Polícia
Traficante é preso pela Polícia Civil com drogas e munições em Pontes e Lacerda
Polícia
Um traficante flagrado com entorpecentes e munições em uma residência foi preso em flagrante pela Polícia Civil, nesta terça-feira (12.8), em ação de combate ao tráfico de drogas realizado pelos policiais da Delegacia de Pontes e Lacerda.
A prisão do suspeito de, 28 anos, e a apreensão dos entorpencentes integra os trabalhos da Operação Protetor das Divisas e Fronteira, no combate a crimes transfronteiriços.
As investigações iniciaram após denúncia anônima de que uma residência, no bairro Jardim Marília, em Pontes e Lacerda era utilizada para comércio de drogas. Os policiais realizaram monitoramento do endereço e ao perceber uma pessoa no interior da casa, decidiram realizar sua abordagem.
Ao perceber a presença dos policiais, o suspeito saiu correndo, pulando muros vizinhos, em tentativa de fuga, porém acabou detido. No interior da residência, os policiais encontraram em um dos quartos porções de pasta base de cocaína já embaladas para venda.
Em outro quarto, foi apreendida uma mochila com várias porções de maconha, embaladas e etiquetadas, além de três tabletes da mesma substância. No terceiro quarto, debaixo de um colchão foram apreendidas três trouxas de pasta base.
A ação resultou ainda na apreensão de duas balanças de precisão, 100 munições calibre 9mm, mais de 400 pacotes para embalar a droga e caderno com várias anotações do tráfico de drogas. No lado externo da residência, foram encontradas duas motocicletas que também foram apreendidas.
Diante das evidências, todo material ilícito foi apreendido e o suspeito conduzido à Delegacia de Pontes e Lacerda, onde após ser interrogado, foi autuado em flagrante por tráfico de drogas e posse ilegal de munições, sendo posteriormente colocado à disposição da Justiça.
As investigações seguem em andamento para identificar outros possíveis envolvidos no crime.
Fonte: Policia Civil MT – MT
Polícia
UFMT afasta aluno de Direito suspeito de criar lista com colegas “mais estupráveis”
Conteúdo/ODOC – A Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) afastou preventivamente um estudante do curso de Direito do campus de Cuiabá investigado por produzir e compartilhar mensagens de conteúdo misógino, incluindo uma suposta lista que classificava colegas como “mais estupráveis”.
A medida foi determinada nesta quarta-feira (6) pelo diretor da Faculdade de Direito, Carlos Eduardo Silva e Souza, após a repercussão do caso entre estudantes e nas redes sociais.
Em nota oficial, a universidade afirmou que repudia qualquer manifestação relacionada à violência contra mulheres e destacou que os fatos atribuídos ao acadêmico são considerados graves.
Segundo a UFMT, além da elaboração da lista, o estudante também teria feito ameaças explícitas de violência sexual em conversas divulgadas recentemente.
A instituição informou ainda que instaurou um Procedimento Administrativo Disciplinar (PAD) para apurar o caso. A investigação poderá resultar na expulsão do aluno e também busca identificar outros possíveis envolvidos nas mensagens.
“A UFMT repudia veementemente qualquer manifestação, prática ou tentativa de naturalização da violência, da misoginia e de qualquer forma de violação de direitos humanos”, afirmou a universidade no comunicado.
Como medida de proteção, a direção anunciou acompanhamento institucional às alunas potencialmente atingidas pela situação, além de suporte durante o andamento das apurações.
O caso ganhou repercussão após o Centro Acadêmico VIII de Abril, entidade representativa dos estudantes de Direito, divulgar uma nota de repúdio denunciando o conteúdo das conversas. O caso foi debatido em assembleia geral realizada na última segunda-feira (4), quando estudantes decidiram encaminhar oficialmente as denúncias à administração da universidade.
Os diálogos foram classificados pelos estudantes como “extremamente graves” e incompatíveis com princípios éticos e jurídicos. O centro acadêmico também criticou tentativas de minimizar o conteúdo como simples brincadeira.
Segundo a entidade, as mensagens representam banalização da violência sexual e objetificação das mulheres dentro do ambiente universitário.
Na manifestação, os estudantes também relembraram episódios recentes de insegurança no campus da UFMT, incluindo o assassinato da trabalhadora Solange Aparecida Sobrinho, de 52 anos, vítima de estupro e homicídio dentro da universidade em julho de 2025.
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