
Várzea Grande6 dias atrásPolícia Federal investiga grupo suspeito de fraudes com crédito consignado e cumpre 13 mandados
-
Política4 dias atrásRegulamentação de ‘filtro de relevância’ para recursos ao STJ vai à sanção
-
Política5 dias atrásComissão da Câmara aprova projeto que declara nulo casamento de menores de 16 anos de idade
-
Primavera do Leste3 dias atrásPrefeitura mobiliza força-tarefa e impede que incêndio se espalhe para outras áreas em Primavera do Leste
-
Política6 dias atrásDamares faz balanço de atividades da CDH no primeiro semestre
-
Cultura4 dias atrás“Elefante”: espetáculo debate Alzheimer e racismo estrutural
-
Política6 dias atrásDamares faz balanço de atividades da CDH no primeiro semestre
-
Política6 dias atrásProjeto que pune divulgação de imagens de vítimas de crimes e acidentes volta à Câmara













