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Bombeiros de MT combatem seis incêndios florestais nesta sexta-feira (1º)

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso combate, nesta sexta-feira (1.8), seis incêndios florestais no Estado. As ações se concentram nos municípios de Chapada dos Guimarães, Rosário Oeste, Paranatinga e Colniza.

Em Chapada dos Guimarães, os bombeiros atuam em três frentes: na região do Parque Mirela, na gleba Concisão e nas proximidades do lixão do município. O combate tem apoio de profissionais da Defesa Civil municipal.

Já em Rosário Oeste, a equipe atua na área de proteção ambiental da Cabeceira do Rio Cuiabá, enquanto em Paranatinga, o incêndio florestal é combatido em uma fazenda. Em Colniza, as ações estão concentradas no Distrito de Guariba.

A coordenação e orientação das equipes que atuam diretamente no combate aos incêndios é realizada pela Sala de Situação Central, instalada no Batalhão de Emergências Ambientais (BEA), em Cuiabá. As salas de situação descentralizadas instaladas nos sete Comandos Regionais da corporação também auxiliam as equipes em campo.

Focos de calor

Em Mato Grosso, foram registrados 68 focos de calor nas últimas 24 horas, conforme última checagem às 18h, no Programa BDQueimadas do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Desses, 38 estão no Cerrado, 29 na Amazônia e um no Pantanal. Os dados são do Satélite de Referência (Aqua Tarde).

Importante ressaltar que o foco de calor isolado não representa um incêndio florestal. Entretanto, um incêndio florestal conta com o acúmulo de focos de calor.

Proibição do uso do fogo

O CBMMT reforça o alerta à população sobre a proibição do uso do fogo no Pantanal entre os dias 1º de junho e 31 de dezembro, conforme estabelece o Decreto nº 1.403/2025. Em caso de qualquer indício de incêndio florestal no bioma, a orientação é que a denúncia seja feita imediatamente pelos números 193 ou 190.

Fonte: Governo MT – MT

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Janete Riva negocia acordo e juíza suspende ação sobre desvio na AL

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A juíza Célia Regina Vidotti, da Vara Especializada em Ações Coletivas de Cuiabá, suspendeu por 30 dias a ação de improbidade administrativa contra a ex-secretária Janete Riva, pelo desvio de um cheque de R$ 12 mil usado para a compra de gado.

O pedido foi feito pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), que solicitou a suspensão por 90 dias. O motivo alegado foi que as partes estavam conversando para tentar um Acordo de Não Persecução Civil (ANPC), uma espécie de “confissão” para resolver o caso sem uma sentença condenatória definitiva.

O próprio MP foi quem ajuizou a ação, acusando Janete Riva de ter participado de um esquema de desvio de dinheiro público da Assembleia Legislativa de Mato Grosso na década de 2000.

 

A suspeita é que o esquema pagava empresas “fantasmas” por serviços que nunca foram prestados, a fim de desviar o dinheiro público. No caso de Janete, foi apontado que um dos cheques, no valor de R$ 12 mil, emitido para uma dessas empresas, acabou sendo usado para pagar a compra de 200 cabeças de gado para ela.

O marido de Janete, o ex-deputado estadual José Riva, era réu nesse mesmo processo, mas o caso contra ele foi encerrado porque fez um acordo de colaboração premiada com o Ministério Público, confessando sua participação nos desvios.

Janete já havia sido condenada a devolver R$ 6 mil em 1ª instância, porém, em fevereiro de 2026, o Tribunal de Justiça (TJMT) anulou essa condenação, inocentando-a por falta de provas.

“Assim, defiro parcialmente o pedido do requerente e suspendo o processo pelo prazo de trinta (30) dias, prazo este que se mostra proporcional, razoável e suficiente para a finalidade almejada, sem comprometer a duração razoável do processo”, decidiu a magistrada.

Se o acordo for fechado, o processo pode ser resolvido sem a necessidade de uma sentença condenatória definitiva. Caso não aconteça o acordo, o processo seguirá para a fase instrutória.

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