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Mais dois foragidos da Justiça são presos com apoio de câmeras do Vigia Mais MT

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Com auxílio de câmeras do programa Vigia Mais MT, mais dois homens procurados pela Justiça foram localizados presos pelas forças de segurança nesta terça-feira (5) em Mato Grosso.

Uma das prisões foi de um homem de 47 anos, condenado a 16 anos de prisão em regime fechado por homicídio qualificado em Minas Gerais.

Após o veículo do acusado ser identificado por câmeras de monitoramento circulando em Nobres, operadores do Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (Ciosp) acionaram a equipe da 1ª Cia da Polícia Militar, que localizou o foragido em sua residência.

Com apoio do Vigia Mais MT, o mandado de prisão contra o acusado foi cumprido dez dias após ser expedido pelo Tribunal do Júri da Comarca de Sete Lagos.

Outro homem foi preso na região central de Cuiabá, após ser localizado por uma câmera de reconhecimento facial e o sistema identificar um mandado de prisão em aberto. A ordem Judicial foi expedida pela Justiça de Cuiabá, por descumprimento de medida protetiva.

Em ambas ocorrências, após a confirmação da identidade, as equipes policiais cumpriram os mandados de prisão contra os acusados que foram encaminhados à Delegacia de Polícia, onde ficaram à disposição da Justiça. 

O Vigia Mais MT

No primeiro trimestre deste ano, 66 procurados pela Justiça foram presos pelas forças de segurança com auxílio do programa Vigia Mais MT, por meio de sistemas de reconhecimento facial e identificação veicular.  

As câmeras do programa estadual de videomonitoramento em segurança pública estão presentes nos 142 municípios auxiliando na prevenção, repressão e investigação de crimes.

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UFMT afasta aluno de Direito suspeito de criar lista com colegas “mais estupráveis”

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Conteúdo/ODOC – A Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) afastou preventivamente um estudante do curso de Direito do campus de Cuiabá investigado por produzir e compartilhar mensagens de conteúdo misógino, incluindo uma suposta lista que classificava colegas como “mais estupráveis”.

A medida foi determinada nesta quarta-feira (6) pelo diretor da Faculdade de Direito, Carlos Eduardo Silva e Souza, após a repercussão do caso entre estudantes e nas redes sociais.

Em nota oficial, a universidade afirmou que repudia qualquer manifestação relacionada à violência contra mulheres e destacou que os fatos atribuídos ao acadêmico são considerados graves.

Segundo a UFMT, além da elaboração da lista, o estudante também teria feito ameaças explícitas de violência sexual em conversas divulgadas recentemente.

A instituição informou ainda que instaurou um Procedimento Administrativo Disciplinar (PAD) para apurar o caso. A investigação poderá resultar na expulsão do aluno e também busca identificar outros possíveis envolvidos nas mensagens.

“A UFMT repudia veementemente qualquer manifestação, prática ou tentativa de naturalização da violência, da misoginia e de qualquer forma de violação de direitos humanos”, afirmou a universidade no comunicado.

Como medida de proteção, a direção anunciou acompanhamento institucional às alunas potencialmente atingidas pela situação, além de suporte durante o andamento das apurações.

O caso ganhou repercussão após o Centro Acadêmico VIII de Abril, entidade representativa dos estudantes de Direito, divulgar uma nota de repúdio denunciando o conteúdo das conversas. O caso foi debatido em assembleia geral realizada na última segunda-feira (4), quando estudantes decidiram encaminhar oficialmente as denúncias à administração da universidade.

Os diálogos foram classificados pelos estudantes como “extremamente graves” e incompatíveis com princípios éticos e jurídicos. O centro acadêmico também criticou tentativas de minimizar o conteúdo como simples brincadeira.

Segundo a entidade, as mensagens representam banalização da violência sexual e objetificação das mulheres dentro do ambiente universitário.

Na manifestação, os estudantes também relembraram episódios recentes de insegurança no campus da UFMT, incluindo o assassinato da trabalhadora Solange Aparecida Sobrinho, de 52 anos, vítima de estupro e homicídio dentro da universidade em julho de 2025.

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