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Emenda parlamentar garante construção de horta no Abrigo Bom Jesus

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O deputado estadual Wilson Santos (PSD) visitou o Abrigo Bom Jesus de Cuiabá, na última sexta-feira (1º), para acompanhar de perto a implantação de hortas destinadas ao cultivo de verduras e hortaliças. A iniciativa está sendo viabilizada por meio de emenda no valor de R$ 100 mil, destinada pelo parlamentar, via Secretaria de Estado de Agricultura Familiar (Seaf). A proposta deve gerar uma economia mensal de aproximadamente R$ 8 mil, valor que poderá ser remanejado para atender outras demandas da instituição.

“O Abrigo Bom Jesus de Cuiabá nasceu na década de 1940 pelas mãos da professora Maria de Arruda Müller, então primeira-dama do Estado e esposa do ex-governador Júlio Müller. Hoje, o abrigo gasta cerca de R$ 8 mil por mês com verduras e hortaliças. Uma boa parte desse custo será reduzido, porque eles mesmos vão produzir os alimentos. Fico feliz em contribuir com essa importante instituição que acolhe cerca de 100 idosos”, comentou o deputado.

Segundo a presidente do Abrigo Bom Jesus, Márcia Ferreira, além de exercer o papel como representante da sociedade mato-grossense, Wilson Santos também atua como voluntário da entidade, oferecendo apoio técnico e de gestão, sempre que necessário.

“Esse é apenas o começo de um grande projeto que vai tornar o abrigo também agro. A obra teve início em julho deste ano e tem prazo de execução de 45 dias. É uma horta inclusiva, pensada especialmente para os idosos cadeirantes, muitos deles gostam e foram da lavoura, que agora poderão se envolver nessa atividade de forma lúdica”, afirmou.

Atualmente, o abrigo conta com 82 profissionais contratados, incluindo enfermeiros, técnicos de enfermagem, assistente social, psicólogo, 30 cuidadores e outros especialistas. Além da emenda de Wilson Santos, Márcia conta que a instituição aguarda a liberação de mais R$ 80 mil, indicados pelo deputado estadual Júlio Campos (União), para a contratação de técnicos responsáveis pela manutenção das hortas durante o primeiro ano de funcionamento.

Para o coordenador da Seaf, Basílio Soares, que acompanhou a visita, a destinação da emenda de Wilson Santos é extremamente significativa. “Essa iniciativa aproxima o poder público da sociedade civil e fortalece o trabalho de acolhimento e dignidade oferecido aos idosos”, pontuou.

Wilson Santos reforça o seu compromisso com a responsabilidade social e a valorização das instituições que cuidam da população mais vulnerável, promovendo autonomia, economia e dignidade para os idosos acolhidos pelo Abrigo Bom Jesus.

Fonte: ALMT – MT

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Reconhecimento do circo como manifestação cultural vai à sanção

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Será encaminhado à sanção presidencial o projeto de lei que reconhece a atividade circense brasileira como manifestação da cultura e da arte popular em todo o território nacional.

O PL 4.740/2025 é de autoria do senador Flávio Arns (PSB/PR) e foi aprovado pela Comissão de Educação (CE) do Senado antes se seguir para apreciação da Câmara. O texto foi aprovado pelos deputados na quarta-feira (15) e vai agora à sanção.

Expressão cultural

Flávio Arns ressalta que o circo é uma expressão cultural que une música, dança, teatro e acrobacia, com papel fundamental na formação da identidade cultural brasileira.

O autor do projeto destaca ainda que, além de inclusão social, as representações circenses falam da vivência e da resiliência do povo.

O autor do projeto também observa ainda que o circo no Brasil possui uma rica história que remonta ao século 19, tornando-se elemento essencial da formação cultural do país.

Identidade nacional

No Senado, o PL 4.740/2025 foi relatado pelo senador Paulo Paim (PT-RS). Segundo ele, a aprovação do projeto de lei cumpre o dever constitucional de proteger uma arte que é pilar da identidade nacional e refúgio vital para a saúde e dignidade do povo brasileiro.

A relevância econômica do setor também não deve ser subestimada, observa Paulo Paim. Ele destaca também que a Fundação Nacional das Artes (Funarte) estima a existência de ao menos 800 circos de lona, que provêm sustento direto a cerca de 20 mil profissionais em todas as regiões brasileiras.

Desafios

Paim observa ainda que a natureza itinerante da atividade circense impõe desafios severos ao exercício pleno da cidadania. Segundo ele, a dificuldade histórica de comprovação de domicílio tem obstruído o acesso a direitos fundamentais, como assistência no Sistema Único de Saúde (SUS) e a transferência de matrícula escolar para filhos de artistas.

O senador ressalta que, embora a Lei nº 6.533, de 1978, já assegure a vaga escolar para esses dependentes, a prática ainda esbarra em obstáculos burocráticos.

Ele acredita que o reconhecimento oficial da manifestação cultural por meio do PL 4.740/2025 fortalecerá políticas que sensibilizem os gestores públicos para o acolhimento dessas famílias itinerantes.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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