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Movimentação política abre espaço para retorno de lideranças

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O MDB vive um momento de movimentação interna que pode resultar no retorno de importantes lideranças

Entre os nomes cotados está o de Clóvis Figueiredo Cardoso, reconhecido por sua atuação na vida pública e por sua trajetória marcada pelo diálogo, pela defesa da agricultura familiar e pelo compromisso com a transparência. Com vasta experiência na Agricultura Familiar, Clóvis já esteve à frente do Incra, do Intermat e por duas vezes foi secretário da Sedraf, cargos que reforçam sua bagagem administrativa e capacidade de articulação.

Clóvis Cardoso é também um dos braços direitos do ex-deputado federal Carlos Bezerra, referência política de longa data, e conta com a confiança de lideranças como a deputada Janaína Riva. Ambos destacam sua experiência, credibilidade e capacidade de articulação como diferenciais importantes para o fortalecimento do partido.

O afastamento de Clóvis Cardoso da Secretaria de Agricultura Familiar ocorreu por questões de saúde, após exames que constataram risco de vida. Logo após a exoneração, sofreu um infarto, exigindo dedicação total à sua recuperação. Agora, plenamente restabelecido, Clóvis volta a ser lembrado por lideranças políticas e comunitárias como um nome estratégico para o MDB.

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Projeto abre crédito orçamentário de R$ 2,3 milhões para órgãos do Poder Judiciário

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O Congresso Nacional analisa projeto (PLN 21/26) que abre crédito especial no Orçamento de 2026 no valor de R$ 2,3 milhões para atender despesas das justiças Eleitoral, e do Distrito Federal e dos Territórios.

Na Justiça Eleitoral, os recursos serão utilizados para compensação financeira entre o Regime Próprio de Previdência Social da União e os regimes próprios de estados e municípios.

Já na Justiça do Distrito Federal e dos Territórios, o dinheiro será usado para pagar magistrados com aposentadoria compulsória.

“A aposentadoria compulsória por interesse público possui natureza jurídica de medida disciplinar de afastamento definitivo do cargo de magistrado e, por consequência, não pode ser custeada com recursos de regime próprio de previdência social”, explica a mensagem que acompanha o projeto.

Os recursos serão obtidos por remanejamento de despesas dos órgãos e, por isso, não afetam a meta fiscal para o ano, que é um superávit (receitas superiores a despesas) de R$ 34,3 bilhões.

Próximos passos
O projeto será analisado pela Comissão Mista de Orçamento e, em seguida, pelo Plenário do Congresso Nacional (sessão conjunta de Câmara dos Deputados e Senado Federal).

Reportagem – Silvia Mugnatto
Edição – Marcelo Oliveira

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