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Mauro Mendes lidera disputa ao Senado com 37,9% das intenções de voto

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O governador Mauro Mendes (União Brasil) aparece na frente da disputa pelo Senado em Mato Grosso, nas eleições de 2026, no levantamento do IPCM Pesquisas, divulgado na terça-feira (26). No cenário estimulado, em que os nomes dos pré-candidatos são apresentados aos eleitores, Mendes lidera com 37,9% das intenções de voto.

Em seguida, aparecem Janaina Riva (MDB), com 19,3%, José Medeiros (PL) com 7%, Jayme Campos (União) com 5,4%, Carlos Fávaro (PSD) com 4,2%, Margareth Buzetti (PSD) com 3%, Pedro Taques (SD) com 2,6% e Antônio Galvan (PL) com 2%. Eleitores indecisos somam 15,5%, enquanto 2,2% disseram votar nulo ou branco e 0,7% não responderam.IPCM Pesquisas Senado

Na modalidade espontânea, quando os entrevistados citam nomes livremente, sem lista de candidatos, Mauro Mendes também lidera com 10,9%.

Janaina Riva aparece em seguida, com 3,6%, e José Medeiros com 1,8%. Na sequência estão Carlos Fávaro (1,2%), Jayme Campos (0,8%), Margareth Buzetti (0,7%), Antônio Galvan (0,6%) e Pedro Taques (0,5%). Nesse cenário, 74% dos eleitores se disseram indecisos, 1,6% optaram por nulo ou branco e 4,2% não responderam.

IPCM Pesquisas Senado espontâneo

A pesquisa foi realizada entre os dias 20 e 23 de agosto, com 1.200 eleitores, margem de erro de 2,8 pontos percentuais e intervalo de confiança de 95%. Por ainda não ser ano eleitoral, não há necessidade de registro no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

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Projeto abre crédito orçamentário de R$ 2,3 milhões para órgãos do Poder Judiciário

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O Congresso Nacional analisa projeto (PLN 21/26) que abre crédito especial no Orçamento de 2026 no valor de R$ 2,3 milhões para atender despesas das justiças Eleitoral, e do Distrito Federal e dos Territórios.

Na Justiça Eleitoral, os recursos serão utilizados para compensação financeira entre o Regime Próprio de Previdência Social da União e os regimes próprios de estados e municípios.

Já na Justiça do Distrito Federal e dos Territórios, o dinheiro será usado para pagar magistrados com aposentadoria compulsória.

“A aposentadoria compulsória por interesse público possui natureza jurídica de medida disciplinar de afastamento definitivo do cargo de magistrado e, por consequência, não pode ser custeada com recursos de regime próprio de previdência social”, explica a mensagem que acompanha o projeto.

Os recursos serão obtidos por remanejamento de despesas dos órgãos e, por isso, não afetam a meta fiscal para o ano, que é um superávit (receitas superiores a despesas) de R$ 34,3 bilhões.

Próximos passos
O projeto será analisado pela Comissão Mista de Orçamento e, em seguida, pelo Plenário do Congresso Nacional (sessão conjunta de Câmara dos Deputados e Senado Federal).

Reportagem – Silvia Mugnatto
Edição – Marcelo Oliveira

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