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Polícia Civil deflagra operação para prender autores de homicídio em Pontes e Lacerda

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A Polícia Civil cumpre na manhã desta quarta-feira (3.9), três mandados de prisão preventiva contra suspeitos de envolvimento no homicídio de Juan Rangel Martins da Silva, ocorrido em setembro de 2024, em Pontes e Lacerda. As ordens judiciais fazem parte da Operação Extremum Agmen.

As ordens judiciais foram expedidas pela 3ª Vara da Comarca de Pontes e Lacerda com base em investigações conduzidas na delegacia do município. Os mandados foram cumpridos nas cidades de Mirassol D’Oeste, Cáceres e no estado do Espírito Santo, para onde um dos investigados fugiu.

A vítima, natural de Mirassol D’Oeste, estava desaparecida desde de 31 de agosto e teve o corpo encontrado no dia 02 de setembro do ano passado, às margens da BR 070. As investigações apontaram que o crime estaria ligado a divergências do tráfico de drogas.

Com a localização do corpo, foi dado início a um intenso trabalho de investigação para apuração do homicídio. Os trabalhos envolveram várias equipes da Delegacia de Pontes e Lacerda, resultando em diversas requisições para total esclarecimento do crime.

Durante as investigações, foi possível chegar a identificação de três envolvidos, sendo representado pelos mandados de prisão preventiva dos suspeitos, que foram deferidos pela Justiça.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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MC Mestrão preso por envolvimento com facção é solto neste sábado

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Odanil Gonçalo Nogueira da Costa, conhecido como “MC Mestrão”,  preso no dia 31 de março, suspeito de envolvimento com uma facção criminosa e apologia ao crime em canções, durante a Operação Ruptura CPX, em Cuiabá, ganhou a liberdade neste sábado (11).

Mestrão foi solto no início da tarde e foi recebido do lado de fora do Fórum por parentes e amigos. Com o alvará de soltura na mão, o MC mostrou sorriso no rosto.

Segundo a Polícia Civil, o suspeito interpretava músicas com referências diretas à organização criminosa e citava nas letras práticas ilícitas como os “salves” e golpes de estelionato.

As investigações também apontaram que o investigado mantinha contato com membros de alto escalão da facção e frequentava locais utilizados como pontos de encontro de integrantes do grupo.

Além disso, a polícia identificou indícios de que ele também prestava apoio logístico aos integrantes, incluindo a disponibilização de locais para ocultação de veículos de origem ilícita.

Mesmo liberado, Mestrão continua sendo investigado e deverá cumprir medidas cautelares para continuar com o benefício de soltura.

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