Nova Etapa

Gisa Barros confirma pré-candidatura a deputada federal por Mato Grosso

Vereadora de Várzea Grande revela planos para disputar vaga na Câmara Federal e anuncia saída do PSB

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Política

Assessoria parlamentar

A vereadora Gisa Barros, atualmente sem partido, afirmou em entrevista recente que continua atenta às dificuldades estruturais de Várzea Grande e criticou a lentidão nos repasses de recursos federais, mesmo após anúncios feitos pela prefeita. Ela elogiou a atuação do deputado federal Coronel Assis (União Brasil), que viabilizou a destinação de verbas para obras importantes, como a nova rodoviária.

“A prefeita anunciou recursos, mas eu pergunto: esse dinheiro já chegou? Está na conta da prefeitura?”, questionou Gisa, ao destacar que existem mais de R$ 5 milhões previstos como contrapartida municipal, mas que o recurso federal ainda não se concretizou. “Espero que chegue, porque Várzea Grande tem uma expressiva contribuição eleitoral para os nossos deputados federais”, completou.

A vereadora reconheceu que Coronel Assis foi um dos poucos parlamentares a atuar diretamente para beneficiar Várzea Grande. “Ele se mobilizou em Brasília, conseguiu recursos junto com o Nelson Barbudo, enquanto outros ainda não apresentaram resultados concretos para a cidade”, disse.

Durante a entrevista, Gisa também abordou o histórico de dívidas herdadas pela atual gestão, mas ponderou que a arrecadação municipal cresceu nos últimos anos. “Precatórios sempre existiram e são pagos conforme a legislação. Não dá para justificar tudo com a herança recebida. E a arrecadação, que aumentou, está sendo usada onde?”, questionou.

A parlamentar também comentou o caso da morte de um técnico de enfermagem na UTI do Hospital Metropolitano, reforçando que a unidade é de gestão estadual e que espera um posicionamento firme dos deputados estaduais. “É uma situação estranha e precisa ser esclarecida. A população merece respostas claras”, declarou.

Sobre a situação do DAE-VG, Gisa defendeu novamente a concessão do serviço de água e esgoto. “A autarquia se mostrou ineficiente e a população já não aguenta mais. O processo seletivo temporário pode ajudar, mas é paliativo”, avaliou.

Ao final da conversa, Gisa Barros confirmou sua pré-candidatura a deputada federal e afirmou que pretende disputar a eleição pelo Podemos. “Como vereadora consegui incluir Várzea Grande no trecho da BR-163 que será duplicado. Como federal, poderei fazer muito mais pela minha cidade, em nome de Jesus”, afirmou.

Ela também fez questão de divulgar seu número pessoal para a população: “Quem quiser me mandar demandas, pode me procurar nas redes sociais. Meu número é (65) 99951-4065, está linkado no meu Instagram. Minha família diz que sou corajosa, mas se entrei na política foi para servir o povo”.

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Projeto abre crédito orçamentário de R$ 2,3 milhões para órgãos do Poder Judiciário

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O Congresso Nacional analisa projeto (PLN 21/26) que abre crédito especial no Orçamento de 2026 no valor de R$ 2,3 milhões para atender despesas das justiças Eleitoral, e do Distrito Federal e dos Territórios.

Na Justiça Eleitoral, os recursos serão utilizados para compensação financeira entre o Regime Próprio de Previdência Social da União e os regimes próprios de estados e municípios.

Já na Justiça do Distrito Federal e dos Territórios, o dinheiro será usado para pagar magistrados com aposentadoria compulsória.

“A aposentadoria compulsória por interesse público possui natureza jurídica de medida disciplinar de afastamento definitivo do cargo de magistrado e, por consequência, não pode ser custeada com recursos de regime próprio de previdência social”, explica a mensagem que acompanha o projeto.

Os recursos serão obtidos por remanejamento de despesas dos órgãos e, por isso, não afetam a meta fiscal para o ano, que é um superávit (receitas superiores a despesas) de R$ 34,3 bilhões.

Próximos passos
O projeto será analisado pela Comissão Mista de Orçamento e, em seguida, pelo Plenário do Congresso Nacional (sessão conjunta de Câmara dos Deputados e Senado Federal).

Reportagem – Silvia Mugnatto
Edição – Marcelo Oliveira

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