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Max Russi defende discussão sobre definição de Mendes e Medeiros ao Senado

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Presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, deputado Max Russi (PSB), viu com certa reserva a informação de que o ex-presidente Jair Bolsonaro teria fechado apoio em relação à eleição do Senado no Estado, em 2026, para o deputado federal José Medeiros (PL) e para o governador Mauro Mendes (União).

Na opinião de Russi, que é aliado direto do governador Mauro Mendes (União), ainda “é cedo” para se posicionar sobre candidaturas majoritárias para o próximo ano. Segundo Russi, “ainda tem muito trabalho a ser realizado e muita conversa a ser colocada na mesa de discussão”.

Outro detalhe – conforme o presidente da ALMT – é que não pode ser descartado nomes como o da deputada e presidente do MDB de Mato Grosso, Janaina Riva, dos senadores Jayme Campos (União), e Carlos Fávaro (PSD), além do deputado José Medeiros (PL) e do empresário Antônio Galvan (DC) “que disputou em 2022 e fez mais de 300 mil votos, entre outros”, disse.

Max Russi argumentou ainda que, no caso específico do governador Mauro Mendes (União), ainda há dúvida se haverá renúncia do cargo para a disputa do Senado. “Não temos nem certeza de que o próprio governador Mauro Mendes será candidato”, completou.

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Projeto amplia acessibilidade de edifícios públicos federais

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O Projeto de Lei 1233/26, do deputado Pedro Aihara (PP-MG), amplia a acessibilidade nos edifícios públicos federais por meio de tecnologias assistivas voltadas à orientação e à localização de pessoas com deficiência e pessoas idosas em ambientes internos.

Em análise na Câmara dos Deputados, a proposta inclui a medida no Estatuto da Pessoa com Deficiência (Lei 13.146/15).

Conforme a proposta, os edifícios públicos federais deverão dispor de sistemas de sinalização baseados em sensores de proximidade, radiofrequência ou tecnologias similares, integrados a dispositivos móveis capazes de fornecer informações de localização, audiodescrição e rotas acessíveis em tempo real.

O projeto de lei prevê ainda:

  • a utilização complementar de recursos de realidade aumentada;
  • a adoção de padrões de interoperabilidade; e
  • a observância da legislação de proteção de dados pessoais.

A implementação das medidas deverá priorizar áreas de grande circulação e locais de prestação de serviços de saúde, previdência social e assistência jurídica. As despesas decorrentes correrão à conta de dotações orçamentárias próprias, observando-se a disponibilidade financeira da União.

Autonomia
Pedro Aihara argumenta que, apesar de a legislação brasileira já tratar da acessibilidade arquitetônica, o acesso nos prédios públicos brasileiros ainda é focado em barreiras físicas, como rampas e elevadores.

A falta de sinalização dinâmica, segundo Aihara, faz com que pessoas com deficiência visual e pessoas idosas dependam da ajuda de terceiros para encontrar uma sala de audiência ou um guichê de atendimento.

O deputado esclarece ainda que os dispositivos propostos para uso nos prédios públicos são pequenos, fáceis de instalar e com baterias duradouras. “Eles emitem sinais captados por smartphones, permitindo que aplicativos de navegação forneçam audiodescrição precisa, por exemplo, se você está a 5 metros da recepção”, explica.

“O Brasil deixará de apenas permitir a entrada de pessoas com deficiência e idosas para, de fato, permitir a sua autonomia”, afirma Aihara.

Tramitação
O projeto será analisado pelas comissões de Desenvolvimento Urbano; de Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa; de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania, em caráter conclusivo.

Para virar lei, precisa ser aprovado pelos deputados e pelos senadores.

Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Reportagem – Noéli Nobre
Edição – Pierre Triboli

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