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Max Russi defende discussão sobre definição de Mendes e Medeiros ao Senado

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Presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, deputado Max Russi (PSB), viu com certa reserva a informação de que o ex-presidente Jair Bolsonaro teria fechado apoio em relação à eleição do Senado no Estado, em 2026, para o deputado federal José Medeiros (PL) e para o governador Mauro Mendes (União).

Na opinião de Russi, que é aliado direto do governador Mauro Mendes (União), ainda “é cedo” para se posicionar sobre candidaturas majoritárias para o próximo ano. Segundo Russi, “ainda tem muito trabalho a ser realizado e muita conversa a ser colocada na mesa de discussão”.

Outro detalhe – conforme o presidente da ALMT – é que não pode ser descartado nomes como o da deputada e presidente do MDB de Mato Grosso, Janaina Riva, dos senadores Jayme Campos (União), e Carlos Fávaro (PSD), além do deputado José Medeiros (PL) e do empresário Antônio Galvan (DC) “que disputou em 2022 e fez mais de 300 mil votos, entre outros”, disse.

Max Russi argumentou ainda que, no caso específico do governador Mauro Mendes (União), ainda há dúvida se haverá renúncia do cargo para a disputa do Senado. “Não temos nem certeza de que o próprio governador Mauro Mendes será candidato”, completou.

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Davi divulga prioridades da pauta, incluindo fim da escala 6 x 1

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O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, divulgou nota à imprensa nesta sexta-feira (14) sobre o encaminhamento de três propostas consideradas prioritárias para análise das comissões: o fim da escala de trabalho 6×1, a chamada PEC da Segurança Pública e a criação da Política Nacional de Minerais Críticos e Estratégicos (terras raras). Segundo Davi, as matérias seguirão o rito regimental da Casa, com análise e aprofundamento pelas comissões competentes. 

NOTA À IMPRENSA

Na última quarta-feira (12), tive uma importante conversa institucional com o presidente Lula. Foi um diálogo maduro, franco e republicano, fundamental para compreender as prioridades do Governo e tratar da agenda legislativa de interesse do nosso país.

Na função de presidente do Congresso Nacional, tenho a responsabilidade de assegurar que as matérias submetidas ao Parlamento tenham o devido encaminhamento, com absoluto respeito às prerrogativas do Poder Legislativo e ao papel de cada senadora e senador.

Nesse sentido, determinei o encaminhamento às comissões competentes de três propostas prioritárias: a PEC 221/2019, que prevê o fim da escala 6×1, a PEC 18/2025, a PEC da Segurança Pública, e o PL 2780/2024, que cria a Política Nacional de Minerais Críticos e Estratégicos. São matérias de alta complexidade que seguirão o rito ordinário e regimental no Senado, com a análise e o aprofundamento necessários.

O diálogo entre os Poderes é fundamental para o Brasil. Cabe ao Executivo apresentar suas prioridades e ao Congresso Nacional analisá-las com independência e a responsabilidade de construir os melhores caminhos para o país.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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